Enunciado
Quem construiu a Tebas de sete portas? Nos livros estão nomes de reis. Arrastaram eles os blocos de pedra? E a Babilônia várias vezes destruída. Quem a reconstruiu tantas vezes? Em que casas da Lima dourada moravam os construtores? Para onde foram os pedreiros, na noite em que a Muralha da China ficou pronta? A grande Roma está cheia de arcos do triunfo. Quem os ergueu? Sobre quem triunfaram os césares?

Partindo das reflexões de um trabalhador que lê um livro de História, o autor censura a memória construída sobre determinados monumentos e acontecimentos históricos. A crítica refere-se ao fato de que
A)
os agentes históricos de uma determinada sociedade
deveriam ser aqueles que realizaram feitos heroicos
ou grandiosos e, por isso, ficaram na memória.
B)
a História deveria se preocupar em memorizar os
nomes de reis ou dos governantes das civilizações
que se desenvolveram ao longo do tempo.
C)
os grandes monumentos históricos foram construídos
por trabalhadores, mas sua memória está vinculada
aos governantes das sociedades que os construíram.
D)
os trabalhadores consideram que a História é
uma ciência de difícil compreensão, pois trata de
sociedades antigas e distantes no tempo.
E)
as civilizações citadas no texto, embora muito
importantes, permanecem sem terem sido alvos de
pesquisas históricas.