Enunciado
Vimos que o homem sem lei é injusto e o respeitador da lei é
justo; evidentemente todos os atos legítimos são, em certo sentido,
atos justos, porque os atos prescritos pela arte do legislador são
legítimos e cada um deles é justo. Ora, nas disposições que tomam
sobre todos os assuntos, as leis têm em mira a vantagem comum,
quer de todos, quer dos melhores ou daqueles que detêm o poder
ou algo desse gênero; de modo que, em certo sentido, chamamos
justos aqueles atos que tendem a produzir e a preservar, para a
sociedade política, a felicidade e os elementos que a compõem.

A)
moral e a vida privada.
B)
virtude e os interesses públicos.
C)
utilidade e os critérios pragmáticos.
D)
lógica e os princípios metafísicos.
E)
razão e as verdades transcendentes.