Enunciado

Os trabalhos da exposição Adriana Varejão: suturas, fissuras, ruínas colocam em pauta
o exame da história visual, das tradições iconográficas europeias e do fazer artístico
ocidental. O corte, a rachadura, o talho e a fissura são elementos de narrativas recorrentes
nos trabalhos da artista desde 1992. As produções recentes incluem pinturas
tridimensionais de grande escala das séries Ruínas de charque e Línguas.


A utilização de recursos visuais como suturas, cortes e ruínas por Adriana Varejão, na obra
Azulejaria em carne viva, remete à(s)