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Concurso público

Provas Anteriores ALEPE 2014 com gabarito

Guia editorial para concursos da ALEPE, com contexto do órgão, cargos de consultoria e TI e como estudar usando as provas de 2014 organizadas pela FCC.

7 provas
20142014
1 banca

Ex: "UFMG 2012", "ENEM 2005", "Fuvest"

Provas Anteriores e Gabaritos de Concursos do ALEPE

Reunimos 7 provas oficialis de concursos do ALEPE, do ano 2014 ao ano 2014, com gabaritos quando disponíveis. Todo o material está em PDF, é gratuito e foi organizado pela equipe AcheProvas para facilitar a sua preparação. Use as provas anteriores do ALEPE para entender o estilo das bancas, treinar gestão de tempo e identificar as disciplinas mais cobradas em cada cargo.

Sobre o(a) ALEPE

Sobre o(a) ALEPE

A ALEPE é a Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco, órgão do Poder Legislativo estadual, responsável por produzir leis estaduais, fiscalizar o Poder Executivo e debater políticas públicas de interesse da população pernambucana. Como casa legislativa, sua atuação se materializa em três frentes que aparecem direto na rotina do servidor e, por consequência, nas competências cobradas em prova: processo legislativo (proposições, emendas, pareceres, tramitação), controle e fiscalização (comissões, convocações, pedidos de informação, análise de contas) e administração da própria instituição (gestão de pessoas, orçamento, contratos, tecnologia e apoio institucional).

Para o candidato, entender “o que a Assembleia faz” ajuda a conectar o edital à prática. Um Analista Legislativo em consultoria, por exemplo, precisa traduzir demandas políticas em linguagem técnica, com forte base constitucional e administrativa, além de noções de finanças públicas e tributação, quando a especialidade exige. Já as áreas de TI aparecem como suporte crítico: sistemas legislativos, transparência, redes, segurança, atendimento a gabinetes e unidades administrativas, e sustentação de serviços que não podem parar em dia de sessão.

Sobre detalhes como lei de criação (número e ano), quantitativo aproximado de servidores e dados administrativos finos: como não tenho segurança para afirmar com precisão, prefiro não registrar números ou atos normativos específicos. Em geral, a sede institucional da Assembleia pernambucana fica no Recife, e a organização interna segue o padrão de casas legislativas estaduais, com Mesa Diretora, comissões, unidades de apoio técnico legislativo, consultorias, procuradoria, controle interno, comunicação e áreas finalísticas de gestão.

História e estrutura

As assembleias legislativas estaduais no Brasil têm sua lógica associada ao desenvolvimento do federalismo e à consolidação de constituições estaduais, com reconfigurações ao longo do tempo conforme mudanças constitucionais e períodos políticos nacionais. No caso de Pernambuco, a casa legislativa acompanha essa trajetória típica: fortalecimento do papel de fiscalização, ampliação da transparência e profissionalização do corpo técnico, especialmente a partir de reformas administrativas e da modernização tecnológica, que impactaram tanto o processo legislativo quanto o relacionamento com o cidadão.

Na prática, para quem estuda para concurso, “estrutura” importa por dois motivos. Primeiro, porque ajuda a entender a lotação e a rotina do cargo, por exemplo, consultorias ligadas a comissões temáticas e à produção de pareceres, TI ligada a infraestrutura e sistemas corporativos. Segundo, porque a estrutura influencia o tipo de demanda: gabinetes parlamentares demandam velocidade e síntese, comissões demandam profundidade e fundamentação, áreas administrativas demandam conformidade com normas, contratos e controles.

Uma estrutura organizacional típica de assembleia, e que costuma se refletir em organogramas e regimentos internos, inclui:

  • Órgãos de direção
  • Mesa Diretora: condução administrativa e política interna, gestão de pauta e funcionamento institucional.
  • Presidência: representação institucional e coordenação de áreas estratégicas.
  • Órgãos colegiados
  • Plenário: deliberação das proposições.
  • Comissões permanentes e temporárias: análise temática, audiências públicas, relatórios e pareceres.
  • Apoio técnico legislativo
  • Consultorias e assessorias técnicas: pareceres, notas técnicas, minutas, análise de constitucionalidade e impacto.
  • Procuradoria: atuação jurídica institucional, inclusive contencioso e consultivo.
  • Administração e suporte
  • Gestão de pessoas: provimento, capacitação, vida funcional.
  • Orçamento e finanças: execução orçamentária, conformidade, prestação de contas.
  • Compras e contratos: licitações, fiscalização contratual.
  • Tecnologia da informação: sistemas do processo legislativo, redes, datacenter, segurança, suporte.
  • Comunicação e transparência: divulgação institucional, portal, atendimento ao cidadão.

Sobre “dirigente atual”: essa informação varia com a legislatura e não devo afirmar nomes sem confirmação, então omito.

Concursos públicos do ALEPE

O acervo informado indica provas de 2014, organizadas pela FCC, com cargos de Analista Legislativo em consultoria (várias especialidades) e em informática (infraestrutura e sistemas). Como não tenho segurança para listar quantitativo de vagas, salários iniciais ou outras edições específicas sem risco de erro, abaixo organizo o que é possível afirmar com base no que você já tem (ano e banca) e, principalmente, como isso orienta o estudo.

Edições com provas no acervo (confirmadas)

AnoBancaEvidência no acervoCargos (exemplos do acervo)Situação
2014FCCProvas cadastradasAnalista Legislativo (Consultoria em áreas jurídicas e políticas públicas), Analista Legislativo (Informática em Infraestrutura e Sistemas)Concurso passado (provas disponíveis)

O que o candidato consegue inferir com segurança a partir disso

  • Perfil do concurso: cargos de nível superior com forte componente técnico, tanto no núcleo jurídico e de políticas públicas quanto em TI.
  • Padrão de cobrança provável: estilo FCC, com objetivas bem estruturadas, cobrança relevante de legislação, doutrina consolidada e, em carreiras jurídicas, atenção a literalidade normativa.
  • Estratégia de preparação: usar 2014 como “marco de padrão”, não como garantia de que o próximo edital repetirá exatamente as mesmas matérias, mas como base para identificar: tamanho de enunciado, nível de detalhe, abordagem de alternativas e distribuição de temas.

Se você precisa decidir “vale a pena estudar agora mesmo sem edital”: para áreas como Constitucional, Administrativo, Tributário, Financeiro e TI, o conteúdo é altamente reaproveitável para várias casas legislativas e para o serviço público em geral. O estudo não se perde, mas deve ser montado com foco em fundamentos e em resolução massiva de questões FCC.

Cargos e remuneração

A base do acervo lista especialidades de Analista Legislativo voltadas a consultoria e informática. Como remuneração inicial, jornada e detalhes de carreira variam por lei local e por período, e não tenho segurança para cravar valores, prefiro orientar por “natureza da carreira” e “rotina real”. Em assembleias, cargos de Analista Legislativo costumam ser de nível superior, com atribuições técnicas e responsabilidade por entregas que impactam diretamente o processo legislativo e a administração da Casa.

Abaixo, descrevo os cargos conforme cadastrados, com o que costuma ser típico na prática institucional, sem inventar números.

Analista Legislativo, Consultoria Legislativa, Administração e Políticas Públicas

  • Escolaridade: Nível superior compatível com a área (em editais, costuma haver exigência de formação específica, mas isso depende do texto do edital).
  • Atribuições típicas:
  • Produzir notas técnicas e pareceres sobre políticas públicas, programas governamentais e desenho institucional.
  • Apoiar comissões e gabinetes com análise de mérito, impacto, viabilidade e aderência a objetivos públicos.
  • Avaliar indicadores e evidências, quando a demanda envolver monitoramento e avaliação.
  • Sistematizar informações para subsidiar debates, audiências e relatórios.
  • Jornada: Em assembleias, com frequência é regime de 30 a 40 horas semanais, com variações por unidade e necessidade do serviço.
  • Lotação: Consultorias, comissões, unidades de apoio ao processo legislativo, eventualmente planejamento e áreas correlatas.
  • Remuneração: Em geral, carreira atrativa em comparação ao mercado público estadual, podendo incluir gratificações e adicionais conforme normativos internos, mas sem valor afirmado aqui.

Analista Legislativo, Consultoria Legislativa, Direito Constitucional, Administrativo e Eleitoral

  • Escolaridade: Nível superior em Direito (em concursos para consultoria jurídica legislativa, isso é o mais comum).
  • Atribuições típicas:
  • Analisar constitucionalidade e juridicidade de proposições, emendas e substitutivos.
  • Elaborar minutas, pareceres e notas técnicas com base em Constituição Federal, Constituição Estadual, normas de processo legislativo e regimento interno.
  • Apoiar comissões em temas de Direito Administrativo, organização do Estado, atos administrativos, licitações e contratos, servidores e responsabilidade.
  • Tratar de temas eleitorais quando impactam a atividade parlamentar e o sistema político, sempre dentro do escopo institucional.
  • Jornada: Tipicamente 30 a 40 horas semanais.
  • Lotação: Consultoria legislativa, procuradoria, comissões temáticas, núcleos de apoio ao plenário.
  • Remuneração: Geralmente competitiva para o padrão estadual, com possibilidade de vantagens conforme legislação própria.

Analista Legislativo, Informática, Infraestrutura

  • Escolaridade: Nível superior em áreas de TI (ou áreas correlatas aceitas pelo edital, quando houver).
  • Atribuições típicas:
  • Administrar redes, servidores, serviços de diretório, armazenamento e rotinas de backup.
  • Atuar com segurança da informação (controles, hardening, logs, resposta a incidentes), conforme políticas internas.
  • Garantir disponibilidade de sistemas e serviços usados em sessões, comissões e áreas administrativas.
  • Apoiar projetos de modernização, virtualização, monitoramento, continuidade de negócios.
  • Jornada: Frequente 30 a 40 horas semanais, com possibilidade de plantões em períodos críticos (sessões, eventos, manutenção).
  • Lotação: Diretoria ou gerência de TI, infraestrutura, operações.
  • Remuneração: Normalmente superior à média de cargos administrativos gerais do estado, mas varia por lei.

Analista Legislativo, Informática, Sistemas

  • Escolaridade: Nível superior em TI (ou área correlata aceita em edital).
  • Atribuições típicas:
  • Desenvolver e manter sistemas institucionais (processo legislativo, protocolo, transparência, RH, orçamento, portal).
  • Levantar requisitos com usuários (comissões, gabinetes, áreas administrativas), traduzindo em especificações.
  • Trabalhar com banco de dados, integrações, testes, controle de versões, documentação.
  • Apoiar BI e relatórios gerenciais, dependendo da maturidade de dados da Casa.
  • Jornada: Tipicamente 30 a 40 horas semanais.
  • Lotação: Desenvolvimento, sustentação de sistemas, dados.
  • Remuneração: Atrativa para o padrão estadual, variando por regramento próprio.

Analista Legislativo, Consultoria Legislativa, Direito Tributário, Financeiro e Cidadania

  • Escolaridade: Em regra, nível superior em Direito, Economia, Contabilidade ou área definida no edital, a depender do desenho do cargo.
  • Atribuições típicas:
  • Analisar impacto orçamentário e financeiro de proposições, com atenção a regras de finanças públicas.
  • Subsidiar comissões em temas tributários, receita, renúncia fiscal, dívida, responsabilidade na gestão fiscal.
  • Produzir pareceres e notas com base em princípios constitucionais tributários, orçamento público e controle.
  • Conectar debate técnico a efeitos sobre cidadania, políticas sociais e acesso a serviços, quando essa dimensão estiver no escopo da consultoria.
  • Jornada: Tipicamente 30 a 40 horas semanais.
  • Lotação: Comissões de finanças, consultoria, unidades de orçamento e apoio técnico.
  • Remuneração: Varia por legislação, sem valor afirmado.

Bancas organizadoras

FCC (Fundação Carlos Chagas)

A Fundação Carlos Chagas, com sede em São Paulo, é uma das bancas mais tradicionais do país e aparece com frequência em concursos de tribunais, assembleias e órgãos administrativos. Seu estilo é conhecido por provas objetivas com alternativas bem trabalhadas, foco em conceitos clássicos e literalidade normativa em Direito, e, em TI, tendência a cobrar fundamentos com alguma profundidade, evitando questões excessivamente “decorativas” quando o edital é bem delimitado.

Na prática, o que isso significa para o candidato do ALEPE, olhando para um concurso com provas em 2014 pela FCC:

  • Português e interpretação: a FCC costuma cobrar gramática normativa com leitura atenta, regência, concordância, crase, pontuação, pronomes, além de interpretação de textos com pegadinhas em conectivos e referência.
  • Direito: muita incidência de lei seca e princípios, com cobrança de entendimento consolidado. Em Constitucional e Administrativo, é comum que a banca prefira o básico bem feito, mas com detalhes que punem leitura superficial.
  • Questões “padrão FCC”: enunciado frequentemente claro, alternativas próximas, exigindo discriminar exceções e hipóteses específicas.
  • Discursivas: quando há, tendem a exigir organização, objetividade e domínio do conteúdo, sem “opinião”, mais estrutura e fundamento.

Sobre polêmicas: como toda banca grande, a FCC tem histórico de recursos e discussões em concursos variados, mas não devo apontar casos específicos sem segurança. O que dá para orientar com confiança é: em FCC, recurso bom é recurso técnico, com base no edital, na literalidade e em referência normativa clara, e não em “interpretação pessoal”.

Como estudar com as provas anteriores do ALEPE

Com provas de 2014 organizadas pela FCC, você tem um material valioso para entender formato e nível. O erro comum do candidato é usar prova antiga apenas como “simulado”, sem extrair padrões. O melhor uso é montar um ciclo: diagnóstico, estudo dirigido, repetição espaçada e novos simulados.

1) Faça um diagnóstico inteligente (antes de estudar pesado)

  • Separe a prova por blocos, por exemplo, Língua Portuguesa, Conhecimentos Específicos, e demais disciplinas que apareçam no seu cargo.
  • Em cada bloco, identifique:
  • Quais temas mais se repetem.
  • Onde a FCC cobra exceções, definições e classificações.
  • Se as questões são diretas (lei seca) ou situacionais (caso concreto).
  • Marque suas falhas por categoria, por exemplo, “confundi competência legislativa”, “errei por não lembrar exceção”, “li rápido e caí em alternativa parecida”. Isso vira seu mapa de estudo.

2) Transforme a prova em um edital comentado

Mesmo sem o edital na mão, a prova revela o núcleo duro do conteúdo. Para cada questão:

  • Escreva qual tópico do conteúdo ela representa (exemplo: atos administrativos, controle de constitucionalidade, licitações e contratos, orçamento, princípios tributários, redes, sistemas operacionais).
  • Liste a fonte principal para revisar:
  • Direito: Constituição, leis e uma doutrina enxuta.
  • TI: bibliografia de fundamentos, documentação e resumos técnicos.

3) Monte um cronograma por blocos e revise com repetição

Uma estrutura que funciona bem para FCC:

  • Bloco A (fundamentos): leitura e marcação da lei, ou fundamentos de TI.
  • Bloco B (fixação): 30 a 60 questões do mesmo tópico, corrigindo com atenção nas alternativas.
  • Bloco C (revisão): revisões em 24 horas, 7 dias e 30 dias, com caderno de erros.

O ponto central é o caderno de erros. Em FCC, muitas questões são perdidas por detalhes, então você precisa registrar:

  • Qual era o detalhe decisivo.
  • Qual regra, artigo ou conceito resolve aquilo.
  • Qual “armadilha” estava embutida (palavras como “sempre”, “somente”, “vedado”, “exceto”).

4) Simulados com meta de desempenho por disciplina

Em vez de apenas “acertar mais”, defina metas por área:

  • Em Português, reduzir erros por desatenção e por regras recorrentes.
  • Em Direito, aumentar acerto em lei seca e controlar erros em exceções.
  • Em TI, consolidar fundamentos e treinar enunciados que misturam conceitos (infra mais segurança, sistemas mais banco de dados e engenharia).

5) Materiais complementares que realmente ajudam (sem exagero)

  • Lei seca e regimentos: para carreiras legislativas, o processo legislativo e normas internas costumam fazer diferença quando cobrados.
  • Resumos autorais e mapas: apenas depois de resolver questões, para não criar falsa sensação de domínio.
  • Jurisprudência: só se o edital indicar ou se a prova mostrar cobrança consistente. Sem sinal claro, priorize base normativa e conceitos.

Editais, calendário e novidades

Como acompanhar editais e atos oficiais, sem depender de boatos:

  • Canais oficiais: Diário Oficial do Estado de Pernambuco e os canais institucionais da própria Assembleia (portal institucional e comunicados). Esses são os meios que, em geral, formalizam edital, retificações, cronograma e resultados.
  • Banca organizadora: quando a organizadora estiver definida, o site da banca costuma centralizar inscrições, locais de prova, gabaritos, recursos e resultados.
  • Acompanhamento responsável: use notícias e perfis de concurso como “alerta”, mas confirme sempre nos canais oficiais antes de mudar seu planejamento.

Sobre calendário típico: casas legislativas não têm obrigatoriedade de periodicidade fixa, concursos ocorrem conforme necessidade de reposição, criação de cargos, expansão de atividades e decisão administrativa. Para o candidato, a estratégia mais eficiente é manter um “núcleo permanente” de estudo (Português, Constitucional, Administrativo, e sua especialidade) e só ajustar quando sair edital.

Perguntas frequentes (FAQ)

Onde encontrar provas anteriores do ALEPE?

No acervo do próprio portal em que você está consultando e, quando disponível, na área da banca organizadora do concurso (no caso do acervo informado, a FCC em 2014).

Quem organiza o concurso do ALEPE?

Depende do edital de cada edição. No material cadastrado, as provas de 2014 foram aplicadas pela FCC (Fundação Carlos Chagas).

Quais cargos aparecem nas provas cadastradas?

Há provas para Analista Legislativo em consultoria (Administração e Políticas Públicas, áreas jurídicas) e em informática (Infraestrutura e Sistemas), todas especialidades de nível superior.

O ALEPE tem cargo de nível médio nesse acervo?

Não. Os cargos listados nas provas cadastradas são de Analista Legislativo, que normalmente é de nível superior.

Como é o estilo de prova da FCC para áreas jurídicas?

A FCC costuma cobrar base normativa com atenção a detalhes, conceitos clássicos e alternativas muito próximas, exigindo leitura cuidadosa e domínio de exceções.

Como é o estilo de prova da FCC para TI?

Em geral, cobra fundamentos com consistência e mistura tópicos em enunciados que exigem compreensão, não apenas memorização. A melhor preparação é teoria enxuta mais muitas questões da própria FCC.

Vale a pena estudar por provas de 2014?

Sim, para entender formato, nível e armadilhas da banca, e para consolidar conteúdos centrais (Constitucional, Administrativo, finanças públicas, fundamentos de TI). Só evite tratar a prova antiga como “edital imutável”, use-a como base de padrão.

O que mais diferencia estudar para uma Assembleia Legislativa?

A proximidade com o processo legislativo e com a produção de pareceres e notas técnicas. Isso puxa conteúdos como organização do Estado, processo legislativo, técnica legislativa quando cobrada, além de administração pública e finanças, conforme a especialidade.

Bancas organizadoras dos concursos do ALEPE

Conheça as bancas que já aplicaram provas para o(a) ALEPE. Estudar provas de cada uma ajuda a se familiarizar com os estilos de questão.

Perguntas Frequentes sobre o(a) ALEPE