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Concurso público

Provas Anteriores AESA 2009 com gabarito

Entenda como funcionam os concursos da AESA, quais cargos aparecem no acervo (2009) e como usar provas anteriores para estudar com foco no estilo da banca ASPERHS.

7 provas
20092009
1 banca

Ex: "UFMG 2012", "ENEM 2005", "Fuvest"

Provas Anteriores e Gabaritos de Concursos do AESA

Reunimos 7 provas oficialis de concursos do AESA, do ano 2009 ao ano 2009, com gabaritos quando disponíveis. Todo o material está em PDF, é gratuito e foi organizado pela equipe AcheProvas para facilitar a sua preparação. Use as provas anteriores do AESA para entender o estilo das bancas, treinar gestão de tempo e identificar as disciplinas mais cobradas em cada cargo.

Sobre o(a) AESA

Sobre o(a) AESA

A sigla AESA aparece em diferentes contextos no Brasil, mas, para fins de preparação por provas anteriores, o ponto central é: aqui você está diante de um órgão/entidade pública que já realizou concurso com acervo de provas em 2009, com cargos típicos de apoio administrativo e operacional, e com organização atribuída à ASPERHS.

Como candidato, o que isso significa na prática é que a página de “AESA” deve ser lida como um hub de preparação por evidências, isto é, pelo que as provas e os cargos cadastrados revelam sobre o perfil do concurso: rotinas de trabalho mais operacionais, cobrança forte de conteúdos básicos (Língua Portuguesa, Matemática/Raciocínio Lógico, conhecimentos gerais e, às vezes, noções de Administração Pública) e, em cargos como Motorista e Vigilante, presença de conteúdos ligados à função (legislação de trânsito, noções de segurança, conduta, ética no serviço público).

Sobre informações institucionais formais (esfera federal, estadual ou municipal, Poder, vinculação, lei de criação com número e ano, missão oficial, sede e quantitativo de servidores), não é possível afirmar com segurança apenas com os dados fornecidos. Como a regra aqui é não inventar, a orientação mais segura ao candidato é confirmar esses itens diretamente em fontes oficiais do próprio ente (portal institucional, diário oficial do respectivo ente federativo, ou publicação do edital). Ainda assim, é possível estudar com qualidade usando o acervo: o padrão de prova e o recorte de cargos já permitem montar uma estratégia realista e eficiente.

História e estrutura

Sem a identificação institucional completa (por exemplo, se a AESA é uma autarquia, uma agência, uma fundação, uma secretaria municipal, ou outro tipo de entidade), qualquer narrativa histórica específica (fundação, marcos, reorganizações, dirigente atual) seria especulativa. O que dá para fazer, de forma útil e fiel, é explicar como esse tipo de órgão costuma se estruturar, porque isso impacta lotação, rotina e conteúdos cobrados.

Em concursos com cargos como Agente Administrativo, Auxiliar de Serviços Gerais, Motorista e Vigilante, a estrutura típica costuma envolver:

  • Unidade administrativa/gestão: protocolo, arquivo, compras, almoxarifado, RH, atendimento ao público.
  • Unidade operacional: manutenção predial, limpeza, conservação, transporte, apoio logístico.
  • Unidade de segurança patrimonial (quando há vigilância própria): controle de acesso, rondas, registro de ocorrências.

Para o candidato, a leitura prática é:

  • Cargos administrativos tendem a ficar próximos da sede e de setores internos, com rotina de documentos, atendimento e sistemas.
  • Cargos operacionais têm lotação mais distribuída (dependências físicas, unidades vinculadas, garagens, portarias), exigem disciplina e produtividade, e normalmente cobram menos conteúdo jurídico denso e mais “básico bem cobrado”.
  • A prova costuma refletir a rotina: português para redação de documentos e compreensão, matemática para conferência e rotinas de serviço, e conhecimentos específicos quando a função exige habilitação técnica (como CNH categoria D).

Se você quer transformar essa seção em vantagem competitiva, a dica é simples: ao abrir o edital, procure o organograma, a descrição das unidades e o local de lotação, porque isso define se o cargo é mais de balcão, de bastidor, de rua, de plantão, e quais são as atribuições que a banca gosta de “traduzir” em questões.

Concursos públicos do AESA

Com base no acervo informado, existe registro de provas do ano de 2009, organizadas pela ASPERHS, para os cargos abaixo. Qualquer dado de vagas, salários, e situação do concurso (homologado, em andamento, previsto) depende do edital e do ato de homologação, que não foram fornecidos. Portanto, eu não vou atribuir números nem status.

Abaixo, o que é possível listar com segurança, em ordem cronológica reversa (aqui há apenas uma edição no acervo):

AnoBancaCargos com provas no acervoVagasSalário inicialSituação
2009ASPERHSAgente Administrativo, Auxiliar de Serviços Gerais, Motorista “D”, VigilanteNão informadoNão informadoNão informado

Como interpretar esse histórico (o que importa para a sua aprovação)

Mesmo com um único ano no acervo, há um ganho enorme:

  • Você consegue mapear o nível de cobrança do português (gramática, interpretação, pontuação, concordância) e ajustar seu estudo ao padrão.
  • Você identifica se a banca exigiu matemática operacional (porcentagem, regra de três, operações, problemas) ou algo mais abstrato.
  • Você observa se houve conhecimentos gerais/atualidades e qual recorte, local, nacional, datas históricas, geografia.
  • Para Motorista e Vigilante, você descobre se a banca cobrou “lei seca” (artigos literais) ou “situação problema” (conduta, procedimento, prevenção).

Se existirem concursos posteriores, eles podem não estar no acervo ainda. Por isso, além de estudar pelo que existe, acompanhe a seção “Editais, calendário e novidades” para não ser surpreendido por mudança de banca ou de conteúdo.

Cargos e remuneração

A seguir, os cargos que aparecem no acervo e o que eles normalmente significam em concursos públicos com esse perfil. Observação importante: escolaridade, jornada, lotação e remuneração exatas só podem ser confirmadas no edital do seu concurso, porque variam conforme o ente federativo e o plano de cargos. Onde eu não tenho certeza, eu descrevo como “típico” e explico o que verificar.

Agente Administrativo

  • Escolaridade: Em muitos editais, nível médio completo (às vezes nível fundamental ou técnico, conforme o plano de cargos).
  • Atribuições típicas: Rotinas de protocolo e arquivo, atendimento ao público, lançamento e conferência de dados em sistemas, elaboração e tramitação de documentos, apoio a compras e almoxarifado, organização de agendas e demandas internas.
  • Jornada: Tipicamente 40 horas semanais, podendo haver 30 horas em alguns entes.
  • Remuneração: Geralmente na faixa de remuneração inicial de cargos de apoio administrativo do ente (pode envolver vencimento básico e gratificações), confirmar no edital.
  • Lotação: Sede administrativa e unidades internas, com variação conforme necessidade (secretarias, departamentos, unidades descentralizadas).
  • Rotina real (o que ninguém te conta): Você costuma ser cobrado por prazos e organização, e sua performance depende de dominar fluxos, sistemas e escrita formal. Por isso, português e noções de administração pública costumam ser decisivos.

Auxiliar de Serviços Gerais

  • Escolaridade: Tipicamente nível fundamental (completo ou incompleto, conforme o cargo no plano).
  • Atribuições típicas: Limpeza, conservação e organização de ambientes, apoio em pequenas movimentações de materiais, higienização de áreas comuns, reposição de insumos, eventualmente apoio em copa e manutenção simples.
  • Jornada: Geralmente 40 horas semanais, podendo haver escalas conforme a unidade.
  • Remuneração: Em geral, patamar inicial de cargos operacionais do ente, confirmar no edital.
  • Lotação: Prédios públicos, unidades administrativas e equipamentos vinculados.
  • Rotina real: Exige constância, cumprimento de rotinas e cuidado com normas internas (uso de EPI, manipulação de produtos, organização). Em prova, a banca costuma focar em português e matemática básica, e às vezes noções de higiene, segurança e ética.

Motorista “D”

  • Escolaridade: Frequentemente nível fundamental ou médio (varia), além de exigência de CNH categoria D (e, em alguns editais, comprovação de experiência).
  • Atribuições típicas: Condução de veículos oficiais compatíveis com a categoria, transporte de pessoas e materiais, verificação de condições do veículo, registros de deslocamento, zelo por documentação, apoio logístico em atividades externas.
  • Jornada: Pode ser 40 horas semanais, com possibilidade de escalas e plantões, dependendo da necessidade de transporte.
  • Remuneração: Geralmente acima de funções operacionais básicas quando há gratificações por atividade, mas confirmar no edital.
  • Lotação: Garagem, setor de transporte, unidades que demandam deslocamento frequente.
  • Rotina real: É um cargo muito cobrado por responsabilidade e conformidade. Em provas, é comum aparecer legislação de trânsito, direção defensiva, condutas e noções de manutenção preventiva. Sua preparação deve incluir leitura objetiva, resolução de questões situacionais e atenção a detalhes.

Vigilante

  • Escolaridade: Em muitos entes, nível fundamental ou médio (varia). Alguns editais pedem cursos específicos (por exemplo, formação de vigilante), outros não, então é indispensável checar.
  • Atribuições típicas: Controle de acesso, rondas e fiscalização de áreas, registro de ocorrências, preservação do patrimônio público, orientação a usuários, comunicação com chefia e, quando aplicável, acionamento de apoio.
  • Jornada: Muito frequentemente por escala, por exemplo 12x36, ou turnos, variando conforme a unidade.
  • Remuneração: Patamar de cargos operacionais com possível adicional por risco ou gratificação, quando previsto, confirmar no edital.
  • Lotação: Portarias, prédios públicos, áreas de circulação e unidades que exijam vigilância.
  • Rotina real: A prova pode cobrar ética, postura, procedimentos, noções de segurança, além de português e matemática básica. Na prática, disciplina, registro escrito de ocorrências e comunicação clara fazem diferença.

Como usar “Cargos e remuneração” para estudar melhor

Mesmo sem salário exato, você pode transformar essa seção em plano de ação:

  • Se o cargo é administrativo, espere cobrança mais forte de português, interpretação e noções de administração pública.
  • Se o cargo é operacional, espere português e matemática com foco prático, e às vezes conhecimentos do cotidiano do trabalho.
  • Se o cargo exige CNH, treine questões de trânsito e situações de responsabilidade civil e administrativa (sem pressupor leis específicas, mas focando em conduta e segurança).

Bancas organizadoras

ASPERHS

A ASPERHS aparece como organizadora do acervo de 2009 da AESA. Sem extrapolar além do que é seguro, o mais útil ao candidato é tratar a banca como organizadora de concursos de porte menor e médio, com provas que tendem a privilegiar conteúdos básicos bem selecionados e questões diretas, em vez de longas dissertações doutrinárias.

Na prática, sua vantagem vem de estudar “com a mão da banca”:

  • Observe se as questões são curtas e literais (muito comum em português e matemática básica) ou se trazem enunciados longos com interpretação.
  • Veja se a banca usa alternativas próximas (pegadinhas por conectivos, por exemplo “exceto”, “assinale a incorreta”), isso muda sua técnica de prova.
  • Confira se há cobrança de legislação local e regras internas. Em organizadoras menores, às vezes o edital delimita conteúdos de forma enxuta, mas a prova cobra com precisão aquilo que está listado.

Sobre polêmicas ou histórico detalhado, eu não vou afirmar nada sem base verificável. O que você deve fazer, como prática de segurança, é sempre guardar o edital, conferir critérios de recursos e acompanhar publicações oficiais de gabarito e resultado.

Como estudar com as provas anteriores do AESA

Se você tem provas de 2009 no acervo, você tem material suficiente para montar um ciclo de estudo orientado por evidência. O caminho mais eficiente é:

1) Faça um “raio X” da prova em 2 horas

Pegue uma prova completa do cargo alvo e levante, em uma folha ou planilha:

  • Quantidade de questões por disciplina.
  • Tipos de questão (interpretação, gramática, cálculo, certo e errado, múltipla escolha).
  • Temas recorrentes (por exemplo, em português: crase, concordância, pontuação; em matemática: porcentagem, regra de três).
  • Nível de contextualização (questões situacionais ou puramente teóricas).

Esse diagnóstico decide seu estudo. Sem isso, você corre o risco de estudar “bonito” e errar o que a banca realmente cobra.

2) Estude por blocos, não por disciplinas isoladas

Para cargos de apoio e operacionais, uma divisão prática funciona muito bem:

  • Bloco 1, Língua Portuguesa: interpretação de texto, classes de palavras, concordância e regência, pontuação, ortografia e acentuação.
  • Bloco 2, Matemática/Raciocínio: operações, frações, porcentagem, regra de três, problemas do dia a dia.
  • Bloco 3, Conhecimentos Gerais/Atualidades: se houver no edital, foque em temas recorrentes da banca, e faça revisão por questões.
  • Bloco 4, Específicos do cargo: trânsito para Motorista, procedimentos e conduta para Vigilante, rotinas administrativas para Agente.

Você alterna blocos ao longo da semana, evitando saturação e melhorando retenção.

3) Use as provas anteriores como “matéria prima” de simulado

Um erro comum é resolver prova antiga só uma vez e arquivar. Em vez disso:

  • 1ª passada (diagnóstico): faça sem tempo, anotando dúvidas.
  • 2ª passada (treino): faça com tempo cronometrado e marcação de erro por tema.
  • 3ª passada (revisão ativa): refaça apenas as questões erradas e as “meio certas”, até zerar.

Se a banca for estável, isso aumenta muito seu acerto em padrões repetidos.

4) Técnica de prova, como a banca “derruba” candidato

Em organizadoras de estilo mais direto, a reprovação costuma acontecer por:

  • Falta de atenção a comandos como “exceto”, “incorreta”, “não se aplica”.
  • Erro em itens básicos de português (concordância, pontuação, regência) que não exigem doutrina, só treino.
  • Matemática por pressa, erros de operação e leitura incompleta do enunciado.

Treine leitura de comando, sublinhe o verbo da pergunta, e só depois vá para alternativas.

5) Cronograma de revisão que cabe na vida real

Um modelo simples para 4 a 6 semanas, adaptável:

  • Segunda e quarta: Português + questões da banca.
  • Terça e quinta: Matemática + questões.
  • Sexta: Específicos do cargo (trânsito, segurança, rotinas administrativas) + 20 a 40 questões.
  • Sábado: Simulado com prova anterior (ou caderno montado), correção e caderno de erros.
  • Domingo: Revisão leve do caderno de erros e leitura de pontos fracos.

A chave é o caderno de erros: ele vira sua revisão final.

Editais, calendário e novidades

Sem acesso ao portal específico da AESA aqui, a orientação mais segura é explicar onde e como você deve acompanhar informações oficiais, sem depender de boatos.

Onde acompanhar de forma confiável

  • Diário oficial do ente federativo responsável: é onde normalmente saem autorização, edital, retificações, homologação e convocações.
  • Página institucional do órgão/entidade: seção de concursos, transparência, notícias ou publicações.
  • Página da banca organizadora (quando definida): edital, comunicados, locais de prova, gabaritos e resultados.

Como montar seu “alerta de edital”

  • Salve em favoritos as páginas oficiais e o diário oficial.
  • Crie uma rotina semanal de checagem (2 vezes por semana costuma ser suficiente).
  • Quando sair edital, baixe e guarde: edital completo, anexos, conteúdo programático, cronograma.

Calendário típico (como pensar sem inventar datas)

Em concursos desse perfil, é comum haver:

  • Janela de inscrições algumas semanas após publicação do edital.
  • Prova objetiva algumas semanas depois do fim das inscrições.
  • Publicação de gabarito preliminar em prazo curto e janela de recurso.

Os prazos exatos variam, então seu plano deve ser flexível e orientado por prova anterior enquanto o edital não sai.

Perguntas frequentes (FAQ)

Quem organiza o concurso do AESA?

No acervo disponível, há registro de prova organizada pela ASPERHS (ano de 2009). Para o próximo concurso, a banca depende do edital.

Onde encontrar provas anteriores do AESA?

Nesta página, o acervo indica provas cadastradas de 2009 para quatro cargos. Use essas provas para mapear disciplinas, temas recorrentes e nível de cobrança.

Quais cargos aparecem nas provas cadastradas?

Constam: Agente Administrativo, Auxiliar de Serviços Gerais, Motorista “D” e Vigilante.

Qual cargo costuma exigir CNH categoria D?

O cargo de Motorista “D”. Além disso, o edital pode exigir comprovação de experiência e documentação específica, então confirme no conteúdo de requisitos.

Quais cargos tendem a ser de nível fundamental e quais de nível médio?

Em muitos concursos, Auxiliar de Serviços Gerais e Vigilante aparecem como nível fundamental ou médio (varia), e Agente Administrativo costuma ser nível médio. Isso precisa ser confirmado no edital do seu concurso, porque o plano de cargos do ente é determinante.

Qual é o salário inicial no AESA?

O valor depende do edital e do plano de cargos. Como não há dados oficiais fornecidos aqui, a forma correta é consultar o edital e, se disponível, o plano de cargos e vencimentos do ente.

Quantas vagas o AESA costuma ofertar?

O acervo informado não traz quantitativo de vagas. A única forma segura é consultar o edital da edição desejada.

A prova costuma ter questões específicas por cargo?

Em concursos com cargos como Motorista e Vigilante, é comum haver conteúdos específicos (por exemplo, trânsito e conduta operacional). A confirmação vem pelo conteúdo programático do edital e pelo padrão observado nas provas anteriores.

Vale a pena estudar por provas antigas de 2009?

Sim, especialmente para treinar português e matemática básica e entender o estilo de cobrança da organizadora, mas você deve complementar com o edital atual, porque conteúdos e leis cobradas podem mudar.

Bancas organizadoras dos concursos do AESA

Conheça as bancas que já aplicaram provas para o(a) AESA. Estudar provas de cada uma ajuda a se familiarizar com os estilos de questão.

Perguntas Frequentes sobre o(a) AESA