Enunciado
Mas plantar pra dividir Não faço mais isso, não. Eu sou um pobre caboclo, Ganho a vida na enxada. O que eu colho é dividido Com quem não planta nada. Se assim continuar vou deixar o meu sertão, mesmo os olhos cheios d’água e com dor no coração. Vou pro Rio carregar massas pros pedreiros em construção. Deus até está ajudando: está chovendo no sertão! Mas plantar pra dividir, Não faço mais isso, não.

No trecho da canção, composta na década de 1960, retrata-se a insatisfação do trabalhador rural com
A)
a distribuição desigual da produção.
B)
os financiamentos feitos ao produtor rural.
C)
a ausência de escolas técnicas no campo.
D)
os empecilhos advindos das secas prolongadas.
E)
a precariedade de insumos no trabalho do campo.