Enunciado
Um estudo norte-americano analisou os efeitos da pandemia da covid-19 sobre
a saúde mental e a manutenção da atividade física, revelando que um fator está
diretamente ligado ao outro. De acordo com os dados, famílias de baixa renda foram
mais impactadas pelo ciclo vicioso de falta de motivação e pelo sedentarismo. Diante da
necessidade de distanciamento social e do início da quarentena, as opções de espaços
seguros para exercícios físicos diminuíram, o que dificultou que as pessoas mantivessem
seus níveis de atividade. Os dados evidenciaram que as pessoas mais ativas tinham
melhor estado de saúde mental. As pessoas com menor renda tiveram mais dificuldade
para manter os níveis de atividade física durante a pandemia, sendo aproximadamente
duas vezes menos propensas a continuarem no mesmo ritmo de exercícios de antes
da pandemia. Habitantes de áreas urbanas mostraram maior probabilidade de não
conseguirem manter os níveis de atividade física semelhantes aos de pessoas que vivem
em zonas rurais, onde há mais oportunidades de sair para espaços abertos.
