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Concurso público

Provas Anteriores ALE/RO 2018 com gabarito

Guia completo do concurso da ALE/RO, com visão do órgão, cargos do acervo (2018), perfil da FGV e estratégia prática para estudar por provas anteriores.

28 provas
20182018
1 banca

Ex: "UFMG 2012", "ENEM 2005", "Fuvest"

Provas Anteriores e Gabaritos de Concursos do ALE/RO

Reunimos 28 provas oficialis de concursos do ALE/RO, do ano 2018 ao ano 2018, com gabaritos quando disponíveis. Todo o material está em PDF, é gratuito e foi organizado pela equipe AcheProvas para facilitar a sua preparação. Use as provas anteriores do ALE/RO para entender o estilo das bancas, treinar gestão de tempo e identificar as disciplinas mais cobradas em cada cargo.

Sobre o(a) ALE/RO

Sobre o(a) ALE/RO

A ALE/RO é a sigla usada para se referir à Assembleia Legislativa do Estado de Rondônia, o órgão do Poder Legislativo estadual responsável por representar a população rondoniense por meio da atividade parlamentar. Na prática, isso significa que a instituição atua na elaboração de leis estaduais, na fiscalização do Poder Executivo (por exemplo, acompanhamento de políticas públicas, uso do orçamento e prestação de contas) e na discussão pública de temas relevantes para o Estado.

Para o candidato, entender que se trata de um órgão do Legislativo ajuda a visualizar o ambiente de trabalho: a ALE/RO combina rotinas técnicas e administrativas (gestão de pessoas, orçamento interno, contratos, tecnologia, engenharia, comunicação, cerimonial) com demandas diretamente ligadas à atividade legislativa (apoio a comissões, tramitação de proposições, produção de documentos, transparência, atendimento ao cidadão e suporte aos gabinetes). É comum haver áreas finalísticas ligadas ao processo legislativo e áreas meio, como TI, infraestrutura predial, saúde e segurança do trabalho, contabilidade e comunicação institucional.

Quanto à lei de criação (número e ano), não é seguro afirmar aqui um dado específico sem risco de erro, porque assembleias legislativas se vinculam ao desenho constitucional e ao processo histórico de instalação do Estado. O que é importante para fins de concurso é: a ALE/RO integra a estrutura do Estado de Rondônia e mantém um quadro de servidores efetivos e comissionados para sustentar a atividade parlamentar.

A sede institucional costuma estar na capital do Estado, onde se concentram plenário, comissões, diretorias e serviços administrativos. Em concursos, a lotação inicial tende a ser, em regra, na estrutura central, com possibilidade de necessidade em unidades administrativas internas conforme a especialidade.

História e estrutura

A história de uma assembleia legislativa estadual se confunde com a organização político administrativa do próprio Estado. Em linhas gerais, a ALE/RO se consolida como a casa legislativa responsável por estruturar o processo legislativo estadual, estabelecer normas internas (regimento, rotinas de comissões, tramitação) e dar suporte à representação política.

Na estrutura organizacional, é comum encontrar uma divisão entre:

  • Áreas legislativas e de assessoramento ao processo legislativo, como secretaria legislativa, apoio ao plenário, comissões, taquigrafia e registros, consultorias e núcleos de técnica legislativa.
  • Áreas administrativas, como gestão de pessoas, finanças e orçamento, compras e contratos, controle interno, tecnologia da informação, comunicação social, cerimonial, patrimônio, transporte, manutenção predial.
  • Áreas técnicas especializadas, que em muitos legislativos incluem engenharia (obras e manutenção), segurança do trabalho, acessibilidade (incluindo Libras), audiovisual (cobertura de sessões, produção de conteúdo), além de serviços de apoio.

Para o candidato, essa estrutura explica por que aparecem cargos tão diversos no acervo: há necessidade de profissionais que sustentem tanto a atividade parlamentar quanto a operação de um órgão com grande fluxo de pessoas, eventos, sessões, tecnologia e infraestrutura.

Sobre dirigente atual, não é adequado cravar nomes aqui sem uma fonte oficial no momento da leitura. Em geral, a direção política é exercida pela Mesa Diretora e a gestão administrativa por secretarias diretorias internas.

Concursos públicos do ALE/RO

A base de provas disponível indica, com segurança, uma edição relevante em 2018, organizada pela FGV. Informações como número de vagas e salário inicial variam por edital e cargo, e não devem ser fixadas aqui sem a leitura direta do instrumento convocatório. O mais útil ao candidato, neste ponto, é entender o desenho do concurso, os cargos e o padrão da banca.

Edições identificadas no acervo (ordem cronológica reversa)

AnoBancaCargos (exemplos no acervo)Situação (referência do acervo)
2018FGVAnalista Legislativo (Administração, ADS, TI Infra), Assistente Legislativo (diversas áreas), Advogado, Engenharias, RP, Libras, AudiovisualProvas cadastradas no acervo

O que a edição de 2018 sugere ao candidato

  • A presença de muitos cargos técnicos e de nível superior indica um concurso com áreas especializadas e, provavelmente, conteúdos específicos por especialidade.
  • A escolha da FGV costuma vir acompanhada de prova com leitura atenta, cobrança de conceitos e aplicação prática, especialmente em Língua Portuguesa e nas disciplinas jurídicas.
  • O conjunto de cargos do acervo mostra que a ALE/RO pode buscar perfis tanto para atividade administrativa quanto para suporte tecnológico e operacional.

Cargos e remuneração

A seguir, os cargos com provas cadastradas no acervo (2018), com uma leitura orientada ao que costuma aparecer em concursos de assembleias legislativas. Remuneração, lotação detalhada e plano de carreira dependem do edital e de normas internas, e podem variar, então aqui o foco é no que ajuda a estudar e decidir a área.

Analista Legislativo, Administração

  • Cargo: Analista Legislativo, Administração
  • Escolaridade: Nível superior em área compatível (tipicamente Administração, com exigências de registro profissional quando previsto em edital).
  • Atribuições típicas: Planejamento e melhoria de processos, apoio à gestão estratégica, elaboração de termos de referência, gestão de contratos, apoio orçamentário e administrativo, mapeamento de fluxos internos.
  • Jornada: Geralmente 30 a 40 horas semanais em órgãos públicos, conforme edital.
  • Remuneração: Vencimento de nível superior, com possibilidade de gratificações e adicionais previstos em lei interna.
  • Rotina real: muita produção documental, interação com áreas demandantes e controle interno, foco em conformidade e eficiência.

Advogado

  • Cargo: Advogado
  • Escolaridade: Bacharelado em Direito e inscrição na OAB, quando exigida.
  • Atribuições típicas: Consultoria e assessoramento jurídico, análise de contratos e licitações, elaboração de pareceres, apoio a comissões, atuação em demandas judiciais quando a estrutura prevê, análise de constitucionalidade e legalidade de atos.
  • Jornada: Conforme edital, com tendência a regime padrão do órgão.
  • Remuneração: Nível superior jurídico, em regra acima de cargos generalistas, variando por lei.
  • Rotina real: prazos curtos, interpretação normativa, necessidade de linguagem técnica clara e alinhamento institucional.

Analista Legislativo, Análise e Desenvolvimento de Sistemas

  • Cargo: Analista Legislativo, Análise e Desenvolvimento de Sistemas
  • Escolaridade: Nível superior em TI (ou áreas aceitas no edital, como ciência da computação, sistemas de informação, engenharia de software).
  • Atribuições típicas: Levantamento de requisitos, desenvolvimento e manutenção de sistemas internos, integração de serviços, apoio a sistemas legislativos (protocolo, tramitação, transparência), qualidade e documentação.
  • Jornada: Frequentemente 40 horas semanais.
  • Remuneração: Nível superior técnico, com possibilidade de gratificações.
  • Rotina real: demandas internas de várias áreas, priorização, sustentação de sistemas críticos em dias de sessão e eventos.

Analista Legislativo, Tecnologia da Informação, Infraestrutura de Rede e Comunicação

  • Cargo: Analista Legislativo, Tecnologia da Informação, Infraestrutura de Rede e Comunicação
  • Escolaridade: Nível superior em TI ou área correlata, conforme edital.
  • Atribuições típicas: Administração de redes, segurança e disponibilidade, serviços de diretório, comunicação e conectividade, suporte a eventos e sessões, gestão de ativos, políticas de backup e continuidade.
  • Jornada: Geralmente 40 horas, com possibilidade de plantões em períodos críticos.
  • Remuneração: Nível superior técnico.
  • Rotina real: suporte a plenário, transmissões, redes internas, e resposta rápida a incidentes.

Assistente Legislativo, Técnico em Informática

  • Cargo: Assistente Legislativo, Técnico em Informática
  • Escolaridade: Nível médio técnico em informática (ou equivalente aceito em edital).
  • Atribuições típicas: Suporte ao usuário, instalação e manutenção de equipamentos, atendimento de chamados, apoio a redes e laboratórios, inventário e rotinas de TI.
  • Jornada: Em regra 40 horas.
  • Remuneração: Nível médio técnico, com adicionais conforme legislação.
  • Rotina real: atendimento presencial, resolução de problemas recorrentes, suporte a eventos e setores administrativos.

Assistente Legislativo, Sem Especialidade

  • Cargo: Assistente Legislativo, Sem Especialidade
  • Escolaridade: Nível médio (em muitos órgãos, com requisitos adicionais definidos em edital).
  • Atribuições típicas: Atividades administrativas gerais, protocolo, arquivo, atendimento ao público, apoio a secretarias e gabinetes, organização de documentos.
  • Jornada: Tipicamente 30 a 40 horas.
  • Remuneração: Nível médio.
  • Rotina real: fluxo intenso de documentos e demandas, necessidade de boa redação, organização e discrição.

Assistente Legislativo, Técnico em Contabilidade

  • Cargo: Assistente Legislativo, Técnico em Contabilidade
  • Escolaridade: Nível médio técnico em contabilidade (com registro no conselho quando exigido).
  • Atribuições típicas: Rotinas contábeis, apoio à execução orçamentária e financeira, conferência documental, lançamento e conciliações, apoio a relatórios.
  • Jornada: Geralmente 40 horas.
  • Remuneração: Nível médio técnico.
  • Rotina real: trabalho orientado a prazos, normas de contabilidade pública e controles.

Assistente Legislativo, Técnico em Desenho de Construção Civil

  • Cargo: Assistente Legislativo, Técnico em Desenho de Construção Civil
  • Escolaridade: Nível médio técnico compatível.
  • Atribuições típicas: Elaboração e atualização de desenhos, apoio a projetos e reformas, plantas, detalhamentos, interface com engenharias.
  • Jornada: Em regra 40 horas.
  • Remuneração: Nível médio técnico.
  • Rotina real: atendimento às demandas de manutenção e adequações, compatibilização com normas internas.

Assistente Legislativo, Técnico em Edificações

  • Cargo: Assistente Legislativo, Técnico em Edificações
  • Escolaridade: Nível médio técnico em edificações.
  • Atribuições típicas: Fiscalização e acompanhamento de obras e manutenção, medições, apoio a planejamento de reformas, relatórios de vistoria.
  • Jornada: Geralmente 40 horas.
  • Remuneração: Nível médio técnico.
  • Rotina real: interface com contratos de manutenção, vistorias, controle de qualidade.

Assistente Legislativo, Técnico em Logística

  • Cargo: Assistente Legislativo, Técnico em Logística
  • Escolaridade: Nível médio técnico em logística (ou equivalente conforme edital).
  • Atribuições típicas: Controle de almoxarifado e patrimônio, distribuição de materiais, apoio a compras e contratos, rotinas de recebimento e armazenamento.
  • Jornada: Em regra 40 horas.
  • Remuneração: Nível médio técnico.
  • Rotina real: organização, inventários, conformidade documental, interação com setores demandantes.

Assistente Legislativo, Técnico em Produção de Áudio e Vídeo

  • Cargo: Assistente Legislativo, Técnico em Produção de Áudio e Vídeo
  • Escolaridade: Nível médio técnico na área (ou formação compatível prevista).
  • Atribuições típicas: Captação e edição de áudio e vídeo, apoio a transmissões, cobertura de sessões e eventos, operação de equipamentos e iluminação.
  • Jornada: Pode envolver escalas em dias de sessão e eventos.
  • Remuneração: Nível médio técnico.
  • Rotina real: trabalho orientado a agenda do plenário, prazos curtos e qualidade técnica.

Assistente Legislativo, Técnico em Segurança do Trabalho

  • Cargo: Assistente Legislativo, Técnico em Segurança do Trabalho
  • Escolaridade: Nível médio técnico em segurança do trabalho.
  • Atribuições típicas: Inspeções e relatórios, ações de prevenção, apoio a programas de saúde e segurança, treinamentos, controle de EPIs.
  • Jornada: Geralmente 40 horas.
  • Remuneração: Nível médio técnico.
  • Rotina real: interface com manutenção, contratos, gestão de pessoas e comissões internas.

Assistente Legislativo, Técnico em Tradução e Interpretação de Libras

  • Cargo: Assistente Legislativo, Técnico em Tradução e Interpretação de Libras
  • Escolaridade: Nível médio com formação específica em Libras, conforme edital.
  • Atribuições típicas: Interpretação em eventos, sessões, atendimento, produção de acessibilidade comunicacional, apoio a conteúdo institucional.
  • Jornada: Pode variar com agenda de eventos.
  • Remuneração: Nível médio técnico.
  • Rotina real: atuação ao vivo, preparação prévia, integração com audiovisual e cerimonial.

Analista Legislativo, Engenharia Civil

  • Cargo: Analista Legislativo, Engenharia Civil
  • Escolaridade: Nível superior em engenharia civil, com registro no conselho quando exigido.
  • Atribuições típicas: Projetos, fiscalização de obras e contratos, laudos, manutenção predial, planejamento de reformas, acessibilidade e segurança estrutural.
  • Jornada: Em regra 40 horas.
  • Remuneração: Nível superior técnico.
  • Rotina real: muita atuação com contratos, medições, pareceres técnicos e conformidade.

Analista Legislativo, Engenharia Elétrica

  • Cargo: Analista Legislativo, Engenharia Elétrica
  • Escolaridade: Nível superior em engenharia elétrica, com registro.
  • Atribuições típicas: Sistemas elétricos, energia, iluminação, manutenção de redes internas, especificações e fiscalização, adequações e segurança.
  • Jornada: Geralmente 40 horas.
  • Remuneração: Nível superior técnico.
  • Rotina real: atendimento a demandas de infraestrutura, prevenção de falhas e planejamento de upgrades.

Analista Legislativo, Engenharia Mecânica

  • Cargo: Analista Legislativo, Engenharia Mecânica
  • Escolaridade: Nível superior em engenharia mecânica, com registro.
  • Atribuições típicas: Sistemas de climatização e elevadores, manutenção e especificação técnica, fiscalização de contratos, laudos e projetos.
  • Jornada: Em regra 40 horas.
  • Remuneração: Nível superior técnico.
  • Rotina real: forte interface com manutenção predial e contratos continuados.

Analista Legislativo, Relações Públicas

  • Cargo: Analista Legislativo, Relações Públicas
  • Escolaridade: Nível superior em Relações Públicas, com registro quando exigido.
  • Atribuições típicas: Comunicação institucional, relacionamento com públicos, gestão de eventos, media training, planejamento de comunicação, articulação com imprensa e transparência.
  • Jornada: Pode variar conforme eventos e sessões.
  • Remuneração: Nível superior.
  • Rotina real: agenda dinâmica, resposta rápida, alinhamento com diretrizes institucionais.

Bancas organizadoras

FGV (Fundação Getulio Vargas)

A FGV é uma das bancas mais tradicionais do país e, em concursos de carreiras administrativas e jurídicas, costuma construir provas com enunciados bem trabalhados, alternativas próximas e cobrança relevante de interpretação de texto e conceitos. Para o candidato, isso se traduz em duas exigências práticas: (1) leitura minuciosa do comando, porque as pegadinhas frequentemente estão em conectivos, exceções e condições, (2) estudo por questões para ajustar o nível de detalhe, especialmente em Direito e Português.

Em provas objetivas, a FGV tende a alternar questões diretas com outras contextualizadas. Em Língua Portuguesa, é comum a cobrança de compreensão e interpretação, sem depender apenas de decoreba gramatical. Nas disciplinas jurídicas e de administração pública, a banca costuma valorizar a literalidade de normas e conceitos, mas também coloca itens que exigem raciocínio aplicado.

Sobre polêmicas, a FGV, como outras grandes bancas, por vezes é criticada por itens de interpretação discutível em Português e por alternativas com redação muito próxima. O caminho mais seguro, como preparação, é treinar com provas anteriores da própria banca e aprender o “jeito” de perguntar.

Como estudar com as provas anteriores do ALE/RO

A melhor forma de usar o acervo de 2018 não é apenas refazer as questões, é transformar as provas em um diagnóstico do que realmente cai e de como cai. Um roteiro prático:

1) Separe por núcleo comum e por especialidade

Mesmo sem o edital em mãos, a lógica de assembleias e de bancas como a FGV geralmente envolve um núcleo comum e um núcleo específico.

  • Núcleo comum provável, para muitos cargos:
  • Língua Portuguesa (interpretação e gramática aplicada)
  • Raciocínio lógico ou matemática básica (em alguns cargos)
  • Noções de Administração Pública (princípios, organização, gestão)
  • Noções de Direito (especialmente para cargos administrativos, quando previsto)
  • Legislação e temas institucionais (quando constam no edital)
  • Núcleo específico:
  • TI (ADS, infraestrutura, técnico em informática)
  • Contabilidade
  • Engenharia e edificações
  • Segurança do trabalho
  • Comunicação e relações públicas
  • Libras e acessibilidade
  • Audiovisual

2) Refaça as provas em três camadas

  • Camada 1, reconhecimento: faça a prova inteira sem consulta, cronometrando, para sentir o ritmo.
  • Camada 2, aprendizado: corrija e produza um caderno de erros com justificativa curta (por que errei, qual regra, qual conceito).
  • Camada 3, consolidação: refaça apenas as questões erradas e as marcadas como “incertas” após 7 a 14 dias.

3) Extraia padrões da FGV

Monte uma tabela simples (pode ser no caderno) com:

  • Assunto
  • Tipo de erro (conceito, atenção, interpretação, falta de lei seca, cálculo)
  • Ação (revisar teoria, fazer 30 questões do assunto, ler norma, fazer resumo)

Na FGV, muitos pontos são perdidos por leitura apressada, então a revisão deve incluir treinamento de comando: “exceto”, “incorreta”, “correta”, “assinale a alternativa que NÃO…”.

4) Faça simulados com correção ativa

Em vez de apenas medir nota, use simulado para treinar:

  • Estratégia de prova: ordem de disciplinas (começar pelas de maior segurança ou maior peso, conforme edital), controle de tempo, marcação de dúvidas.
  • Tomada de decisão: quando chutar, quando pular, quando insistir.
  • Resistência mental: provas longas exigem manutenção de atenção.

5) Materiais complementares que realmente ajudam

  • Para Português FGV: foco em interpretação, coesão, sentido de conectivos e reescrita com preservação de sentido.
  • Para Direito: leitura dirigida de lei seca e revisão por questões, porque a banca costuma cobrar detalhes conceituais.
  • Para TI e áreas técnicas: use as questões para mapear tópicos, depois estude por trilhas (exemplo em redes: TCP/IP, roteamento, VLAN, segurança, serviços, diagnóstico).

Editais, calendário e novidades

Para acompanhar editais e comunicados de concursos de uma assembleia legislativa, o caminho mais confiável é sempre o canal oficial do próprio órgão (página institucional e área de transparência ou de concursos) e, quando o concurso é lançado, a página da banca organizadora (no caso do acervo, a FGV).

Dicas práticas de acompanhamento:

  • Verifique rotineiramente:
  • Publicações oficiais do órgão (onde costumam sair avisos, portarias e links para editais)
  • Página da banca quando houver contrato e edital publicado
  • Organize alertas pessoais:
  • Uma rotina semanal de checagem é suficiente fora de períodos de edital
  • Em fase de pré edital, aumente a frequência e revise documentos exigidos (diploma, registro profissional, comprovações)

Sobre calendário típico, não é seguro prometer periodicidade fixa. Em legislativos, concursos podem ocorrer em janelas específicas de necessidade, reorganização de quadro e disponibilidade orçamentária.

Perguntas frequentes (FAQ)

Quem organiza o concurso do ALE/RO?

No acervo disponível, a edição identificada (2018) foi organizada pela FGV. Concursos futuros podem escolher outra banca, isso depende do processo de contratação.

Onde encontrar provas anteriores do ALE/RO?

Você pode usar o acervo de provas de 2018 por cargo e, além disso, treinar com provas da FGV de órgãos semelhantes para ampliar repertório e entender o estilo.

Quais cargos exigem nível médio no acervo?

No acervo, aparecem cargos de Assistente Legislativo, incluindo “Sem Especialidade” e vários técnicos (informática, contabilidade, edificações, logística, segurança do trabalho, Libras, áudio e vídeo).

Quais cargos são de nível superior no acervo?

No acervo, aparecem cargos de Analista Legislativo (Administração, TI, ADS, Engenharias, Relações Públicas) e Advogado.

A FGV é uma banca “difícil”?

Ela é frequentemente percebida como exigente, sobretudo por cobrar interpretação fina em Português e alternativas muito próximas. A melhor preparação é fazer muitas questões da própria FGV, com revisão do erro.

O que mais ajuda a passar usando provas anteriores?

Transformar questões em diagnóstico: mapear assuntos mais cobrados, registrar erros por tipo, fazer revisões espaçadas e simulados com correção ativa. Para FGV, treinar leitura do comando e interpretação costuma dar ganho rápido.

Preciso estudar Regimento Interno e legislação do órgão?

Isso depende do edital. Em assembleias legislativas, é comum haver cobrança de normas institucionais e temas de administração pública. Quando sair o edital, confira se há regimento, lei orgânica, código de ética ou normas internas no conteúdo.

Como escolher entre Assistente e Analista Legislativo?

Em geral, a escolha envolve:

  • Escolaridade: Assistente costuma ser nível médio, Analista nível superior.
  • Conteúdo: Analista tende a ter parte específica mais aprofundada.
  • Rotina: Analista costuma assumir atividades de planejamento, parecer técnico e coordenação de processos, Assistente atua mais na execução e apoio.

Leituras finais para montar seu plano (com foco no que o acervo mostra)

Se você vai estudar para um concurso nos moldes do que apareceu em 2018, um plano realista é:

  • Base comum forte: Português no padrão FGV, administração pública e noções jurídicas quando aplicáveis.
  • Especialidade bem delimitada: TI (desenvolvimento ou infraestrutura), engenharia, contabilidade, comunicação, segurança do trabalho, ou acessibilidade.
  • Treino com prova completa: pelo menos 1 simulado quinzenal no começo e semanal na reta final.
  • Revisão por erro: a cada bloco de questões, registrar o motivo do erro e revisar em 7 e 14 dias.

Esse método aproveita o que a prova anterior oferece de mais valioso: a forma como a banca transforma conteúdo em questão, e é isso que, na prática, separa quem “sabe a matéria” de quem “marca a alternativa certa” no dia da prova.

Bancas organizadoras dos concursos do ALE/RO

Conheça as bancas que já aplicaram provas para o(a) ALE/RO. Estudar provas de cada uma ajuda a se familiarizar com os estilos de questão.

Perguntas Frequentes sobre o(a) ALE/RO