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Concurso público

Provas Anteriores AGENERSA 2023 com gabarito

Entenda o que é a AGENERSA, como funcionam seus concursos e como estudar com provas anteriores (como a de 2023) organizadas pela FGV.

1 prova
20232023
1 banca

Ex: "UFMG 2012", "ENEM 2005", "Fuvest"

Provas Anteriores e Gabaritos de Concursos do AGENERSA

Reunimos 1 prova oficial de concursos do AGENERSA, do ano 2023 ao ano 2023, com gabaritos quando disponíveis. Todo o material está em PDF, é gratuito e foi organizado pela equipe AcheProvas para facilitar a sua preparação. Use as provas anteriores do AGENERSA para entender o estilo das bancas, treinar gestão de tempo e identificar as disciplinas mais cobradas em cada cargo.

Sobre o(a) AGENERSA

Sobre o(a) AGENERSA

A AGENERSA é a sigla usada para a Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do Estado do Rio de Janeiro, uma autarquia estadual com função típica de regulação e fiscalização de serviços públicos regulados no âmbito do Poder Executivo estadual. Na prática, isso significa que não é um órgão de atendimento comum, e sim uma instituição técnica, que define regras, acompanha contratos e concessões, fiscaliza a prestação do serviço ao usuário e aplica sanções quando necessário, sempre dentro dos limites legais e regulatórios.

Como agência reguladora, o foco do trabalho tende a ser mais analítico e normativo: acompanhamento de indicadores de qualidade, análise de equilíbrio econômico financeiro de contratos, condução de processos sancionatórios e resposta a demandas de ouvidoria e de usuários, além de participação em audiências e consultas públicas. Para o candidato, esse desenho institucional importa por um motivo simples: concursos de agências costumam privilegiar conhecimentos de Direito Administrativo e Regulatório, políticas públicas, noções de economia do setor regulado e, dependendo do cargo, capacidade de lidar com dados, processos e relatórios.

Sobre detalhes como lei de criação (número e ano), quantitativo aproximado de servidores e sede, não vou afirmar informações específicas sem segurança. O que dá para orientar com confiabilidade é o seguinte: sendo uma autarquia estadual reguladora, a AGENERSA tipicamente possui sede administrativa na capital do estado e estrutura enxuta, com corpo técnico e áreas de suporte, além de instâncias colegiadas (diretoria) que deliberam sobre temas regulatórios e sancionatórios.

História e estrutura

Agências reguladoras estaduais surgem, em geral, como resposta a um cenário de concessões e contratos de prestação de serviços que exigem regras estáveis, fiscalização técnica e um árbitro institucional para conflitos entre poder concedente, concessionárias e usuários. No caso de energia e saneamento, isso costuma envolver temas sensíveis como tarifa, qualidade do serviço, metas contratuais, expansão de rede, indicadores de continuidade e tratamento de reclamações.

A estrutura organizacional típica de uma agência reguladora estadual costuma ter:

  • Diretoria colegiada (ou conselho diretor): instância de decisão, que aprova normas, julgamentos regulatórios e sancionatórios, e delibera sobre temas relevantes.
  • Áreas finalísticas de regulação e fiscalização: equipes que acompanham contratos, metas, indicadores, vistorias e processos.
  • Áreas jurídicas: consultoria jurídica interna, instrução de processos, pareceres e apoio à atuação sancionatória.
  • Ouvidoria e atendimento ao usuário: canalização e tratamento de demandas, com interação com concessionárias e com áreas técnicas.
  • Planejamento, administração e finanças: suporte administrativo, orçamento, gestão de pessoas e contratos internos.

Sobre “dirigente atual”, eu não vou citar nomes, porque isso muda com frequência e eu não tenho como assegurar a titularidade no momento. Para o candidato, o ponto prático é: diretores e superintendentes influenciam agenda regulatória e prioridades, então vale acompanhar atos oficiais e deliberações quando estiver perto da prova, principalmente para entrevistas, prova discursiva e temas atuais de regulação.

Concursos públicos do AGENERSA

Pelo seu acervo informado, há provas cadastradas para o cargo de Assistente Técnico de Regulação e o ano identificado é 2023, com organização pela FGV. Como não tenho segurança para afirmar quantitativo de vagas, remuneração inicial, nem situação administrativa (homologado, em andamento) sem documento oficial, eu organizo abaixo apenas o que é sustentado pelo dado fornecido e, em seguida, explico como o candidato deve completar a leitura com o edital.

Edições identificadas no acervo (ordem cronológica reversa)

AnoBancaCargos no acervoSituaçãoObservação prática
2023FGVAssistente Técnico de RegulaçãoNão informadaUse o edital para confirmar vagas, requisitos, lotação e etapas.

O que isso significa para quem está estudando agora:

  • Se a banca foi a FGV, a chance de repetição de estilo é alta em futuras seleções, seja para o mesmo cargo, seja para cargos técnicos correlatos.
  • Mesmo quando muda o cargo, a “cara” de Português, Raciocínio Lógico, Administração Pública e Direito (quando houver) costuma seguir o padrão da organizadora.
  • Em agência reguladora, conteúdos de regulação e noções setoriais costumam aparecer como diferencial, em conhecimentos específicos ou em temas transversais.

Se você pretende usar esta página como base para decidir “vale a pena?”, a recomendação é objetiva: pegue o edital do concurso de 2023 e responda três perguntas, porque elas determinam a sua estratégia:

  • Qual foi a estrutura de prova (quantas questões, pesos, nota de corte, critérios de eliminação)?
  • Quais matérias foram comuns a todos os cargos e quais eram específicas?
  • Houve discursiva, redação, avaliação de títulos, curso de formação, ou apenas prova objetiva?

Cargos e remuneração

O cargo com prova cadastrada no seu acervo é Assistente Técnico de Regulação. Sem o edital em mãos, eu não vou fixar escolaridade, salário e jornada como se fossem universais, porque esses pontos variam por lei estadual, plano de cargos e pelo desenho do concurso. Em vez disso, apresento o que costuma ser típico em agências reguladoras e o que você deve verificar no edital, além de detalhar a rotina real do cargo, que é o que mais ajuda na decisão.

Assistente Técnico de Regulação

  • Escolaridade: Em concursos, esse tipo de cargo frequentemente aparece como nível médio ou nível técnico, mas a confirmação deve ser feita no edital do certame específico.
  • Atribuições típicas: Apoio técnico e administrativo às atividades de regulação e fiscalização, organização e instrução de processos, controle de prazos e documentos, elaboração de relatórios de apoio, atendimento e triagem de demandas de usuários, suporte a vistorias e diligências, lançamento e acompanhamento de informações em sistemas.
  • Jornada: Em autarquias, é comum a jornada de 40 horas semanais, mas a regra depende do plano de cargos e do edital.
  • Remuneração: Em agências, a remuneração costuma ser composta por vencimento básico e gratificações, com possibilidade de evolução por progressão, mas não vou indicar valores sem o edital. O que você pode fazer é comparar, no próprio documento, remuneração inicial, benefícios e a distância entre início e topo de carreira.
  • Lotação: Tendência de lotação na sede administrativa e, conforme a estrutura, em unidades que fazem fiscalização e atendimento. Confirme no edital se há lotação exclusiva em um município ou possibilidade de distribuição.
  • Rotina real (o que cai na prática): Muito trabalho por processo, com leitura de normas e contratos, conferência documental, prazos, elaboração de minutas e relatórios, organização de evidências para fiscalização e apoio a áreas técnicas. Candidatos que têm perfil organizado, com boa escrita e atenção a detalhes, costumam se adaptar bem.

Um ponto de realidade que ajuda a estudar melhor: cargos de suporte regulatório exigem interpretação de texto e leitura de comandos com precisão. Em banca como a FGV, isso costuma ser decisivo. Não é apenas “saber a lei”, é saber aplicar o conceito ao caso descrito.

Bancas organizadoras

FGV (Fundação Getulio Vargas)

A Fundação Getulio Vargas, com atuação nacional e sede institucional no Rio de Janeiro, é uma organizadora conhecida por provas com enunciados mais longos, alternativas sofisticadas e cobrança forte de interpretação, especialmente em Língua Portuguesa e em disciplinas jurídicas. Em concursos de perfil técnico e regulatório, a FGV tende a valorizar aplicação prática do conteúdo, casos hipotéticos, leitura fina de conceitos e, quando há legislação, diferenciações e exceções.

Características que o candidato sente na prática:

  • Português: foco pesado em compreensão textual, reescrita, sentido, coesão e coerência, inferências. Menos decoreba de nomenclatura gramatical e mais interpretação de efeitos de sentido.
  • Direito e Administração Pública (quando presentes): questões com pegadinhas em conceitos próximos, exigindo atenção ao comando e ao alcance da norma.
  • Raciocínio Lógico e Matemática (quando presentes): nível variável, mas frequentemente exige leitura cuidadosa e organização do raciocínio.
  • Polêmicas: como banca grande, é comum haver recursos e discussões sobre padrão de correção, especialmente em discursivas. O caminho seguro é aprender a formular recurso com base no edital e em referência normativa, sem “chutar” jurisprudência ou entendimento que não esteja amparado.

Como estudar com as provas anteriores do AGENERSA

A forma mais eficiente de usar prova anterior é transformar o caderno em diagnóstico e, depois, em treino. Como você tem prova de 2023 e banca FGV, dá para montar um ciclo muito pragmático.

1) Faça uma leitura técnica do edital e traduza em metas

Mesmo quando você ainda não está com um novo edital aberto, use o de 2023 como “edital base”. Você precisa extrair:

  • disciplinas cobradas,
  • número de questões por disciplina,
  • pesos (se houver),
  • nota mínima por bloco e nota geral,
  • critérios de eliminação.

Isso vira meta semanal. Exemplo de objetivo mensurável: “resolver 120 questões FGV de Português por semana e revisar erros em 48 horas”.

2) Mapeie o estilo da FGV no contexto do cargo

Pegue a prova de 2023 e classifique as questões em três categorias:

  • Diretas: cobra conceito objetivo.
  • Interpretativas: depende do texto, do caso, do detalhe.
  • Armadilhas: troca de exceção por regra, conectivos, termos absolutos, generalizações.

Você vai perceber rapidamente onde a FGV “ganha” do candidato. Em geral, é nas interpretativas e nas armadilhas de linguagem.

3) Construa um caderno de erros, não um caderno de resumos

Para o cargo de Assistente Técnico de Regulação, o ganho de nota costuma vir de consistência e baixo erro bobo. Estrutura recomendada do caderno de erros:

  • Tema: por exemplo, interpretação de texto, atos administrativos, processos sancionatórios (se cair), administração pública.
  • Erro cometido: o que você entendeu errado.
  • Gatilho da banca: qual palavra ou estrutura te enganou.
  • Regra de decisão: frase curta para repetir em revisões (por exemplo: “em FGV, desconfie de alternativa com absoluto, sempre, nunca”).

4) Revisão em camadas (48 horas, 7 dias, 30 dias)

Uma rotina que funciona para prova de múltipla escolha:

  • D0: estuda a teoria mínima e resolve questões.
  • D2: revisa só o que errou (releitura e refaz questão sem ver gabarito).
  • D7: faz um mini simulado do tema (20 a 30 questões).
  • D30: simulado maior, com tempo cronometrado.

Isso é especialmente importante em FGV, porque a banca cobra nuances, e nuance se fixa por repetição espaçada.

5) Simulados com tempo real e estratégia de prova

A FGV pune falta de tempo. Treine:

  • primeira passada para questões mais seguras,
  • segunda passada para as interpretativas,
  • marcação consciente de questões para chute racional, se necessário.

A ideia é reduzir o custo de oportunidade: não gastar tempo demais em uma questão que te impede de fazer outras mais prováveis.

6) Materiais complementares que mais conversam com agência reguladora

Sem afirmar disciplinas específicas do edital, há um núcleo que costuma ser útil em regulação:

  • leitura guiada de conceitos de regulação, fiscalização, qualidade do serviço, tarifa e contratos,
  • noções de administração pública aplicada (processos, indicadores, gestão por resultados),
  • prática de redação técnica, quando houver discursiva ou questão aberta.

Se no edital houver legislação setorial, priorize leitura “seca” com questões logo em seguida, porque banca desse porte gosta de detalhes e exceções.

Editais, calendário e novidades

Para acompanhar editais e atos oficiais de uma autarquia estadual reguladora, o caminho mais confiável é sempre o oficial, mesmo que você leia notícias em sites de cursos.

Fontes que você deve monitorar:

  • Diário Oficial do Estado: publicação de editais, retificações, cronogramas, nomeações e atos administrativos.
  • Site institucional da agência: geralmente concentra seção de concursos, transparência, ou publicações.
  • Página da banca (FGV) quando contratada: local de inscrições, comunicados, locais de prova, gabaritos, resultados e recursos.

Sobre “calendário típico”, não existe periodicidade garantida para agência reguladora. A abertura de concurso depende de autorização, orçamento, vacâncias e decisão administrativa. O melhor indicador prático para o candidato é acompanhar:

  • movimentações de contratação de banca,
  • publicações de comissão organizadora,
  • alterações de quadro de pessoal,
  • nomeações e necessidade de recomposição.

Quando surgir um novo edital, você ganha tempo se já estiver com:

  • base forte em Português no padrão FGV,
  • hábito de resolver questões longas com atenção,
  • organização de revisão por erros.

Perguntas frequentes (FAQ)

Quem organiza o concurso do AGENERSA?

No acervo informado, a prova cadastrada de 2023 foi organizada pela FGV. A organizadora de próximos concursos depende de contratação específica.

Onde encontrar provas anteriores do AGENERSA?

No seu acervo há prova de 2023 para Assistente Técnico de Regulação. Além disso, quando a banca é a FGV, é comum que a própria organizadora publique cadernos, gabaritos e comunicados do certame que organizou.

Qual cargo do AGENERSA aparece no acervo de provas?

  • Cargo: Assistente Técnico de Regulação
  • Ano de prova no acervo: 2023
  • Banca: FGV

Qual é a escolaridade exigida para Assistente Técnico de Regulação?

Varia conforme o edital. Em muitos órgãos, cargos de “assistente técnico” podem ser nível médio ou técnico, mas a confirmação deve ser feita no edital do concurso que você pretende prestar.

O concurso do AGENERSA costuma ter prova discursiva?

Depende do edital. Se houver discursiva, a FGV costuma exigir texto objetivo, bem estruturado e aderente ao comando. A maneira segura de saber é conferir as etapas previstas no edital.

Quais matérias devo priorizar se a banca for FGV?

Priorize Língua Portuguesa no padrão de interpretação da FGV e treine resolução com tempo. As demais disciplinas devem seguir o edital, mas a estratégia transversal é a mesma: questões contextualizadas, leitura atenta e revisão por erros.

Como saber se haverá novo concurso do AGENERSA?

Acompanhe publicações oficiais (Diário Oficial e site institucional) e, quando houver, comunicados de contratação de banca e instalação de comissão. Sites de notícias de concursos ajudam, mas a confirmação vem do ato oficial.

O que faz um Assistente Técnico de Regulação no dia a dia?

Em geral, atua dando suporte à regulação e fiscalização por meio de instrução de processos, controle de prazos e documentos, elaboração de relatórios e apoio a demandas de usuários, com forte componente de organização, leitura e escrita técnica.

Bancas organizadoras dos concursos do AGENERSA

Conheça as bancas que já aplicaram provas para o(a) AGENERSA. Estudar provas de cada uma ajuda a se familiarizar com os estilos de questão.

Perguntas Frequentes sobre o(a) AGENERSA