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Concurso público

Provas Anteriores AGETOP/GO 2016 com gabarito

Entenda o que foi a AGETOP/GO, sua atuação em obras e infraestrutura em Goiás e como se preparar usando provas anteriores, especialmente do concurso de 2016 organizado pela SEGPLAN.

3 provas
20162016
1 banca

Ex: "UFMG 2012", "ENEM 2005", "Fuvest"

Provas Anteriores e Gabaritos de Concursos do AGETOP/GO

Reunimos 3 provas oficialis de concursos do AGETOP/GO, do ano 2016 ao ano 2016, com gabaritos quando disponíveis. Todo o material está em PDF, é gratuito e foi organizado pela equipe AcheProvas para facilitar a sua preparação. Use as provas anteriores do AGETOP/GO para entender o estilo das bancas, treinar gestão de tempo e identificar as disciplinas mais cobradas em cada cargo.

Sobre o(a) AGETOP/GO

Sobre o(a) AGETOP/GO

AGETOP/GO é a sigla pela qual ficou conhecida a Agência Goiana de Transportes e Obras, um órgão da administração pública do Estado de Goiás ligado à área de infraestrutura, com foco em obras públicas e, historicamente, em temas como edificações públicas, manutenção de estruturas e apoio técnico a políticas estaduais de transportes e obras. Por se tratar de uma estrutura estadual, o cotidiano de trabalho tende a ser fortemente orientado por orçamento público, planejamento de contratações, fiscalização de contratos e cumprimento de normas técnicas e de controle.

Para quem estuda para concursos, a principal leitura prática do que a AGETOP/GO representa é: quando o órgão recruta profissionais de engenharia, normalmente busca servidores capazes de tocar o ciclo completo de obras e serviços de engenharia, desde a fase de estudos e projetos, passando por orçamento, licitação, fiscalização, medições e recebimento, até a prestação de contas e resposta a auditorias. Isso impacta diretamente o tipo de conteúdo cobrado em prova, que costuma dialogar com administração pública aplicada à engenharia (licitações e contratos, planejamento, orçamento), além da base técnica do campo específico (Civil, Elétrica, Mecânica).

Informações como lei de criação (número e ano), missão institucional com redação oficial, número aproximado de servidores e sede formal do órgão exigem confirmação em ato normativo e em documentos institucionais. Como aqui a prioridade é não inventar, o candidato deve encarar estes pontos como itens de checklist para validar no edital e no portal oficial do Governo de Goiás, especialmente porque a estrutura administrativa estadual pode mudar com reorganizações, fusões, extinções e mudanças de nomenclatura.

História e estrutura

A AGETOP/GO se insere no contexto de órgãos estaduais que concentram engenharia pública e gestão de obras, geralmente criados ou reorganizados para dar escala e padronização a projetos, manutenção e investimentos em infraestrutura. Em Goiás, a gestão de obras e transportes historicamente passa por reestruturações administrativas, com mudanças de atribuições entre secretarias e agências, o que pode levar a alterações de sigla, vinculação e até de quadro de pessoal.

Do ponto de vista de estrutura organizacional típica (o que costuma existir em órgãos de obras), é comum encontrar unidades equivalentes a: planejamento e orçamento de obras, projetos e especificações, execução e fiscalização, gestão de contratos, manutenção de prédios públicos e apoio administrativo (gestão de pessoas, finanças, compras). Para o candidato, isso é importante por dois motivos.

Primeiro, ajuda a entender a lotação e a rotina real: um Gestor de Engenharia pode ficar tanto em uma diretoria técnica (projetos, fiscalização, manutenção) quanto em uma área meio com forte componente técnico (orçamentação, análise de termos de referência, apoio a licitações). Segundo, ajuda a prever o tipo de prova discursiva ou de estudo de caso quando existir: a banca pode explorar situações como aditivos, reajuste, reequilíbrio econômico financeiro, fiscalização, diário de obra, medição e recebimento definitivo.

Quanto a dirigente atual, marcos formais e organograma detalhado, a forma segura de obter é pelos atos oficiais e páginas institucionais do Estado. Em preparação, vale mapear a estrutura vigente no momento do edital, porque ela influencia o conteúdo programático (por exemplo, se o edital mencionar atuação em manutenção predial, projetos, rodovias, ou obras de edificações).

Concursos públicos do AGETOP/GO

No acervo informado, há provas de 2016, com organização ligada à SEGPLAN. Isso é um dado relevante, porque concursos conduzidos por estruturas internas do próprio Estado podem ter características diferentes de bancas tradicionais nacionais: linguagem mais administrativa, cobrança mais direta de legislação estadual e foco em rotinas do serviço público local.

Abaixo, a edição que aparece explicitamente no acervo (sem inferir vagas, salários ou outros detalhes que não foram fornecidos):

AnoBanca/organizadoraCargos no acervoSituação
2016SEGPLAN (estrutura do Governo de Goiás)Gestor de Engenharia (Civil, Elétrica, Mecânica)Concurso passado, provas disponíveis no acervo

Como usar essa informação na prática, antes mesmo de abrir a prova.

1) Se o concurso anterior foi em 2016, a prova serve como termômetro do estilo: extensão das questões, presença de itens situacionais, padrão de alternativas e nível de detalhamento em legislação e normas técnicas.

2) A recorrência de um mesmo cargo, como Gestor de Engenharia, indica uma carreira técnica de nível superior voltada à engenharia pública. Mesmo que o órgão mude de nome ou vinculação, é comum que a necessidade de engenheiros em infraestrutura permaneça no Estado, em órgãos sucedâneos.

Se você procura edições “previstas” ou “em andamento”, é preciso cautela: sem uma fonte oficial (ato autorizativo, comissão formada, edital publicado), qualquer previsão vira rumor. O caminho responsável é acompanhar os canais oficiais do Estado e os diários oficiais, além de páginas institucionais de concursos do governo estadual.

Cargos e remuneração

Os cargos com provas cadastradas são variações do mesmo tronco de carreira, Gestor de Engenharia, segmentado por especialidade. A seguir, uma leitura de atribuições típicas e rotina, sem cravar valores de salário e jornada quando isso não foi informado, já que esses pontos variam por lei estadual, carreira e edital.

Gestor de Engenharia, Engenharia Civil

  • Escolaridade: Nível superior em Engenharia Civil, com registro profissional (quando exigido em edital para exercício).
  • Atribuições típicas: Elaborar e analisar projetos e especificações, produzir e revisar orçamentos e composições de custos, apoiar a contratação de obras e serviços (termo de referência, planilhas, critérios de medição), fiscalizar execução em campo, conferir medições, emitir relatórios técnicos, analisar pedidos de aditivo, reajuste e reequilíbrio, atuar em recebimento provisório e definitivo.
  • Jornada: Definida em lei e edital, frequentemente em regime semanal típico do serviço público estadual.
  • Lotação: Unidades de obras e manutenção, fiscalização, projetos, orçamento de obras, gestão de contratos, apoio técnico a secretarias e órgãos demandantes.
  • Remuneração: Prevista em lei da carreira e no edital, normalmente composta por vencimento e eventuais gratificações, podendo haver diferenças por estrutura de carreira e progressões.

Leitura prática para estudar: em Civil, é comum a banca exigir tanto base técnica (materiais, estruturas, geotecnia, hidrossanitário, orçamento, planejamento) quanto “engenharia de contrato”, isto é, como a obra é contratada, medida, paga e controlada.

Gestor de Engenharia, Engenharia Elétrica

  • Escolaridade: Nível superior em Engenharia Elétrica, com registro profissional (quando exigido em edital para exercício).
  • Atribuições típicas: Projetar e/ou analisar projetos elétricos de edificações e instalações, avaliar conformidade de especificações, estimar custos e quantitativos, acompanhar execução de instalações e sistemas (quadros, proteção, aterramento, SPDA quando aplicável), apoiar fiscalização, vistorias e comissionamento, emitir pareceres técnicos em contratos de manutenção e obras.
  • Jornada: Definida em lei e edital.
  • Lotação: Coordenações de projetos, manutenção predial, fiscalização de obras, gestão de contratos de instalações e serviços continuados.
  • Remuneração: Definida em lei e edital, com estrutura típica de carreira estadual.

Leitura prática para estudar: além do conteúdo técnico, muita atenção a normas e segurança, e à forma como o órgão público transforma necessidade em contratação, com especificação adequada para evitar restrição de competitividade e para permitir fiscalização objetiva.

Gestor de Engenharia, Engenharia Mecânica

  • Escolaridade: Nível superior em Engenharia Mecânica, com registro profissional (quando exigido em edital para exercício).
  • Atribuições típicas: Atuar em projetos e fiscalização de sistemas mecânicos em edificações (climatização e ventilação, elevadores e transporte vertical quando aplicável, sistemas de combate a incêndio com componentes mecânicos, instalações de utilidades), elaborar especificações e orçamentos, analisar propostas técnicas, acompanhar testes e comissionamento, emitir laudos e relatórios.
  • Jornada: Definida em lei e edital.
  • Lotação: Manutenção predial, fiscalização, projetos e apoio técnico a contratações de sistemas mecânicos.
  • Remuneração: Definida em lei e edital.

Leitura prática para estudar: a banca pode misturar fundamentos (termodinâmica aplicada, máquinas, instalações) com tópicos de engenharia pública, especialmente contratos de manutenção e requisitos de desempenho, aceitação e garantia.

Observação importante sobre remuneração, progressão e plano de carreira.

Sem o texto legal e o edital em mãos, não é responsável fixar números. O que dá para orientar com segurança é o que você deve procurar no documento oficial.

  • Estrutura remuneratória (vencimento, gratificações e adicionais).
  • Regras de progressão e promoção.
  • Incentivos por titulação (se existirem).
  • Possibilidade de designações para funções comissionadas e gratificadas.

Bancas organizadoras

SEGPLAN

SEGPLAN costuma aparecer em concursos do Governo de Goiás como estrutura de planejamento e gestão que, em determinados momentos, atuou na organização de seleções, seja coordenando o processo, seja contratando banca executora, seja publicando atos e orientações. Para o candidato, isso tende a significar editais com forte linguagem administrativa, valorização de regras do próprio Estado e, em provas, um equilíbrio entre conhecimentos gerais do serviço público e o conteúdo técnico específico do cargo.

Como “estilo de prova” em concursos sob coordenação de estrutura governamental, o padrão pode variar conforme a equipe e o modelo adotado, mas há traços comuns que vale observar nas provas anteriores do próprio acervo.

  • Textos mais objetivos e alinhados ao edital, com cobrança direta do que foi listado.
  • Presença de legislação aplicada ao setor público, especialmente licitações e contratos, além de noções de administração pública.
  • Em cargos técnicos, tendência a questões de aplicação prática, exigindo leitura cuidadosa de enunciados, interpretação de itens de projeto, orçamento e fiscalização.

Polêmicas e contestações: em qualquer concurso, podem existir recursos e debates sobre gabarito, mas para afirmar ocorrências específicas seria necessário consultar registros oficiais do certame. A orientação prática é sempre a mesma: planeje a prova considerando a possibilidade de recursos, treine gestão de tempo e saiba identificar questões com maior chance de anulação (enunciado ambíguo, alternativa com erro técnico grosseiro, cobrança fora do conteúdo programático).

Como estudar com as provas anteriores do AGETOP/GO

Você tem uma vantagem clara ao estudar por provas anteriores, mesmo com acervo concentrado em 2016: você aprende o “idioma” da seleção. Para engenharia em órgão de obras, isso vale ouro, porque a diferença entre passar e ficar no meio do ranking frequentemente está em dominar o que o edital pede, do jeito que a prova cobra.

A seguir, um roteiro prático para extrair o máximo das provas do acervo.

1) Comece pelo mapeamento de recorrências

Faça uma planilha simples e alimente com as questões da prova.

  • Coluna 1: Área (Gerais, Legislação, Específicas).
  • Coluna 2: Assunto (por exemplo, orçamento de obras, planejamento, instalações, máquinas elétricas, HVAC).
  • Coluna 3: Nível (conceitual, cálculo, interpretação de texto técnico, caso prático).
  • Coluna 4: Erro mais comum (distração, falta de fórmula, desconhecimento de norma, confusão de conceito).

Em 2 a 3 horas de catalogação, você descobre o que normalmente levaria semanas para perceber só por estudo teórico.

2) Identifique o “miolo” que gera mais pontos

Em concursos de engenharia para administração pública, há um núcleo de temas que costuma render muitas questões e, ao mesmo tempo, derruba quem estuda só o técnico puro.

  • Licitações e contratos (visão aplicada ao ciclo de obras, o que é exigência de habilitação, o que é critério de julgamento, como especificar e medir).
  • Orçamento e planejamento (composições, BDI em termos conceituais, cronograma físico financeiro, medições).
  • Fiscalização e recebimento (responsabilidades, registros, conformidade, qualidade).

Mesmo que o edital do seu próximo concurso mude, esse núcleo costuma permanecer em seleções de órgãos de infraestrutura.

3) Treine por blocos de tempo, não só por assunto

Prova é desempenho sob restrição de tempo. Separe as provas em blocos.

  • 1º treino: resolva sem tempo, só para entender o nível.
  • 2º treino: resolva com tempo alvo por questão.
  • 3º treino: resolva simulando prova completa, com marcação de gabarito.

Depois, corrija de forma ativa.

  • Reescreva o motivo do erro em uma frase.
  • Anote “gatilhos” de pegadinha (palavras absolutas, exceções, unidades, sinais).

4) Construa revisões com base no que você errou

Em vez de revisar tudo, revise o que te tira ponto.

Um modelo simples de cronograma, adaptável a quem trabalha.

  • D0 (dia do simulado): correção completa e caderno de erros.
  • D2: revisão só dos erros críticos, aqueles que você não sabia o conceito.
  • D7: refaça 30 por cento das questões erradas.
  • D15: refaça as erradas restantes e confira se o erro virou acerto estável.

5) Use materiais complementares com intenção clara

Provas antigas apontam o caminho, materiais aprofundam.

  • Para legislação e parte administrativa: leia a lei seca do que estiver no edital e faça questões logo em seguida.
  • Para engenharia: reforce fundamentos e, principalmente, exercícios aplicados (dimensionamento típico, interpretação de projetos, orçamento, instalações).

6) Prepare um protocolo de recurso, mesmo antes de precisar

Em cargos técnicos, é comum aparecer item com alternativa defensável por norma diferente ou por interpretação de prática de mercado. Seu protocolo.

  • Identifique a questão com potencial de recurso.
  • Fundamente com referência técnica (norma, livro clássico, manual), sempre alinhando ao edital.
  • Escreva de forma objetiva, sem “tese”, focando na inconsistência do gabarito.

Editais, calendário e novidades

Para acompanhar editais e notícias com confiabilidade, a regra é priorizar fontes oficiais do Estado. Em concursos estaduais, as informações mais seguras costumam sair por publicação oficial (diário oficial), por portais institucionais do próprio governo e, quando houver banca contratada, pelo site da organizadora.

O que acompanhar, na prática.

  • Publicações oficiais do Governo de Goiás (onde saem atos de autorização, comissão, edital, retificações e homologação).
  • Portais institucionais ligados à gestão de pessoas e planejamento do Estado, que frequentemente centralizam informações de concursos.
  • Página e comunicados da organizadora responsável no edital.

Calendário “típico” é algo que varia muito e não deve ser tratado como regra. O que dá para antecipar com utilidade é o fluxo administrativo comum.

  • Autorização e formação de comissão.
  • Elaboração de termo de referência e escolha de organizadora.
  • Publicação do edital.
  • Inscrições, prova objetiva e, se houver, discursiva e títulos.
  • Recursos, resultado final, homologação.

Se você está mirando um órgão que pode ter sido reorganizado, uma dica prática é procurar não só pelo nome “AGETOP/GO”, mas também por expressões de infraestrutura e obras no Estado, porque o concurso pode vir sob outra estrutura administrativa, mantendo cargos e atribuições semelhantes.

Perguntas frequentes (FAQ)

Quem organiza o concurso do AGETOP/GO?

No acervo disponível, a edição de 2016 aparece vinculada à SEGPLAN, que é uma estrutura de planejamento e gestão do Governo de Goiás e pode atuar na coordenação de seleções. Em futuras seleções, a organizadora depende do edital.

Onde encontrar provas anteriores do AGETOP/GO?

As provas anteriores citadas aqui são do acervo de 2016 e cobrem Gestor de Engenharia nas especialidades Civil, Elétrica e Mecânica. O melhor uso é resolver, corrigir e catalogar por assunto para mapear recorrências.

Quais cargos aparecem nas provas do acervo?

  • Cargo: Gestor de Engenharia, Engenharia Civil
  • Escolaridade: Superior em Engenharia Civil (com registro profissional quando exigido).
  • Atribuições típicas: Projetos, orçamento, fiscalização e gestão de contratos de obras.
  • Cargo: Gestor de Engenharia, Engenharia Elétrica
  • Escolaridade: Superior em Engenharia Elétrica (com registro profissional quando exigido).
  • Atribuições típicas: Projetos e fiscalização de instalações elétricas e sistemas correlatos.
  • Cargo: Gestor de Engenharia, Engenharia Mecânica
  • Escolaridade: Superior em Engenharia Mecânica (com registro profissional quando exigido).
  • Atribuições típicas: Projetos e fiscalização de sistemas mecânicos prediais e comissionamento.

Qual é o salário inicial?

O valor exato depende da lei da carreira vigente e do edital do concurso. Como não há dado numérico fornecido aqui, a orientação é conferir no edital a estrutura remuneratória (vencimento e eventuais gratificações) e as regras de progressão.

O concurso tem cargos de nível médio?

No acervo informado, os cargos listados são de nível superior em engenharia. Para saber se houve, ou haverá, vagas de nível médio, é necessário verificar o edital específico do certame.

Quais matérias devo priorizar para Gestor de Engenharia?

Priorize dois blocos.

  • Bloco 1 (núcleo de engenharia pública): licitações e contratos, orçamento e planejamento de obras, fiscalização e medições.
  • Bloco 2 (técnico da especialidade): conteúdos clássicos da engenharia Civil, Elétrica ou Mecânica conforme o cargo, treinando por questões e casos práticos.

Vale a pena estudar por prova antiga de 2016?

Sim, porque você aprende o padrão de cobrança e reduz incerteza. A estratégia é usar a prova para identificar assuntos recorrentes e transformar erros em revisões programadas, em vez de apenas “fazer questões”.

Como eu sei se uma questão cabe recurso?

Marque questões com enunciado ambíguo, alternativa tecnicamente incorreta ou cobrança fora do conteúdo programático. Depois, compare com o edital e fundamente com referência técnica adequada, mantendo o texto do recurso objetivo.

Bancas organizadoras dos concursos do AGETOP/GO

Conheça as bancas que já aplicaram provas para o(a) AGETOP/GO. Estudar provas de cada uma ajuda a se familiarizar com os estilos de questão.

Perguntas Frequentes sobre o(a) AGETOP/GO