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Concurso público

Provas Anteriores ALERS/RS 2018 com gabarito

Guia do concurso da ALERS/RS com contexto institucional, cargos do acervo (2018) e como usar provas anteriores da Fundatec para estudar com foco.

10 provas
20182018
1 banca

Ex: "UFMG 2012", "ENEM 2005", "Fuvest"

Provas Anteriores e Gabaritos de Concursos do ALERS/RS

Reunimos 10 provas oficialis de concursos do ALERS/RS, do ano 2018 ao ano 2018, com gabaritos quando disponíveis. Todo o material está em PDF, é gratuito e foi organizado pela equipe AcheProvas para facilitar a sua preparação. Use as provas anteriores do ALERS/RS para entender o estilo das bancas, treinar gestão de tempo e identificar as disciplinas mais cobradas em cada cargo.

Sobre o(a) ALERS/RS

Sobre o(a) ALERS/RS

A ALERS/RS é a Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, o órgão do Poder Legislativo estadual responsável por produzir leis estaduais, fiscalizar o Poder Executivo e promover debates públicos por meio de comissões, audiências e sessões plenárias. Em concursos, isso importa porque a Assembleia combina rotinas típicas de administração pública com atividades diretamente ligadas ao processo legislativo, como assessoramento técnico, redação e análise de proposições, controle interno, gestão de contratos, tecnologia aplicada à transparência e suporte à atividade parlamentar.

Do ponto de vista institucional, uma assembleia legislativa é um órgão com autonomia administrativa e orçamentária dentro do arranjo constitucional, com quadro próprio de servidores efetivos e funções em comissão ligadas aos gabinetes parlamentares. Para o candidato, essa distinção é central: o concurso costuma mirar a carreira do corpo técnico e administrativo permanente (áreas como Administração, Contabilidade, Engenharia, Arquitetura, TI, Procuradoria), enquanto a dinâmica política, mais visível, se relaciona sobretudo a cargos de confiança e assessorias de gabinetes.

Não vou informar lei de criação, número aproximado de servidores, nem endereço formal da sede, porque eu não tenho segurança para cravar esses dados sem consulta. Ainda assim, para fins de preparação, o ponto relevante é: a sede funciona junto ao complexo legislativo na capital, e a estrutura interna é organizada para sustentar, ao mesmo tempo, o funcionamento do Plenário, das comissões, da administração interna e dos serviços de apoio (tecnologia, engenharia predial, orçamento, jurídico).

História e estrutura

As assembleias legislativas estaduais no Brasil se consolidaram historicamente como espaços de representação política e de produção legislativa, passando por ciclos institucionais ao longo do tempo, conforme constituições e reformas administrativas. Para o concurseiro, o “histórico” importa menos por datas exatas e mais por entender como a ALERS/RS tende a se organizar: um núcleo técnico permanente, responsável por garantir continuidade administrativa e qualidade técnica das entregas, mesmo quando mudam as mesas diretoras e a composição política.

Na prática, a estrutura típica de uma assembleia legislativa costuma incluir áreas como:

  • Direção geral, secretaria geral ou superintendência administrativa: coordenação da máquina administrativa, processos internos, suporte à Mesa.
  • Diretorias de finanças, orçamento, contabilidade e controle interno: execução orçamentária, pagamentos, prestação de contas, apoio à transparência.
  • Gestão de pessoas: folhas, benefícios, desenvolvimento, concursos e capacitação.
  • Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC): sistemas legislativos, portais de transparência, infraestrutura, segurança da informação, suporte.
  • Engenharia, arquitetura e manutenção predial: obras, projetos, instalações elétricas e mecânicas, acessibilidade, segurança.
  • Consultorias e áreas finalísticas do processo legislativo: apoio às comissões, redação, revisão e tramitação de proposições.
  • Procuradoria ou assessoria jurídica institucional: representação judicial, pareceres, licitações e contratos, controle de legalidade.

Eu não vou indicar “dirigente atual”, porque esse tipo de informação muda e eu não tenho como garantir o nome correto sem fonte oficial. Para estudar, o que vale é entender que a governança interna se conecta ao Regimento Interno, às normas de processo legislativo e às rotinas de execução orçamentária e contratos. Isso aparece no conteúdo programático com frequência, especialmente em Administração Pública, Direito Constitucional e Administrativo, e, para áreas técnicas, em legislação aplicada e normas específicas de cada profissão.

Concursos públicos do ALERS/RS

A base fornecida indica provas cadastradas no acervo para 2018, com organização pela Fundatec, e cargos de nível superior (Analista Legislativo em várias especialidades e Procurador). Como eu não tenho segurança para informar número de vagas, salário inicial e situação administrativa (homologado, previsto), eu não vou inventar esses dados. O que posso fazer com precisão editorial é: organizar o que existe no acervo e explicar como isso orienta sua preparação.

Edições com provas no acervo (ordem cronológica reversa)

AnoBancaCargos com prova no acervoObservação prática para estudo
2018FundatecAnalista Legislativo (Administrador, TIC, Arquiteto, Contador, Engenheiro Elétrico, Engenheiro Mecânico), ProcuradorUse como matriz de cobrança para mapear o estilo da banca e o recorte do órgão para áreas técnicas.

O que esse “recorte” de 2018 sugere sobre o perfil do concurso

Mesmo sem entrar em quantitativos, a lista de especialidades do acervo mostra um concurso voltado a carreiras de suporte técnico e jurídico, que são críticas para:

  • Gestão administrativa e orçamento (Administração, Contabilidade).
  • Infraestrutura do complexo legislativo (Arquitetura, Engenharias).
  • Digitalização e transparência (TIC).
  • Atuação jurídica institucional (Procuradoria).

Para o candidato, isso ajuda a direcionar o estudo: concursos de casa legislativa costumam equilibrar um núcleo comum (Português, Raciocínio Lógico, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Administração Pública, legislação aplicada) com blocos específicos por especialidade.

Cargos e remuneração

A seguir, descrevo os cargos do acervo com foco no que costuma aparecer em concursos e na rotina real de trabalho em uma assembleia legislativa. Eu não vou informar salário inicial, porque não tenho segurança para cravar valores. Em assembleias, a remuneração costuma combinar vencimento básico com gratificações e vantagens previstas em lei, e pode variar por classe, nível e adicional de qualificação.

Analista Legislativo, Administrador

  • Escolaridade: Curso superior em Administração, com registro no conselho profissional quando exigido em norma.
  • Atribuições típicas: Planejamento e organização de processos administrativos, desenho e melhoria de fluxos, apoio a licitações e contratos, elaboração de termos de referência, acompanhamento de indicadores, gestão de materiais e serviços, apoio a governança e compliance.
  • Jornada: Em regra, jornada semanal típica do serviço público, podendo haver necessidade de compensação em períodos de maior demanda (por exemplo, eventos institucionais).
  • Lotação: Áreas administrativas centrais, unidades de compras, contratos, orçamento, planejamento, gestão de pessoas, ou apoio a projetos internos.
  • O que cai na prática: Administração Geral e Pública, gestão por processos, licitações e contratos (visão do gestor), noções de orçamento e finanças públicas, governança e controles.

Analista Legislativo, Analista de Tecnologia da Informação e Comunicação

  • Escolaridade: Curso superior na área de TI (ou correlatas) conforme exigência do edital.
  • Atribuições típicas: Sustentação de sistemas legislativos e administrativos, administração de redes e servidores, segurança da informação, desenvolvimento e manutenção de aplicações, BI e dados, suporte a usuários, integração de sistemas e serviços digitais ao cidadão.
  • Jornada: Típica de órgão público, com possibilidade de plantões e atendimento em janelas de manutenção, dependendo do modelo de operação.
  • Lotação: Área de TIC, governança de TI, infraestrutura, desenvolvimento, segurança da informação.
  • O que cai na prática: Fundamentos de sistemas, redes, banco de dados, engenharia de software, governança e segurança, além de legislação e administração pública conforme bloco comum.

Analista Legislativo, Arquiteto

  • Escolaridade: Curso superior em Arquitetura e Urbanismo, com registro profissional quando exigido.
  • Atribuições típicas: Projetos arquitetônicos, reformas e adequações, acessibilidade, compatibilização com instalações, fiscalização de contratos de obras e serviços de engenharia, elaboração de cadernos técnicos e memoriais, apoio a licitações.
  • Jornada: Típica do serviço público.
  • Lotação: Unidade de engenharia e arquitetura, manutenção predial, planejamento de obras.
  • O que cai na prática: Normas técnicas aplicadas, leitura de projetos, orçamento e planejamento de obras, fiscalização contratual, além de licitações e contratos sob a ótica do fiscal e gestor.

Analista Legislativo, Contador

  • Escolaridade: Curso superior em Ciências Contábeis, com registro no conselho quando exigido.
  • Atribuições típicas: Contabilidade pública, registros e demonstrações, apoio à execução orçamentária e financeira, conformidade contábil, elaboração de relatórios, suporte à prestação de contas e transparência.
  • Jornada: Típica do serviço público.
  • Lotação: Contabilidade, finanças, orçamento, controle interno.
  • O que cai na prática: Contabilidade aplicada ao setor público, orçamento público, legislação financeira, controles e auditoria, além do núcleo jurídico administrativo.

Analista Legislativo, Engenheiro Elétrico

  • Escolaridade: Curso superior em Engenharia Elétrica, com registro profissional quando exigido.
  • Atribuições típicas: Gestão e fiscalização de instalações elétricas, projetos e manutenção, adequações de segurança, eficiência energética, especificações técnicas, acompanhamento de contratos, laudos e pareceres.
  • Jornada: Típica do serviço público.
  • Lotação: Engenharia e manutenção predial, gestão de contratos de serviços continuados e obras.
  • O que cai na prática: Fundamentos e normas técnicas, projetos e manutenção, gestão de contratos, segurança, e noções de administração pública.

Analista Legislativo, Engenheiro Mecânico

  • Escolaridade: Curso superior em Engenharia Mecânica, com registro profissional quando exigido.
  • Atribuições típicas: Gestão de sistemas mecânicos e prediais (por exemplo, climatização, elevadores e outros sistemas), especificações, planos de manutenção, fiscalização de contratos, laudos técnicos, apoio a compras técnicas.
  • Jornada: Típica do serviço público.
  • Lotação: Engenharia e manutenção predial, contratos e infraestrutura.
  • O que cai na prática: Sistemas mecânicos aplicados, manutenção, normas de segurança, gestão e fiscalização contratual.

Procurador

  • Escolaridade: Bacharelado em Direito, com inscrição na OAB conforme exigência do edital.
  • Atribuições típicas: Representação judicial e extrajudicial da instituição, emissão de pareceres, consultoria jurídica para licitações e contratos, análise de constitucionalidade e legalidade de atos, apoio a processos administrativos disciplinares quando cabível.
  • Jornada: Típica de carreira jurídica, podendo haver exigência de disponibilidade conforme demandas judiciais.
  • Lotação: Procuradoria ou unidade jurídica institucional.
  • O que cai na prática: Constitucional (processo legislativo, controle de constitucionalidade, poderes), Administrativo (atos, poderes, responsabilidade civil, licitações e contratos), além de peças, pareceres e, conforme edital, disciplinas como Tributário, Processo Civil e legislação local.

Bancas organizadoras

Fundatec

A Fundatec (Fundação Universidade Empresa de Tecnologia e Ciências) é uma organizadora com forte atuação no Rio Grande do Sul, conhecida por provas objetivas com enunciados relativamente diretos, boa presença de legislação e leitura literal de dispositivos, além de peso relevante de Língua Portuguesa em muitos editais. Em cargos técnicos e jurídicos, é comum ver cobrança bem distribuída, com alternância entre questões conceituais e itens de aplicação prática, e pegadinhas moderadas em detalhes normativos e exceções.

O que isso significa para você ao estudar ALERS/RS com Fundatec: priorize “lei seca” nos blocos de Direito e Administração Pública, treine Português com foco em interpretação e gramática aplicada, e use muitas questões para calibrar tempo, porque a banca tende a exigir constância, não apenas picos de dificuldade.

Como estudar com as provas anteriores do ALERS/RS

Prova anterior não serve só para “ver o que cai”, ela serve para transformar o edital em um plano de execução. Para ALERS/RS, com acervo de 2018 e banca Fundatec, a forma mais eficiente de usar as provas é em camadas.

1) Mapeie o núcleo comum e o núcleo específico

Comece separando seu estudo em dois blocos:

  • Bloco comum (provável em carreiras de Analista e Jurídico):
  • Língua Portuguesa.
  • Raciocínio Lógico, Matemática ou Informática, conforme o cargo.
  • Direito Constitucional.
  • Direito Administrativo.
  • Administração Pública (quando prevista).
  • Bloco específico (por especialidade):
  • Administração, Contabilidade, TI, Engenharia, Arquitetura, ou disciplinas jurídicas, conforme o cargo.

A prática recomendada é usar a prova de 2018 para identificar o “miolo”: quais temas aparecem mais e quais são cobrados com literalidade.

2) Transforme cada questão em uma ficha de revisão

Ao corrigir questões antigas, evite só marcar certo ou errado. Faça assim:

  • Reescreva, em uma linha, qual era a ideia central cobrada.
  • Liste o fundamento (conceito, norma, regra técnica) que sustentaria a resposta.
  • Registre a sua falha (conteúdo, atenção, interpretação, tempo).

Em Fundatec, erros comuns costumam ser por leitura apressada de conectivos (exceto, somente, sempre, pode, deve), e por confusão entre regra e exceção em Direito e normas.

3) Use ciclos curtos e simulados com correção ativa

Uma rotina eficiente para quem concilia trabalho e estudo:

  • Ciclo semanal: 4 a 6 disciplinas rodando por blocos (comum e específico), com tempo fixo por sessão.
  • Revisão 24h e 7 dias: revise os seus resumos e, principalmente, as questões erradas.
  • Simulado quinzenal: use provas e questões do mesmo estilo, mantendo tempo de prova e correção ativa.

O objetivo não é “fechar edital” cedo, é reduzir variância: você precisa chegar na prova com desempenho previsível em Português e no núcleo jurídico administrativo, que geralmente decide classificação.

4) Ajuste o estudo à rotina real do cargo

Um erro frequente em cargos técnicos é estudar só a parte técnica “de mercado” e ignorar a parte administrativa do setor público (contratos, fiscalização, responsabilidade do agente público). Em assembleias, engenharias e arquitetura costumam se relacionar muito a contratação e fiscalização, e TI se relaciona a governança, segurança e serviços continuados. Então, nas questões antigas, marque quais itens têm “cara de órgão público” e fortaleça esse recorte.

5) Materiais complementares que fazem diferença

Sem depender de fontes externas específicas, a lógica é:

  • Lei seca e esquemas: para Constitucional e Administrativo.
  • Cadernos de questões por banca: para calibrar padrão de enunciado.
  • Resumos de erros: seu próprio “caderno de falhas” vale mais do que resumos genéricos.

Editais, calendário e novidades

Para acompanhar editais e comunicados, o caminho mais confiável é sempre a comunicação oficial do próprio Poder Legislativo estadual e, quando houver concurso aberto, a página da banca organizadora responsável pela inscrição e publicação de resultados. Além disso, diários oficiais e canais institucionais de transparência costumam ser onde aparecem nomeações, convocações e atos correlatos.

Como candidato, organize um método de monitoramento simples:

  • Salve em favoritos a página institucional de concursos e o portal de transparência do órgão.
  • Acompanhe a área de “concursos” da banca (no caso do acervo, Fundatec) quando houver edital.
  • Mantenha uma planilha com: data de abertura, prazo de inscrição, data provável de prova, disciplinas, e sua meta semanal por disciplina.

Sobre “calendário típico”, eu não vou afirmar periodicidade, porque concursos de assembleias variam conforme planejamento interno, vacâncias e orçamento. O padrão real é: quando há necessidade de recomposição de quadro e autorização interna, o concurso pode sair com pouco “sinal” para o público. Por isso, provas anteriores e preparação contínua por blocos são o que dão vantagem.

Perguntas frequentes (FAQ)

Quem organiza o concurso do ALERS/RS?

No acervo informado, a edição de 2018 foi organizada pela Fundatec. Em novos concursos, a organizadora pode mudar conforme contratação do órgão.

Onde encontrar provas anteriores do ALERS/RS?

Você deve buscar no acervo de provas do próprio site em que você está estudando e, quando disponível, nos repositórios da banca organizadora do concurso correspondente.

Quais cargos aparecem com provas no acervo?

Constam: Analista Legislativo (Administrador, Analista de Tecnologia da Informação e Comunicação, Arquiteto, Contador, Engenheiro Elétrico, Engenheiro Mecânico) e Procurador.

O concurso do ALERS/RS tem cargos de nível médio?

Com base apenas no acervo fornecido (2018), os cargos listados são de nível superior. Para saber se houve ou haverá cargos de nível médio em outros editais, é necessário consultar o edital específico do concurso de interesse.

Qual é o salário inicial no ALERS/RS?

Eu não informo valores sem segurança documental. Em assembleias legislativas, a remuneração costuma ser definida em lei e pode variar por classe, nível e gratificações. O edital é a referência correta para o valor inicial e a composição.

Como a Fundatec costuma cobrar nas provas?

Em geral, a Fundatec trabalha com questões objetivas de boa leitura, com cobrança relevante de Língua Portuguesa e forte presença de legislação nos blocos jurídicos e administrativos. Detalhes e exceções normativas costumam decidir muitos itens.

Vale a pena estudar pelo edital antigo de 2018?

Sim, como base de disciplinas e de estilo de cobrança, especialmente para montar um banco de questões e treinar tempo. Mas você deve estar pronto para ajustes, porque conteúdos e pesos podem mudar em edital novo.

Para Procurador, devo priorizar lei seca ou doutrina?

Lei seca e jurisprudência aplicada costumam ser decisivas em concursos jurídicos, além de treino de peças e pareceres quando há prova discursiva. A prova anterior, quando disponível, ajuda a ver se a cobrança é mais literal ou mais interpretativa.

Bancas organizadoras dos concursos do ALERS/RS

Conheça as bancas que já aplicaram provas para o(a) ALERS/RS. Estudar provas de cada uma ajuda a se familiarizar com os estilos de questão.

Perguntas Frequentes sobre o(a) ALERS/RS