Enunciado
TEXTO I Os séculos de escravidão são um aspecto triste da história brasileira. Tabu e vergonha, quando se pensa nas dores e humilhações desumanas por que passaram
também — por que não? — orgulho, quando se evocam as lutas e estratégias de resistência e sobrevivência
transmitidas de geração em geração, como narrativas que dão sentido e identidade. Povos remanescentes de quilombolas são grupos unidos por esse passado comum, que têm território como base da reprodução física, social, econômica e cultural de sua coletividade. São reconhecidos na Constituição de 1988 como detentores de direitos territoriais coletivos
tradicionais.

TEXTO II exiba ao pai nossos corações feridos de angústia nossas costas chicoteadas ontem no pelourinho da escravidão hoje no pelourinho da discriminação sabes que em cada coração de negro há um quilombo pulsando em cada barraco outro palmares crepita os fogos de Xangô iluminando nossa luta atual e passada

ambos apresentam, em relação à história dos africanos


