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Concurso público

Provas Anteriores ALE/TO 2024 com gabarito

Entenda como funciona a ALE/TO, quais cargos costumam aparecer em concurso e como usar as provas de 2024 (FGV) para direcionar seus estudos.

17 provas
20242024
1 banca

Ex: "UFMG 2012", "ENEM 2005", "Fuvest"

Provas Anteriores e Gabaritos de Concursos do ALE/TO

Reunimos 17 provas oficialis de concursos do ALE/TO, do ano 2024 ao ano 2024, com gabaritos quando disponíveis. Todo o material está em PDF, é gratuito e foi organizado pela equipe AcheProvas para facilitar a sua preparação. Use as provas anteriores do ALE/TO para entender o estilo das bancas, treinar gestão de tempo e identificar as disciplinas mais cobradas em cada cargo.

Sobre o(a) ALE/TO

Sobre o(a) ALE/TO

A ALE/TO é a Assembleia Legislativa do Estado do Tocantins, órgão do Poder Legislativo estadual, responsável por produzir leis estaduais, fiscalizar o Poder Executivo, apreciar contas, autorizar operações relevantes do Estado quando previsto em norma, e atuar como espaço institucional de debate público. Para o candidato, isso importa porque o trabalho, em geral, combina rotinas administrativas típicas de grandes organizações públicas com a dinâmica própria da atividade parlamentar, como demandas variáveis por projetos de lei, comissões, sessões, audiências públicas e suporte técnico a gabinetes.

Como assembleia legislativa, a ALE/TO integra a estrutura do Estado do Tocantins (esfera estadual) e atua de forma autônoma dentro do modelo constitucional brasileiro de separação de Poderes. O órgão mantém serviços internos de apoio à atividade fim legislativa, por exemplo, consultoria e técnica legislativa, gestão de pessoas, orçamento, comunicação institucional, tecnologia da informação, saúde e segurança do trabalho, além de controle interno e apoio contábil. Isso explica por que concursos costumam ofertar cargos de áreas muito diferentes, indo de Direito e Contabilidade até TI, enfermagem, segurança do trabalho e Libras.

Sede: a sede institucional é em Palmas (capital do Tocantins), onde se concentram plenário, comissões, gabinetes, diretorias administrativas e unidades técnicas. Quanto a lei de criação e número de servidores, eu não tenho segurança para informar um número aproximado nem o ato normativo específico, então não apresento esses dados aqui. Na prática, a estrutura de pessoal costuma combinar efetivos (concursados) com cargos em comissão ligados à atividade política, e essa coexistência influencia a rotina, a hierarquia e as interfaces no dia a dia.

História e estrutura

O Tocantins é um estado relativamente recente na federação brasileira, e sua Assembleia Legislativa se consolida junto com a organização dos demais Poderes estaduais. Em termos de marcos, é comum que a institucionalização inicial foque em regimento interno, comissões permanentes, organização de secretarias e diretorias, e construção de carreiras para servidores efetivos, especialmente nas áreas de assessoramento técnico, administrativa e de suporte.

Na estrutura organizacional típica de uma assembleia legislativa, você pode esperar alguns grandes blocos de atuação:

  • Mesa Diretora e Presidência: conduz sessões, administra a Casa e define diretrizes administrativas.
  • Plenário e Comissões: núcleo deliberativo, onde o processo legislativo acontece.
  • Secretaria-Geral e áreas de apoio legislativo: tramitação de proposições, atas, suporte às comissões, técnica legislativa.
  • Áreas administrativas: gestão de pessoas, orçamento e finanças, compras e contratos, patrimônio, logística.
  • Controle interno e auditoria: prevenção e detecção de irregularidades, conformidade e governança.
  • Comunicação e cerimonial: relações públicas, imprensa, identidade institucional.
  • Tecnologia da informação: sistemas legislativos, infraestrutura, segurança da informação, suporte ao usuário.
  • Serviços especializados ao servidor e ao funcionamento da Casa: saúde ocupacional, enfermagem, segurança do trabalho, acessibilidade e inclusão (por exemplo, Libras).

Para o candidato, a consequência é direta: o conteúdo de provas costuma mesclar um núcleo comum de Administração Pública, Direito Constitucional e Administrativo (em intensidades diferentes conforme o cargo) com conteúdos estritamente técnicos da área. Além disso, a rotina pode exigir trabalho com prazos curtos e demandas simultâneas, porque a agenda parlamentar cria picos de atividade, como semanas de votação, audiências e eventos.

Sobre dirigente atual, nomes e composição mudam ao longo do tempo e eu não tenho segurança para apontar o ocupante do cargo no momento, então prefiro não informar.

Concursos públicos do ALE/TO

Com base nos dados fornecidos (acervo de provas), há provas cadastradas para 2024, com organização da FGV e uma lista ampla de cargos, o que sugere um concurso com múltiplas especialidades. Eu não tenho segurança para afirmar número de vagas, salários iniciais, nem a situação administrativa (homologado, em andamento) sem o edital em mãos, então mantenho essas colunas como não informadas.

A leitura prática para o candidato é: quando a banca é FGV e há muitas especialidades, costuma haver um bloco comum (por exemplo, Língua Portuguesa, Raciocínio Lógico, Noções de Administração Pública, Legislação ou Regimento, dependendo do edital) e blocos específicos por área (Direito, Contabilidade, TI, Saúde, Comunicação). A melhor forma de “adivinhar” o que cai é partir das provas anteriores do mesmo órgão e, principalmente, do estilo da banca.

Edições mapeadas no acervo (ordem cronológica reversa)

AnoBancaVagasCargos (exemplos do acervo)Salário inicialSituação
2024FGVNão informadoAnalista Legislativo (Administração, Direito, TI, Contábeis, Enfermagem etc.), Técnico Legislativo (Libras, Técnico em Enfermagem, Segurança do Trabalho)Não informadoNão informado

Cargos com provas no acervo (2024)

  • Analista Legislativo: Administração
  • Analista Legislativo: Auditoria e Controle Interno
  • Analista Legislativo: Suporte Técnico em Informática
  • Analista Legislativo: Análise de Suporte em Informática
  • Analista Legislativo: Análise de sistema
  • Analista Legislativo: Desenvolvimento de Sistema
  • Analista Legislativo: Técnico Jurídico
  • Analista Legislativo: Ciências Contábeis
  • Analista Legislativo: Direito
  • Analista Legislativo: Enfermagem
  • Analista Legislativo: Relações Públicas
  • Técnico Legislativo: Tradutor e Intérprete de Libras
  • Técnico Legislativo: Técnico em Enfermagem
  • Técnico Legislativo: Técnico em Segurança do Trabalho

Se você está tentando decidir “qual cargo vale a pena”, o raciocínio mais eficiente é:

1) comparar sua formação e experiência real com as atribuições típicas (para não cair em um cargo de TI, por exemplo, sem familiaridade com suporte e infraestrutura), 2) mapear quais disciplinas são comuns entre cargos (para aproveitar estudos), 3) olhar a prova de 2024 e identificar onde a FGV foi mais seletiva, por exemplo, Português e legislação, ou itens específicos da área.

Cargos e remuneração

Sem acesso ao edital completo, eu não consigo afirmar remuneração inicial, jornada e regras do plano de carreira com precisão. Ainda assim, dá para orientar o candidato com atribuições típicas e perfil de trabalho em assembleias legislativas, e indicar o tipo de escolaridade geralmente exigida, diferenciando carreiras de analista (nível superior) e técnico (frequentemente nível médio ou técnico específico).

Atenção prática: em órgãos legislativos, a lotação costuma ser predominantemente na sede (Palmas), com possibilidade de atuação em unidades internas (gabinetes, comissões, diretorias) e, em alguns casos, atividades externas vinculadas a eventos, audiências públicas e ações institucionais.

Analista Legislativo, Administração

  • Escolaridade: Tipicamente nível superior em Administração (e, quando exigido, registro em conselho de classe).
  • Atribuições típicas: Planejamento e execução de rotinas administrativas, apoio a gestão por processos, elaboração de relatórios gerenciais, participação em compras e contratos, apoio a orçamento e projetos internos.
  • Jornada: Não informada.
  • Remuneração: Não informada.
  • Lotação: Áreas administrativas e unidades de apoio institucional.

Analista Legislativo, Auditoria e Controle Interno

  • Escolaridade: Tipicamente nível superior (Administração, Contabilidade, Direito ou áreas correlatas, conforme edital).
  • Atribuições típicas: Auditoria de conformidade e operacional, análise de processos de contratação e execução contratual, avaliação de riscos e controles, relatórios de auditoria, recomendações de governança.
  • Jornada: Não informada.
  • Remuneração: Não informada.
  • Lotação: Unidade de controle interno, auditoria, conformidade e governança.

Analista Legislativo, Ciências Contábeis

  • Escolaridade: Tipicamente nível superior em Ciências Contábeis (com registro profissional quando exigido).
  • Atribuições típicas: Execução e análise contábil no setor público, registros patrimoniais, demonstrações contábeis, apoio à prestação de contas, conformidade com normas de contabilidade aplicada ao setor público.
  • Jornada: Não informada.
  • Remuneração: Não informada.
  • Lotação: Finanças, contabilidade, orçamento, controle interno.

Analista Legislativo, Direito

  • Escolaridade: Tipicamente bacharelado em Direito (e eventual exigência de registro na OAB depende do cargo e do edital).
  • Atribuições típicas: Pareceres jurídicos, análise de legalidade em processos administrativos, suporte normativo, interpretação de legislação, apoio a contratos e licitações.
  • Jornada: Não informada.
  • Remuneração: Não informada.
  • Lotação: Procuradoria, consultoria jurídica, assessoramento técnico.

Analista Legislativo, Técnico Jurídico

  • Escolaridade: Pode variar conforme edital, em alguns órgãos é nível superior em Direito, em outros pode haver desenho de cargo de apoio jurídico. Sem edital, não dá para cravar.
  • Atribuições típicas: Apoio técnico na produção e revisão de documentos, pesquisa normativa e jurisprudencial, acompanhamento processual, minutas e organização de demandas.
  • Jornada: Não informada.
  • Remuneração: Não informada.
  • Lotação: Unidades jurídicas e áreas correlatas.

Analista Legislativo, Relações Públicas

  • Escolaridade: Tipicamente nível superior em Relações Públicas ou Comunicação Social (conforme edital).
  • Atribuições típicas: Planejamento de comunicação institucional, relacionamento com públicos estratégicos, gestão de eventos, protocolos, crise de imagem, alinhamento de linguagem com a função pública e com transparência.
  • Jornada: Não informada.
  • Remuneração: Não informada.
  • Lotação: Comunicação, cerimonial, eventos institucionais.

Analista Legislativo, Enfermagem

  • Escolaridade: Tipicamente nível superior em Enfermagem (com registro profissional quando exigido).
  • Atribuições típicas: Atenção à saúde ocupacional e assistência em situações internas, programas de promoção de saúde, apoio em eventos, rotinas de ambulatório institucional.
  • Jornada: Não informada.
  • Remuneração: Não informada.
  • Lotação: Saúde ocupacional, ambulatório, apoio a ações internas.

Técnico Legislativo, Técnico em Enfermagem

  • Escolaridade: Tipicamente curso técnico em Enfermagem (com registro profissional quando exigido).
  • Atribuições típicas: Procedimentos técnicos, apoio ao enfermeiro, triagem e atendimento interno, organização de materiais e registros.
  • Jornada: Não informada.
  • Remuneração: Não informada.
  • Lotação: Saúde ocupacional, ambulatório.

Técnico Legislativo, Técnico em Segurança do Trabalho

  • Escolaridade: Tipicamente curso técnico em Segurança do Trabalho.
  • Atribuições típicas: Inspeções, relatórios de risco, apoio a programas de prevenção, orientação de normas internas, interface com manutenção e infraestrutura predial.
  • Jornada: Não informada.
  • Remuneração: Não informada.
  • Lotação: Saúde e segurança, infraestrutura, gestão predial.

Técnico Legislativo, Tradutor e Intérprete de Libras

  • Escolaridade: Pode envolver formação específica em Libras, certificações e requisitos que variam por edital. Sem o instrumento convocatório, não dá para fixar.
  • Atribuições típicas: Interpretação Libras Português em eventos, sessões, atendimentos e conteúdos institucionais, apoio a políticas de acessibilidade.
  • Jornada: Não informada.
  • Remuneração: Não informada.
  • Lotação: Comunicação institucional, cerimonial, acessibilidade.

Analista Legislativo, área de TI (suporte, análise e desenvolvimento)

Como o acervo lista várias especialidades de TI, vale tratar em conjunto para o candidato entender a diferença de perfil:

  • Analista Legislativo: Suporte Técnico em Informática
  • Escolaridade: Tipicamente nível superior em TI ou áreas correlatas.
  • Atribuições típicas: Atendimento a usuários, gestão de estações e rede local, rotinas de infraestrutura, inventário, troubleshooting e suporte.
  • Jornada: Não informada.
  • Remuneração: Não informada.
  • Lotação: TI, suporte e infraestrutura.
  • Analista Legislativo: Análise de Suporte em Informática
  • Escolaridade: Tipicamente nível superior.
  • Atribuições típicas: Atuação mais analítica em processos de suporte, padronização, catálogos de serviço, métricas, base de conhecimento, integração com segurança.
  • Jornada: Não informada.
  • Remuneração: Não informada.
  • Lotação: TI, governança de TI ou suporte avançado.
  • Analista Legislativo: Análise de sistema
  • Escolaridade: Tipicamente nível superior.
  • Atribuições típicas: Levantamento de requisitos, modelagem, especificação funcional, interface com áreas usuárias (gabinetes, comissões, administrativo), testes e documentação.
  • Jornada: Não informada.
  • Remuneração: Não informada.
  • Lotação: Desenvolvimento de sistemas, projetos, sistemas legislativos.
  • Analista Legislativo: Desenvolvimento de Sistema
  • Escolaridade: Tipicamente nível superior.
  • Atribuições típicas: Implementação e manutenção de sistemas, integração, testes, correções, versionamento e práticas de engenharia de software.
  • Jornada: Não informada.
  • Remuneração: Não informada.
  • Lotação: Desenvolvimento, sustentação e projetos.

Para quem escolhe TI em assembleia, a dica prática é: não subestime a parte de processos administrativos e legislação aplicada, porque muitos sistemas são sensíveis a regras públicas (transparência, tramitação, publicação oficial, controle de acesso, integridade de dados). A FGV também tende a cobrar fundamentos com enunciados contextualizados.

Bancas organizadoras

Fundação Getulio Vargas (FGV)

A FGV, por meio de sua área de concursos (frequentemente referida como FGV Conhecimento), é uma organizadora tradicional com forte presença em seleções de grande porte e em órgãos que demandam provas com leitura mais interpretativa e cobrança conceitual. Em linhas gerais, a FGV costuma elaborar questões de Português com foco em compreensão textual e gramática aplicada ao sentido, e em áreas como Direito e Administração frequentemente privilegia itens que exigem distinções finas de conceitos e atenção a alternativas próximas.

Como isso aparece quando você estuda a prova da ALE/TO 2024:

  • Enunciados mais longos e contextualizados: mesmo quando o conteúdo é “básico”, a banca pode inserir um cenário administrativo ou institucional.
  • Alternativas com nuances: o erro do candidato, muitas vezes, está em uma palavra, por exemplo, “sempre”, “apenas”, “necessariamente”, ou em troca de conceitos vizinhos.
  • Interpretação e lógica do texto: em Português e em itens discursivos (quando há), a banca tende a valorizar coerência, coesão e resposta objetiva.

Sobre polêmicas: bancas grandes, inclusive a FGV, são frequentemente alvo de recursos por divergência interpretativa em itens, especialmente em Português e Direito, mas eu não tenho um caso específico da ALE/TO para relatar com segurança. O que vale como orientação prática é: em FGV, recorrer exige argumentação muito objetiva, baseada no comando da questão e no referencial normativo do edital, porque recursos genéricos raramente prosperam.

Como estudar com as provas anteriores do ALE/TO

Você tem um ativo importante: um conjunto de provas de 2024 aplicadas pela FGV para múltiplas áreas. A estratégia mais eficiente não é fazer prova “só para treinar”, e sim usar as questões para diagnosticar o que realmente derruba candidatos no padrão da banca.

1) Monte um mapa de incidência por disciplina e por cargo

Mesmo sem o edital na mão, dá para construir uma planilha simples baseada na prova:

  • Disciplina: Português, Raciocínio Lógico, Direito (se houver), Administração Pública, Conhecimentos Específicos.
  • Assunto: por exemplo, em Português, regência, concordância, crase, semântica, interpretação.
  • Resultado: acerto, erro por conteúdo, erro por leitura, chute.

Em FGV, esse mapa revela rapidamente se você está perdendo por:

  • leitura apressada,
  • confusão conceitual,
  • falta de treino em itens longos,
  • lacunas de teoria.

2) Identifique o “núcleo comum” e o “núcleo seletivo”

Em concursos com muitos cargos, o núcleo comum costuma ter volume grande de questões e é onde muitos candidatos tentam “compensar”. Já o núcleo seletivo é o que separa os melhores, normalmente:

  • Português (pela pegada interpretativa e armadilhas semânticas),
  • Conhecimentos específicos (pela profundidade e termos técnicos),
  • Normas internas ou legislação institucional (quando cai), porque é onde o candidato negligencia.

Seu estudo deve refletir essa lógica:

  • Núcleo comum: treino frequente e revisão espaçada.
  • Núcleo seletivo: teoria bem consolidada e blocos de questões comentadas por assunto.

3) Faça ciclos de estudo com revisão e reexecução de prova

Um ciclo eficiente para quem estuda com provas de 2024:

  • Semana 1: resolver a prova inteira do seu cargo (ou a mais próxima), sem consulta.
  • Semana 2: refazer apenas as erradas e as “acertadas no chute”, agora com teoria.
  • Semana 3: montar um caderno de erros, com 1 a 3 linhas do porquê errou e como evitar.
  • Semana 4: simulado curto (20 a 40 questões) misturando Português e Específicos, mantendo o tempo cronometrado.

A reexecução é crucial na FGV, porque a banca tem padrões de redação de alternativa, e você aprende a “ler como a banca escreve”.

4) Treino de leitura para itens com pegadinhas

FGV costuma punir leitura superficial. Treine assim:

  • leia o comando e sublinhe mentalmente o verbo (assinale a correta, incorreta, a que melhor, a que NÃO),
  • procure termos absolutos nas alternativas,
  • confira se a alternativa responde exatamente ao que foi perguntado (e não a algo próximo).

5) Como usar as provas de outros cargos para acelerar sua preparação

Mesmo que você vá para Direito, vale usar provas de Administração, Controle Interno e até Relações Públicas para:

  • treinar Português no mesmo padrão,
  • treinar raciocínio e leitura,
  • identificar temas de administração pública que a banca gosta.

Você aproveita o “jeito FGV” mesmo fora do seu conteúdo específico.

Editais, calendário e novidades

Para acompanhar editais, retificações, convocações e comunicados, a fonte mais segura é sempre o canal oficial da própria Assembleia Legislativa e a página da banca organizadora quando o concurso está em execução. Como orientação de rotina para o candidato:

  • procure a seção de concursos, transparência ou publicações no portal institucional,
  • acompanhe o ambiente da banca (FGV) destinado ao concurso específico,
  • guarde PDFs de edital, retificações e comunicados, porque mudanças de conteúdo programático e datas são comuns em concursos.

Sobre calendário típico: órgãos legislativos não têm, necessariamente, periodicidade fixa. Concursos podem ocorrer por necessidade de reposição de quadro, criação de especialidades, expansão de projetos (por exemplo, TI e transparência) e reorganizações internas. O melhor indicador de curto prazo costuma ser a movimentação administrativa oficial, por exemplo, comissão organizadora, contratação de banca, publicação de edital, mas eu não tenho como afirmar que isso está ocorrendo agora.

Dica prática: quando você já tem provas recentes (2024), elas tendem a ser o material de maior aderência ao padrão atual, então use-as como base principal e complemente com questões FGV de órgãos semelhantes (assembleias, tribunais, ministérios públicos) apenas para ganhar volume, sem abandonar o “DNA” da prova do seu próprio órgão.

Perguntas frequentes (FAQ)

Quem organiza o concurso do ALE/TO?

Pelo acervo informado, a banca organizadora das provas cadastradas de 2024 é a FGV.

Onde encontrar provas anteriores do ALE/TO?

No acervo de provas do próprio curso ou plataforma que você utiliza, e, quando disponibilizadas, também nos espaços de concurso do órgão e da banca. Para estudo, priorize as provas do seu cargo e as de 2024 por serem mais recentes.

Quais cargos aparecem nas provas de 2024?

Há cargos de Analista Legislativo em áreas como Administração, Controle Interno, TI, Direito, Contabilidade, Enfermagem e Relações Públicas, além de Técnico Legislativo em Libras, Técnico em Enfermagem e Técnico em Segurança do Trabalho.

Quais cargos exigem nível técnico ou médio?

Pelos nomes, os cargos de Técnico Legislativo costumam estar associados a formação de nível técnico (por exemplo, Técnico em Enfermagem, Técnico em Segurança do Trabalho) e o cargo de Tradutor e Intérprete de Libras pode ter requisitos específicos definidos no edital. Sem o edital, não dá para afirmar o nível com certeza para todos.

A prova da FGV costuma ser difícil?

Ela costuma ser percebida como exigente, principalmente por leitura, interpretação e alternativas com nuances. O nível de dificuldade varia por área, mas o padrão geral é cobrar atenção e domínio conceitual, não apenas memorização.

O que mais cai nas provas do ALE/TO?

Sem detalhar estatística sem o caderno de questões em mãos, a orientação segura é: em concursos com FGV e múltiplas áreas, Português e o bloco de conhecimentos específicos do cargo normalmente têm peso decisivo. Use a prova de 2024 para mapear, por assunto, onde houve mais erros.

Vale a pena estudar por provas de outros órgãos, ou só do ALE/TO?

Para ganhar repertório no padrão FGV, vale resolver questões de órgãos semelhantes, mas a prova do próprio ALE/TO é a referência principal, porque ela reflete escolhas de conteúdo e abordagem do concurso específico.

Como escolher entre Analista de TI (suporte) e Analista de TI (desenvolvimento)?

Escolha pelo tipo de rotina que você quer e pelo seu histórico: suporte tende a cobrar mais infraestrutura, atendimento e troubleshooting; desenvolvimento tende a cobrar lógica, engenharia de software e construção de sistemas; análise de sistemas costuma exigir levantamento de requisitos e documentação. A prova e o conteúdo programático do edital é que definem o recorte.

Próximos passos recomendados (para quem vai estudar agora)

Se você quer transformar as provas de 2024 em um plano de estudo, faça o seguinte, em ordem:

  • Passo 1: resolva a prova do seu cargo cronometrando tempo.
  • Passo 2: classifique seus erros em três tipos (conteúdo, leitura, distração).
  • Passo 3: monte um ciclo semanal com dois blocos, núcleo comum e específicos.
  • Passo 4: refaça as questões erradas até estabilizar acerto, porque a FGV repete padrões de pegadinha.

Esse método costuma ser mais eficiente do que “ler teoria sem parar”, especialmente quando já existe um conjunto recente de provas do órgão.

Bancas organizadoras dos concursos do ALE/TO

Conheça as bancas que já aplicaram provas para o(a) ALE/TO. Estudar provas de cada uma ajuda a se familiarizar com os estilos de questão.

Perguntas Frequentes sobre o(a) ALE/TO