Enunciado
As piscinas naturais desenhadas por recifes de corais são um dos principais atrativos da praia de
Porto de Galinhas, em Pernambuco. Para preservar essa beleza natural, pesquisadores e voluntários
se uniram e utilizam tecnologias, como impressoras 3D, nessa missão.
Os corais não são rochas, mas sim seres vivos que formam colônias e servem de abrigo para
inúmeras espécies. “A gente tem estimativas que variam de 30% a 80% de redução da cobertura
de corais nos recifes brasileiros, de acordo com o local”, apontou uma professora da Universidade
Federal Rural de Pernambuco (UFRPE).
Na biofábrica de corais, os pesquisadores utilizam impressoras 3D para produzir os berços,
que são as estruturas em que são colocados os fragmentos de corais para que cresçam.
Cada berço é diferente e adequado para uma espécie de coral. Alguns são feitos de canos de
PVC e viram verdadeiros berçários, que vão para piscinas naturais protegidas da correnteza,
das embarcações e dos turistas.
A velocidade de destruição dos corais ainda é maior do que o esforço para recuperá-los,
segundo os especialistas, mas a nova tecnologia mostra que a ciência pode ajudar a salvar várias
espécies ameaçadas.
