Enunciado
É difícil imaginar que nos anos 1990, num país com setores
da população na pobreza absoluta e sem uma rede de benefícios
sociais em que se apoiar, um governo possa abandonar o papel
de promotor de programas de geração de emprego, de assistência
social, de desenvolvimento da infraestrutura e de promoção de
regiões excluídas, na expectativa de que o mercado venha algum
dia a dar uma resposta adequada a tudo isso.

A)
Expansão dos investimentos nas empresas públicas e nos
bancos estatais.
B)
Democratização do crédito habitacional e da aquisição de
moradias populares.
C)
Enxugamento da carga fiscal individual e da contribuição
tributária empresarial.
D)
Reformulação do acesso ao ensino superior e do financiamento
científico nacional.
E)
Reforma das políticas macroeconômicas e dos mecanismos de
controle inflacionário.