Enunciado

Eu sou a terra, eu sou a vida. A ti, ó lavrador, tudo quanto é meu. Teu arado, tua foice, teu machado. O berço pequenino de teu filho. O algodão de tua veste e o pão de tua casa. E um dia bem distante a mim tu voltarás. E no canteiro materno de meu seio tranquilo dormirás. Plantemos a roça. Lavremos a gleba.
No contexto das distintas formas de apropriação da terra, o poema de Cora Coralina valoriza a relação entre
A)
grileiros e controle territorial.
B)
meeiros e divisão do trabalho.
C)
camponeses e uso da natureza.
D)
indígenas e manejo agroecológico.
E)
latifundiários e fertilização do solo.