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Concurso público

Provas Anteriores Agente de Seguranca Penitenciário 2022 com gabarito

Entenda o cargo de Agente de Segurança Penitenciário, como funcionam os concursos, o perfil das provas da FGV e como usar provas anteriores (acervo 2022) para estudar com método.

1 prova
20222022
1 banca

Ex: "UFMG 2012", "ENEM 2005", "Fuvest"

Provas Anteriores e Gabaritos de Concursos do Agente de Seguranca Penitenciário

Reunimos 1 prova oficial de concursos do Agente de Seguranca Penitenciário, do ano 2022 ao ano 2022, com gabaritos quando disponíveis. Todo o material está em PDF, é gratuito e foi organizado pela equipe AcheProvas para facilitar a sua preparação. Use as provas anteriores do Agente de Seguranca Penitenciário para entender o estilo das bancas, treinar gestão de tempo e identificar as disciplinas mais cobradas em cada cargo.

Sobre o(a) Agente de Seguranca Penitenciário

Sobre o(a) Agente de Seguranca Penitenciário

O termo “Agente de Segurança Penitenciário” não é, em regra, o nome de um órgão, e sim a denominação de um cargo típico da administração pública responsável pela custódia e pela segurança em unidades prisionais, além de rotinas de disciplina, escolta e fiscalização interna. Em diferentes estados, esse cargo pode aparecer com nomes próximos (por exemplo, policial penal, agente penitenciário, inspetor penitenciário), mas a lógica do trabalho tende a ser semelhante: atuação direta na execução penal, no ambiente carcerário, com foco em segurança, integridade física de pessoas privadas de liberdade, servidores e visitantes, e no cumprimento de procedimentos e normas internas.

Na prática, concursos “para Agente de Segurança Penitenciário” costumam ser concursos estaduais (esfera estadual), vinculados ao Poder Executivo, normalmente a uma Secretaria de Administração Penitenciária, Secretaria de Justiça, Secretaria de Segurança Pública ou estrutura equivalente, dependendo do arranjo institucional de cada unidade da federação. A missão institucional que dá sentido ao cargo geralmente se conecta a dois pilares: a custódia segura (evitar fugas, prevenir motins, conter ilícitos internos) e a gestão disciplinar e operacional do estabelecimento prisional (rotinas de revista, contagem, movimentação interna, controle de acessos, acompanhamento de atividades). Em muitos estados, o cargo também se integra a uma carreira de segurança pública penitenciária, com formação específica, regras de porte de arma e atribuições definidas em legislação local.

Como esta página está organizada a partir do acervo de provas e traz apenas as informações que podem ser afirmadas com segurança sem pesquisa externa, não é possível indicar uma sigla única, uma lei de criação (número e ano), uma sede institucional específica, nem número aproximado de servidores, porque isso varia por estado e por órgão gestor do sistema penitenciário. O que dá para afirmar com segurança é o seguinte: o cargo é estruturado para atuar em unidades prisionais e outros locais de custódia (por exemplo, centros de detenção provisória, penitenciárias, colônias penais, unidades de regime semiaberto, unidades de triagem), e a rotina envolve turnos e escalas, com procedimentos rígidos e alto nível de responsabilidade.

História e estrutura

A carreira de agente penitenciário, e suas variações nominais, se consolidou no Brasil à medida que os estados profissionalizaram a administração penitenciária, saindo de estruturas improvisadas e incorporando padrões de disciplina operacional, registros, escoltas e protocolos de segurança. Historicamente, a administração de presídios se relaciona com a evolução do sistema penal e com a necessidade de separar funções: polícia ostensiva e investigativa, Poder Judiciário e execução penal, além de equipes de saúde e assistência social. Nessa divisão, o agente de segurança penitenciário é um operador de segurança institucional, com atuação contínua dentro da unidade prisional.

Quanto à estrutura organizacional típica “acima” do cargo, o desenho mais comum nos estados é existir um órgão central gestor do sistema penitenciário com áreas equivalentes a: administração penitenciária, inteligência penitenciária, operações e escoltas, corregedoria, formação e capacitação, gestão de pessoas, logística e infraestrutura. Abaixo disso estão as unidades prisionais (direções de unidade, chefias de plantão, setores internos). O agente costuma se reportar a chefias imediatas na unidade (por exemplo, chefia de equipe, coordenação de plantão, direção de disciplina), seguindo cadeias de comando e rotinas formais.

Não é seguro indicar dirigente atual, datas de fundação, ou marcos institucionais específicos, porque a estrutura e a cronologia dependem do estado e do órgão gestor correspondente. Para o candidato, porém, importa entender uma consequência prática dessa estrutura: a prova costuma cobrar normas e conceitos de execução penal e de administração pública aplicados à rotina (procedimentos, direitos e deveres, noções de segurança), e o dia a dia é fortemente regulado por ordens de serviço, regulamentos internos e disciplina.

Concursos públicos do Agente de Seguranca Penitenciário

A base desta página considera o que consta no acervo informado: há provas cadastradas para o cargo e ano de 2022, com banca FGV. Informações como número de vagas, salário inicial, e situação (homologado, em andamento, previsto) dependem do edital específico do ente que realizou o concurso, e não podem ser afirmadas aqui sem risco de erro.

A seguir, o que é possível listar com segurança, sem inventar dados:

AnoBancaCargo no acervoSituaçãoObservações úteis para estudo
2022FGVAgente de Segurança PenitenciárioNão informado no acervoUse para mapear o padrão de cobrança da FGV, formato de enunciado, recorrência de temas e nível de literalidade.

Se você está tentando descobrir “qual foi o último concurso do meu estado” ou “quantas vagas teve”, o caminho correto é localizar o edital e o ato de homologação no diário oficial do respectivo ente federativo (estado) e no site oficial do órgão gestor do sistema penitenciário. Isso é essencial porque a mesma denominação de cargo aparece em estados diferentes, com regras e remunerações diferentes.

Cargos e remuneração

A seguir, a descrição do cargo disponível no acervo. Pontos como remuneração exata, adicionais, gratificações e plano de carreira variam por estado, e por isso serão tratados aqui em termos qualitativos (o que costuma compor a remuneração e o que costuma aparecer no edital), sem cravar valores.

Agente de Segurança Penitenciário

  • Cargo: Agente de Segurança Penitenciário
  • Escolaridade: Em muitos estados, nível médio é o padrão histórico, mas há estados que exigem nível superior ou migraram para denominações e carreiras específicas (como policial penal) com requisitos próprios. Confirme no edital do seu ente.
  • Atribuições típicas: Garantir a segurança e a disciplina interna, controlar entrada e saída de pessoas e materiais, realizar rondas e fiscalização, atuar em procedimentos de revista (pessoal e de ambientes) conforme protocolos, acompanhar deslocamentos internos, registrar ocorrências, participar de escoltas e custódias quando previsto, intervir em incidentes seguindo cadeia de comando.
  • Jornada: Regime de plantão e escala é comum (por exemplo, turnos prolongados e folgas compensatórias), mas o modelo varia por legislação local e pelo edital. Alguns editais preveem jornada semanal com escalas específicas.
  • Remuneração: Em geral, envolve vencimento base somado a gratificações e adicionais vinculados a risco, atividade penitenciária, plantões, e eventualmente adicional noturno. Valores e composição dependem do estado e do plano de cargos.
  • Lotação: Unidades prisionais e estruturas correlatas (penitenciárias, centros de detenção, unidades provisórias, escoltas, unidades administrativas com função operacional). A lotação inicial costuma priorizar necessidade do serviço.
  • Rotina real de trabalho: Atividade operacional, com procedimentos padronizados, foco em segurança, registro e disciplina, exposição a situações de tensão, necessidade de comunicação clara, controle emocional e tomada de decisão dentro de protocolos.
  • Perfil de carreira: É uma carreira de execução, com progressão geralmente vinculada a tempo de serviço, avaliações, cursos de capacitação e regras locais. Em muitos lugares, há hierarquias internas de função (chefias de plantão, coordenações) que podem depender de designação.

O que isso significa para sua preparação: é um cargo em que o edital tende a combinar conteúdos jurídicos (especialmente execução penal, direitos e deveres, administração pública e, por vezes, direitos humanos), conteúdos de segurança institucional (procedimentos, noções de criminalística e inteligência em alguns casos) e conteúdos de língua portuguesa e raciocínio lógico, porque a rotina exige leitura de normas, redação de registros e interpretação fiel de regras.

Bancas organizadoras

FGV (Fundação Getulio Vargas)

A FGV é uma organizadora tradicional sediada no Rio de Janeiro, com forte presença em concursos de grande porte e uma assinatura bem reconhecível: questões de língua portuguesa com foco em interpretação e nuances de texto, e um estilo de enunciado que costuma exigir atenção a conectivos, pressupostos e inferências. Em matérias jurídicas, a banca frequentemente cobra letra de lei e conceitos, com nível de exigência que pode variar conforme o cargo, e tende a usar alternativas próximas entre si, o que pune leitura apressada.

Para o cargo de segurança penitenciária, quando a FGV é a responsável, a dica prática é tratar a prova como um exame de precisão: treinar leitura cuidadosa, mapear termos absolutos (sempre, nunca, exclusivamente), e estudar legislação e conceitos com base em como a banca formula pegadinhas por exceção e por troca de conceitos próximos.

Sobre polêmicas: a FGV, como várias bancas grandes, já foi alvo de debates no meio concurseiro por critérios de correção e por questões controversas em diferentes certames, mas qualquer avaliação concreta depende do concurso específico. A forma inteligente de lidar com isso é: dominar o padrão da banca com provas anteriores, e aprender a protocolar recursos com fundamentação objetiva (lei, doutrina, jurisprudência quando aplicável, e coerência interna do item).

Como estudar com as provas anteriores do Agente de Seguranca Penitenciário

Com provas anteriores no acervo (2022) e banca FGV, você tem uma vantagem: dá para transformar estudo em treinamento direcionado, em vez de estudar “no escuro”. A estratégia abaixo é prática e funciona mesmo quando você ainda não tem o próximo edital na mão.

1) Faça a leitura diagnóstica da prova antes de estudar o conteúdo

Pegue a prova de 2022 e responda a três perguntas objetivas:

  • Quais disciplinas aparecem e em que proporção aproximada?
  • A cobrança é mais conceitual (definições e princípios) ou mais literal (texto de lei, exceções, prazos, competência)?
  • As questões são curtas e diretas, ou longas e com muitas alternativas plausíveis?

Essa leitura inicial define seu método. Se a prova é de alternativas muito próximas, seu estudo tem de priorizar comparações e distinções, e não resumos genéricos.

2) Monte um “caderno de padrões da FGV” por disciplina

Em vez de anotar somente o conteúdo, anote o jeito de a FGV perguntar. Exemplos do que você deve registrar:

  • Em português, se a banca cobra mais inferência, coesão, pronomes, regência, pontuação, semântica e reescrita, ou se pesa mais gramática normativa direta.
  • Em direito, se gosta de confundir regra e exceção, ou se troca termos técnicos próximos.

Esse caderno vira seu guia de revisão. Ele reduz o tempo de estudo e aumenta a precisão.

3) Estudo em camadas (lei, questões, revisão)

Para carreiras de segurança penitenciária, uma rotina eficiente costuma ser:

  • Primeira camada, leitura do material base (lei seca quando for o caso, e teoria objetiva).
  • Segunda camada, resolução de questões da FGV, priorizando provas do mesmo perfil de cargo.
  • Terceira camada, revisão por erro: todo erro vira um cartão (flashcard) ou anotação curta com a “regra que eu confundi”.

4) Simulados com correção ativa

Não basta fazer simulado, é preciso corrigir como a banca corrige.

  • Cronometre a prova, porque FGV costuma punir falta de tempo por exigir leitura mais cuidadosa.
  • Ao corrigir, classifique o erro em três categorias: falta de conteúdo, confusão entre conceitos próximos, leitura apressada.
  • Ataque a causa principal. Se o erro é leitura, treine leitura e marcação, não só teoria.

5) Revisão com agenda fixa

Uma forma simples e eficiente para manter o conteúdo vivo:

  • Revisão curta em 24 a 48 horas do que você estudou.
  • Revisão em 7 dias com foco nas questões erradas.
  • Revisão mensal com simulado ou bateria de questões.

6) Materiais complementares que fazem sentido para o cargo

Sem depender do edital específico, há três frentes que quase sempre ajudam:

  • Leitura e treino de interpretação de texto (padrão FGV).
  • Estudo de noções de administração pública e ética no serviço público quando constarem no perfil do concurso.
  • Rotina de legislação correlata à execução penal e aos direitos e deveres, quando o edital trouxer esse bloco.

Editais, calendário e novidades

Como “Agente de Segurança Penitenciário” costuma ser um cargo vinculado à gestão penitenciária estadual, a forma correta de acompanhar editais e novidades é olhar sempre para fontes oficiais do seu estado.

O que acompanhar, de forma prática:

  • Site oficial do órgão gestor do sistema penitenciário do seu estado (secretaria ou autarquia responsável), na área de concursos, notícias ou transparência.
  • Diário Oficial do estado, onde saem autorização, comissão, edital, retificações, convocações e homologação.
  • Site da banca organizadora quando o edital já estiver publicado, porque é ali que costumam ficar: inscrições, cartão de confirmação, locais de prova, gabaritos preliminares, recursos e resultados.

Sobre calendário típico: concursos da área penitenciária tendem a ocorrer em ondas ligadas a recomposição de efetivo, inauguração de unidades, expansão de vagas prisionais, aposentadorias e decisões administrativas. Isso significa que “previsão” sem ato oficial (autorização, comissão formada, contrato com banca) é frágil. Para o candidato, a melhor postura é estudar com base em provas anteriores e em um núcleo duro de disciplinas que normalmente aparecem, e só ajustar o estudo fino quando o edital sair.

Perguntas frequentes (FAQ)

Onde encontrar provas anteriores de Agente de Segurança Penitenciário?

Você encontra no acervo de provas associado ao cargo, por exemplo a edição cadastrada de 2022, e deve complementar com provas da mesma banca (FGV) para cargos de perfil parecido quando quiser ampliar o repertório.

Quem organiza o concurso de Agente de Segurança Penitenciário?

Depende do estado e do edital. No acervo informado nesta página, a banca identificada é a FGV para prova de 2022.

A prova da FGV costuma ser difícil para esse cargo?

A dificuldade percebida vem, sobretudo, do estilo da FGV: alternativas próximas, textos longos em português e cobrança que exige precisão. Com treino em provas anteriores, essa dificuldade fica mais previsível.

Qual a escolaridade exigida para Agente de Segurança Penitenciário?

Varia por ente federativo e pelo cargo exatamente previsto no edital. Muitos editais históricos exigem nível médio, mas há contextos em que o requisito muda. A confirmação obrigatória é no edital.

Qual é o salário inicial de Agente de Segurança Penitenciário?

Varia bastante por estado e por estrutura remuneratória (vencimento e gratificações). Sem o edital específico, não é seguro cravar valores. O que costuma ocorrer é remuneração composta por base e adicionais ligados à atividade e ao regime de plantão.

O trabalho é em escala ou horário comercial?

Na grande maioria dos sistemas prisionais, a operação é 24 horas, então o regime de plantão e escalas é comum. O modelo exato é definido no edital e em normas locais.

O que cai com mais frequência: lei seca ou teoria?

Em concursos de segurança penitenciária, é comum haver mistura. Quando a banca é a FGV, você deve se preparar para questões que cobram entendimento e precisão, e não só memorização, especialmente em português e em tópicos jurídicos.

Como usar a prova de 2022 para prever o próximo edital?

Use para mapear: disciplinas recorrentes, estilo de enunciado, tamanho das questões, temas mais repetidos e pegadinhas típicas. Depois, monte um ciclo de estudo ancorado no que mais aparece e valide semanalmente com baterias de questões.

Vale a pena recorrer de questões na FGV?

Recurso faz sentido quando há erro material, alternativa correta ausente, ou divergência objetiva com a legislação e o enunciado. A estratégia é escrever recurso curto, técnico e fundamentado, sem argumentos genéricos.

Bancas organizadoras dos concursos do Agente de Seguranca Penitenciário

Conheça as bancas que já aplicaram provas para o(a) Agente de Seguranca Penitenciário. Estudar provas de cada uma ajuda a se familiarizar com os estilos de questão.

Perguntas Frequentes sobre o(a) Agente de Seguranca Penitenciário