Enunciado
Rebeca Andrade superou a si mesma, fazendo história. Aos 22 anos,
entrou para o Olimpo da ginástica mundial, ostentando a medalha de prata
no individual geral feminino e subindo ao topo do pódio olímpico na prova
de salto. Sua caminhada começou graças a uma tia que viu seu talento
e a apresentou à técnica de ginástica da cidade. Não demorou para que
ganhasse o apelido de “Daiane dos Santos 2”. A atleta dá sequência a
um legado iniciado por ginastas como Daniele Hypólito e Daiane dos
Santos, respectivamente, primeira medalhista e primeira campeã em
campeonatos mundiais. Rebeca tornou-se a primeira medalhista e
campeã olímpica do Brasil na modalidade. Daiane afirmou que admira
a jovem atleta, cuja vitória é permeada por simbolismos importantes.
“Durante muito tempo disseram que as pessoas negras não podiam
fazer alguns esportes, e a gente vê hoje a primeira medalha, de uma
menina negra. Tem uma representatividade muito grande atrás de tudo
isso”, falou. A ginasta Nádia Comaneci, dona da primeira nota 10 na
ginástica, parabenizou a brasileira em suas redes.
