Enunciado

Visando explicar uma das propriedades da membrana plasmática, fusionou-se uma célula de camundongo com uma célula humana, formando uma célula híbrida. Em seguida, com o intuito de marcar as proteínas de membrana, dois anticorpos foram inseridos no experimento, um específico para as proteínas de membrana do camundongo e outro para as proteínas de membrana humana. Os anticorpos foram visualizados ao microscópio por meio de fluorescência de cores diferentes, como mostrado no experimento . Descrição do experimento: • Etapa 1: Seleção de uma célula de camundongo e de uma célula humana. A proteína da membrana de cada célula é representada por formatos diferentes. • Etapa 2: A fusão celular dessas duas células resulta em uma célula híbrida que apresenta, em seu lado esquerdo, o formato da proteína da membrana da célula de camundongo e, do lado direito, o formato da proteína da membrana da célula humana. Foram inseridos anticorpos contra proteínas da membrana de camundongo e anticorpos contra proteínas de membrana humana. Esses anticorpos foram marcados com fluoresceína e rodamina, respectivamente. • Etapa 3: Em tempo zero é possível verificar que os anticorpos marcados com fluoresceína se acoplaram às proteínas da membrana da célula de camundongo, à esquerda, e os anticorpos marcados com rodamina se acoplaram às proteínas da membrana da célula humana, à direita. • Etapa 4: Em tempo igual a 40 minutos, após incubação a 37 graus Celsius, é possível verificar que os anticorpos acoplados se redistribuíram de maneira intercalada. A mudança observada da etapa 3 para a etapa 4 do experimento ocorre porque as proteínas