Enunciado

Já somos castigados com o peso das tragédias, o barulho das buzinas, os ruídos
dos conflitos. É pau, é pedra, é o fim do caminho. Há uma nuvem de lágrimas sobre
os olhos, você está na lanterna dos afogados, o coração despedaçado. Mas, como um
sopro, da janela do vizinho, entra o samba que reanima a mente. Floresce do fundo do
nosso quintal a batida que ressuscita o ânimo, sintoniza a alegria e equaliza o fôlego.
Levanta, sacode a poeira, dá a volta por cima.
