Enunciado

Não quero ser parda, mulata Sou afro-brasileira-mineira. Bisneta de uma princesa de Benguela. Não serei refém de valores que não me pertencem. Quero sentir meu coração como um tição. Não vou deixar que o mito do fogo entre as pernas iluda e desvie homens e mulheres daqui por diante.
Nesse poema, o jogo entre afirmações e negações reflete a expressividade de um eu lírico que