Enunciado

movimento em energia térmica por meio do atrito entre as pastilhas de freio e os discos.
Em duas linhas, esse é o princípio de funcionamento do freio.
Mas há um efeito colateral. Esse calor gerado provoca fadiga dos discos e pastilhas e
compromete a eficiência do conjunto de freios.
O disco de freio sólido é uma peça só, feita de ferro maciço. A vantagem está em
custar mais barato que os outros. Contudo, tem baixo rendimento em situações extremas
de frenagem (em descidas de serras, por exemplo) por não ter estruturas que favoreçam
seu resfriamento. Por isso, discos sólidos são usados em aplicações mais leves, comuns
no eixo dianteiro dos compactos 1.0 e no eixo traseiro de carros maiores, como sedãs e
SUVs médios.
O modelo ventilado, por sua vez, é formado por dois discos mais finos unidos por
uma câmara interna que tem a função de proporcionar uma passagem do ar entre eles,
resfriando com mais rapidez o conjunto. Eles estão nos eixos dianteiros dos compactos
mais potentes. Mas também aparecem nos eixos traseiros de carros esportivos. Mas
esportivos com motores de alto desempenho e carros de luxo têm discos perfurados.
Há pequenos furos no disco com o objetivo de aumentar o atrito e dispersar o calor.
RODRIGUEZ, H. Disponível em: http://quatrorodas.abril.com.br. Acesso em: 22 ago. 2017 (adaptado).
O texto mostra diferentes tipos de discos de freio e defende a eficácia de um modelo sobre
o outro. Para convencer o leitor disso, o autor utiliza o recurso de