Enunciado
Aplicativos de rastreamento ajudam os pais a manter o controle — mas até onde eles
podem ir sem afetar a tranquilidade das famílias? Uma mãe estava ansiosa por saber se
o seu filho havia retornado com segurança ao apartamento dele no Texas, nos Estados
Unidos, depois de uma recente visita à família. Mas, em vez de esperar que ele ligasse ou
enviasse uma mensagem de texto, a mãe — que mora em Baltimore, também nos EUA
— estava cuidando das suas tarefas diárias enquanto aguardava um som tranquilizador
— um plim — no seu telefone. Isso porque, como 32 milhões de outras pessoas em todo
o mundo, Spector e toda a sua família têm o aplicativo instalado nos seus telefones.
O aplicativo controla permanentemente o paradeiro dos seus três filhos, informando
a ela quando eles estão em trânsito, quando estão em segurança em casa, se estão em
algum lugar onde não deveriam estar e enviando uma série de outras informações. “Se
eles chegam à escola, o celular faz plim. Se eles chegam em casa, plim”, conta Spector,
que é advogada de patentes. “É apenas uma forma de a família saber onde todos estão.”.

Nesse texto, o aplicativo que permite o rastreamento dos usuários reflete condições
sociais e configurações de família definidas pela