Reciclagem de hábitos ajuda a enfrentar a crise
Todo início de ano as pessoas fazem uma lista de propósitos para
serem perseguidos ao longo dos próximos 12 meses. Ao que tudo
indica, o próximo ano será um período de extrema dificuldade. Reciclar
pode ser uma alternativa.
Esse conceito — por ser muito abrangente — nos propicia uma
reflexão. No dia a dia pessoal, dentro de casa, podemos reciclar
roupas, sapatos, objetos de uso pessoal etc. Ou seja, ao adotarmos
tal atitude, não gastamos o escasso e suado dinheiro disponível. Vale
também minimizar desperdícios. A vantagem dessa “consciência
ecológica” acaba por beneficiar o meio ambiente e também o bolso.
Reciclar hábitos é muito difícil. Quantos se lembram de apagar a
luz quando deixam um ambiente? E de desligar o chuveiro quando
estão se ensaboando?
Se estou desempregado ou com pouco dinheiro, não preciso ir à
academia (e me endividar ainda mais) para cuidar da saúde. Caminhar
pelos parques ou jardins pode ser uma alternativa. Quantas vezes
nos deparamos com pessoas andando — ou correndo — nas ruas?
Isso pode ser imitado. Não tem custo algum!
E nas finanças pessoais? Disciplina, disciplina. Reduzir o consumo
desenfreado, os gastos desnecessários e pesquisar muito antes de
comprar o que é realmente essencial: supermercado, farmácia etc.
Na verdade, as compras passam por gestão. Se compro roupa nova
(necessária), deixo para comprar sapato ou bolsa no mês que vem.
Além de evitar o endividamento numa hora de emprego difícil e renda
baixa, o planejamento de gastos torna-se essencial.
Quem consegue poupar R$ 10,00 por semana terá R$ 40,00 no
final do mês. Ao longo do ano, terá acumulado quase R$ 500. Sem
sofrimento. Não foi uma reciclagem de hábito?
CALIL, M. Disponível em: http://noticias.uol.com.br. Acesso em: 24 ago. 2017 (adaptado).
Para convencer o leitor de que a reciclagem de hábitos ajuda a
enfrentar a crise, o autor desse texto