Enunciado
Um jornalista publicou um texto do qual est„o transcritos trechos do primeiro e do ˙ltimo par·grafos: ì ëMam„ezinha, minhas m„ozinhas v„o crescer de novo?í Jamais esquecerei a cena que vi, na TV francesa, de uma menina da Costa do Marfim falando com a enfermeira que trocava os curativos de seus dois cotos de braÁos. (...) î. . ...................................................................................................... ìComo manter a paz num planeta onde boa parte da humanidade n„o tem acesso ‡s necessidade b·sicas mais elementares? (...) Como reduzir o abismo entre o camponÍs afeg„o, a crianÁa faminta do Sud„o, o Severino da cesta b·sica e o corretor de Wall Street? Como explicar ao menino de Bagd· que morre por falta de remÈdios, bloqueados pelo Ocidente, que o mal se abateu sobre Manhattan? Como dizer aos chechenos que o que aconteceu nos Estados Unidos È um absurdo? Vejam Grozny, a capital da ChechÍnia, arrasada pelos russos. AlguÈm se incomodou com os sofrimentos e as milhares de vÌtimas civis, inocentes, desse massacre? Ou como explicar ‡ menina da Costa do Marfim o sentido da palavra ëcivilizaÁ„oí quando ela descobrir que suas m„os n„o crescer„o jamais? î. UTZERI, Fritz. Jornal do Brasil, 17/09/2001. Apresentam-se, abaixo, algumas afirmaÁıes tambÈm retiradas do mesmo texto. Aquela que explicita uma resposta do autor para as perguntas feitas no trecho citado È: