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Concurso público

Provas Anteriores ADAPI 2010 com gabarito

Entenda o que é a ADAPI, como funcionam os concursos do órgão e como usar as provas de 2010 (NUCEPE/UFPI) para estudar para Engenheiro Agrônomo, Médico Veterinário e Técnico Administrativo.

5 provas
20102010
1 banca

Ex: "UFMG 2012", "ENEM 2005", "Fuvest"

Provas Anteriores e Gabaritos de Concursos do ADAPI

Reunimos 5 provas oficialis de concursos do ADAPI, do ano 2010 ao ano 2010, com gabaritos quando disponíveis. Todo o material está em PDF, é gratuito e foi organizado pela equipe AcheProvas para facilitar a sua preparação. Use as provas anteriores do ADAPI para entender o estilo das bancas, treinar gestão de tempo e identificar as disciplinas mais cobradas em cada cargo.

Sobre o(a) ADAPI

Sobre o(a) ADAPI

ADAPI é a sigla pela qual é conhecida a Agência de Defesa Agropecuária do Piauí, um órgão da esfera estadual voltado à defesa sanitária animal e vegetal, à inspeção e à fiscalização de atividades agropecuárias com impacto direto na saúde pública, na produção rural e no comércio de produtos de origem agropecuária. Na prática, isso significa que o trabalho da agência fica no encontro entre campo e Estado: prevenção e controle de doenças e pragas, vigilância, fiscalização de trânsito de animais e vegetais, ações de inspeção e educação sanitária, além de apoio a programas oficiais de erradicação e controle.

Por ser um órgão estadual, a ADAPI atua alinhada a políticas públicas de agricultura e pecuária do estado e também às diretrizes nacionais de defesa agropecuária, já que a circulação de animais, produtos e insumos atravessa divisas e depende de padronização mínima para proteger rebanhos, lavouras e consumidores. Para o candidato, a consequência mais importante é entender que o perfil de atuação mistura rotina técnica, atividade externa e cumprimento de protocolos: há trabalho de campo, produção de relatórios, lavratura de autos, atendimento a produtores, coleta de amostras, fiscalização em estabelecimentos e apoio a ações emergenciais.

Sobre informações específicas como lei de criação (número e ano), sede formal, quantitativo aproximado de servidores e vinculação administrativa exata, eu não vou cravar detalhes aqui porque não tenho segurança para afirmar sem risco de erro. Ainda assim, o que é essencial para o estudo e para a escolha de carreira permanece: trata-se de uma agência estadual de fiscalização e defesa sanitária, com cargos típicos de nível superior técnico (Agronomia e Medicina Veterinária) e apoio administrativo, distribuída em unidades que precisam cobrir o território estadual (o que costuma implicar lotações no interior e deslocamentos).

História e estrutura

Agências estaduais de defesa agropecuária, como a ADAPI, surgem normalmente como resposta a duas pressões permanentes: a necessidade de proteger a produção local contra doenças e pragas, e a necessidade de atender exigências sanitárias para comercialização e trânsito de produtos, inclusive para mercados mais rigorosos. Mesmo sem detalhar datas e marcos legislativos específicos, dá para entender o “porquê” da estrutura: a defesa agropecuária exige capilaridade (presença regional), padronização técnica (procedimentos e normativas) e capacidade de resposta rápida a eventos sanitários.

Na estrutura típica desse tipo de órgão, você costuma encontrar:

  • Direção superior (presidência ou diretoria geral): define prioridades, programas e metas, articula com secretarias e outros órgãos.
  • Áreas finalísticas separadas por tema: defesa sanitária animal, defesa sanitária vegetal, inspeção e fiscalização de produtos, vigilância e trânsito, educação sanitária.
  • Unidades regionais e locais: escritórios, postos ou coordenações que operacionalizam as ações no interior, especialmente em municípios com maior produção.
  • Áreas meio: administração, orçamento, pessoas, compras, patrimônio, tecnologia, protocolo e apoio jurídico.

Para o candidato, essa estrutura explica a rotina e também o que a banca pode cobrar no edital: além de conhecimentos técnicos, aparecem noções de administração pública, ética, legislação aplicada à fiscalização, poder de polícia administrativa, processo administrativo, redação de relatórios e documentos.

Sobre “dirigente atual”, não informo porque esse dado muda e eu não tenho confirmação segura. Em concursos, isso raramente é cobrado, então o que importa é compreender o desenho institucional e o tipo de entrega pública.

Concursos públicos do ADAPI

O acervo informado indica provas de 2010, organizadas pela NUCEPE/UFPI, para os cargos Engenheiro Agrônomo, Médico Veterinário e Técnico em Apoio Administrativo. Com base apenas nesses dados, não é correto afirmar quantitativo de vagas, salários iniciais ou status de homologação de edições específicas, então eu vou registrar o que é seguro e, principalmente, orientar como o candidato deve tratar essa informação.

Edições identificadas no acervo (provas)

AnoBancaCargos com prova no acervoSituação no acervo
2010NUCEPE/UFPIEngenheiro Agrônomo, Médico Veterinário, Técnico em Apoio AdministrativoProvas disponíveis

Como ler esse histórico para planejar sua preparação

Mesmo com apenas um ano mapeado, ele já serve para duas coisas muito práticas:

1) Padrão de cobrança por banca: a NUCEPE tem um jeito de escrever enunciados, distribuir disciplinas e cobrar “literalidade” em certas matérias. Prova antiga é uma fotografia desse estilo.

2) Padrão de perfil do órgão: os cargos no acervo sugerem um núcleo clássico de defesa agropecuária: técnico administrativo (apoio), e carreiras finalísticas (Agronomia e Veterinária). Isso é um indicativo relevante do tipo de edital que costuma aparecer.

Se você está buscando “concurso em andamento” ou “concurso previsto”, a recomendação responsável é acompanhar os canais oficiais do governo do estado e da própria agência (ver seção de acompanhamento), porque eu não tenho como afirmar previsões sem fonte confirmada.

Cargos e remuneração

A seguir, o que o candidato normalmente precisa saber para se orientar: o que faz cada cargo, como é a rotina, quais conhecimentos pesam e como isso se traduz em estudo. Salários iniciais, gratificações e jornada exata podem variar por legislação estadual, plano de cargos e carreira e pelo edital, então eu não vou fixar números sem certeza. Em vez disso, eu mostro o que tende a existir nesses cargos e como confirmar no edital.

Engenheiro Agrônomo

  • Escolaridade: Curso superior em Agronomia (ou Engenharia Agronômica) e registro no conselho profissional competente quando exigido no edital.
  • Atribuições típicas: Atuar na defesa sanitária vegetal, fiscalização de insumos e atividades agropecuárias relacionadas a risco fitossanitário, vistorias e inspeções, coleta e encaminhamento de amostras, emissão de laudos e relatórios técnicos, apoio a programas de controle e erradicação de pragas, orientação técnica e educação sanitária junto a produtores e estabelecimentos.
  • Rotina real do servidor: Alternância entre trabalho interno (documentos, processos, relatórios, planejamento de ações) e atividade externa (vistorias, fiscalização, visitas técnicas). A rotina costuma ser regulada por protocolos, formulários e prazos, com exigência de registro formal das ações.
  • Lotação típica: Unidades regionais e locais (interior) e, em menor escala, sede administrativa para funções de coordenação, planejamento e gestão de programas.
  • Jornada: Em geral definida em edital e legislação estadual, com possibilidade de demanda externa e deslocamentos conforme calendário de ações.
  • Remuneração: Normalmente composta por vencimento básico e vantagens do cargo, podendo existir gratificações ligadas à atividade de fiscalização e desempenho, conforme o plano de carreira estadual aplicável.
  • O que costuma cair na prova (tendência): Conhecimentos específicos de agronomia voltados à defesa vegetal, noções de fiscalização, legislação aplicada ao setor (quando prevista no edital) e bases de administração pública.

Médico Veterinário

  • Escolaridade: Curso superior em Medicina Veterinária e registro no conselho profissional competente quando exigido no edital.
  • Atribuições típicas: Defesa sanitária animal, vigilância e controle de doenças, fiscalização do trânsito de animais e produtos de origem animal, participação em campanhas sanitárias, inspeção e fiscalização conforme atribuições definidas ao órgão, emissão de relatórios e pareceres, atendimento a notificações e suspeitas sanitárias.
  • Rotina real do servidor: Atuação em campo é comum, com vistorias, coleta de informações, acompanhamento de medidas sanitárias e produção de documentos técnicos e administrativos. Em ações de campanha, há picos de demanda e trabalho coordenado com equipes regionais.
  • Lotação típica: Unidades regionais e postos de fiscalização, além de áreas de coordenação na sede em atividades de gestão de programas sanitários.
  • Jornada: Definida por norma e edital, com possibilidade de deslocamentos e atuação em operações de fiscalização.
  • Remuneração: Estrutura remuneratória estadual, podendo incluir gratificações relacionadas a atividades de inspeção e fiscalização, conforme legislação específica.
  • O que costuma cair na prova (tendência): Sanidade animal, noções de epidemiologia e controle, legislação e normas sanitárias quando presentes no edital, e conteúdos gerais de administração pública e língua portuguesa.

Técnico em Apoio Administrativo

  • Escolaridade: Normalmente nível médio, podendo existir exigência de curso técnico ou conhecimentos específicos conforme o edital (por exemplo, informática, protocolo, rotinas administrativas).
  • Atribuições típicas: Atendimento ao público e a servidores, organização de processos e documentos, protocolo e tramitação, apoio a compras e contratos, controle de materiais, elaboração de planilhas e relatórios administrativos, apoio a ações de fiscalização (logística, registro de informações, agendamentos).
  • Rotina real do servidor: Forte volume de documentos, prazos e rotinas padronizadas. Em órgãos com atividade de campo, o apoio administrativo é o “centro” que organiza diárias, transporte, comunicação, ofícios e registros, então o trabalho tem impacto direto no desempenho das equipes técnicas.
  • Lotação típica: Sede e unidades regionais, especialmente onde há maior fluxo de processos e atendimento.
  • Jornada: Geralmente 40 horas semanais, conforme a regra comum em carreiras administrativas estaduais, mas a confirmação deve ser feita no edital.
  • Remuneração: Em regra menor do que a de cargos de nível superior, podendo existir gratificações e adicionais conforme plano de cargos.
  • O que costuma cair na prova (tendência): Língua portuguesa, matemática ou raciocínio lógico, informática, noções de administração pública, legislação básica do servidor, e conhecimentos específicos administrativos quando previstos.

Bancas organizadoras

NUCEPE/UFPI

A NUCEPE é um núcleo ligado à Universidade Federal do Piauí, com atuação tradicional na organização de seleções e concursos, especialmente no Piauí e região. Em geral, suas provas objetivas tendem a cobrar conteúdo de forma direta, com questões de múltipla escolha e uma distribuição que costuma valorizar língua portuguesa e conhecimentos específicos do cargo.

Do ponto de vista prático, quando a organizadora é a NUCEPE, vale treinar leitura cuidadosa de enunciados e revisar conteúdo “de base”, porque a banca costuma alternar questões conceituais com cobranças bem literais (definições, classificações, procedimentos). Sobre polêmicas, não vou apontar casos específicos sem confirmação segura, a orientação útil aqui é: leia atentamente o edital, conheça os recursos administrativos previstos e treine com provas da própria banca para ajustar seu ritmo.

Como estudar com as provas anteriores do ADAPI

Se você tem acesso às provas de 2010, dá para transformar esse material em um plano eficiente, mesmo que o edital futuro venha com ajustes. O segredo é usar as provas como ferramenta de diagnóstico, não como “lista do que vai cair igual”.

1) Faça uma leitura técnica da prova, não apenas resolva

Separe uma primeira rodada de resolução em que você:

  • Mapeia disciplinas e subtemas: em português, por exemplo, identifique se a banca prefere interpretação, gramática normativa, pontuação, concordância, regência, crase. Em específicos, identifique se cobra mais conceitos, procedimentos, ou casos práticos.
  • Classifica o nível de cada questão: fácil, média, difícil. Isso ajuda a escolher onde ganhar pontos mais rápido.
  • Marca padrões de erro: pressa, confusão de termos, falta de lei seca quando houver legislação.

2) Construa um caderno de erros e um caderno de “padrões da banca”

Duas listas simples geram um ganho enorme:

  • Caderno de erros:
  • Questão, assunto, por que errei, qual regra ou conceito resolve, e uma questão parecida para refazer depois.
  • Padrões da banca (NUCEPE):
  • Como ela formula alternativas, como costuma “trocar” termos técnicos, se gosta de exceções, se explora pegadinhas de redação.

3) Priorização por cargo, o que tende a dar mais retorno

Sem inventar o conteúdo exato do edital, dá para orientar prioridades típicas:

  • Engenheiro Agrônomo: foque em defesa vegetal aplicada, pragas e medidas de controle, fundamentos de inspeção e fiscalização, e leitura de textos técnicos, além de uma base forte de português.
  • Médico Veterinário: foque em sanidade e medidas de controle, vigilância e trânsito, noções de epidemiologia aplicada ao serviço, documentação e rotinas de fiscalização, e português.
  • Técnico em Apoio Administrativo: foque em português, informática e rotinas administrativas, com treino de questões para ganhar velocidade e reduzir erro por distração.

4) Simulados com revisão em camadas

Use as provas antigas para montar simulados no seu tempo de prova, e revise em três camadas:

  • Camada 1 (no mesmo dia): revisar somente as erradas e as que você acertou por chute.
  • Camada 2 (em 7 dias): refazer o bloco de questões problemáticas sem olhar o gabarito.
  • Camada 3 (em 21 a 30 dias): revisar resumos e refazer questões-chave para consolidar.

5) Materiais complementares que combinam com esse tipo de concurso

  • Lei seca e noções de administração pública: quando o edital trouxer, estude por leitura direta e questões, porque banca de concurso costuma exigir literalidade em pontos específicos.
  • Manuais e rotinas de fiscalização: para cargos finalísticos, vale estudar procedimentos e conceitos aplicados, porque muitas questões partem do “como se faz” no serviço.
  • Português por questões: priorize resolução e revisão, especialmente se a prova tiver peso grande em língua portuguesa.

Editais, calendário e novidades

Para acompanhar editais e comunicados sem depender de boatos, o caminho mais seguro é:

  • Diário oficial do estado: é onde costumam sair autorizações, nomeações, resultados e atos formais.
  • Site institucional e canais oficiais do governo estadual: publicam notícias, comunicados e links para páginas do concurso.
  • Página da banca organizadora (quando definida): local de inscrições, edital consolidado, retificações, locais de prova, gabaritos e resultados.

Sobre “calendário típico”, órgãos estaduais de fiscalização tendem a alternar períodos longos sem concurso com edições pontuais quando há necessidade de recompor quadro, expansão de programas, aposentadorias ou criação de unidades. Por isso, a melhor estratégia é manter um radar contínuo (diário oficial e banca) e estudar por base: português, administração pública, informática (para área administrativa) e específicos do cargo (para agronomia e veterinária).

Perguntas frequentes (FAQ)

Quem organiza o concurso do ADAPI?

No acervo informado, a edição com provas cadastradas (2010) foi organizada pela NUCEPE, núcleo ligado à UFPI. Em novos concursos, a organizadora pode mudar, isso sempre vem definido no edital.

Onde encontrar provas anteriores do ADAPI?

As provas associadas ao órgão no acervo incluem 2010 e contemplam Engenheiro Agrônomo, Médico Veterinário e Técnico em Apoio Administrativo. Para estudo, priorize baixar prova e gabarito e resolver em condições de simulado.

Quais cargos do ADAPI costumam ser da área fim?

Pelos cargos com prova no acervo, Engenheiro Agrônomo e Médico Veterinário são carreiras finalísticas ligadas à defesa agropecuária (fiscalização e programas sanitários). O Técnico em Apoio Administrativo é típico de área meio, com suporte às equipes.

O cargo de Técnico em Apoio Administrativo é nível médio?

Em muitos órgãos estaduais, cargos de apoio administrativo são de nível médio, mas a confirmação precisa estar no edital, que pode exigir formação específica ou conhecimentos adicionais.

O que faz um Engenheiro Agrônomo na defesa agropecuária?

Atua principalmente com defesa sanitária vegetal e fiscalização correlata, realizando vistorias, inspeções, orientações técnicas, coleta de amostras, relatórios e ações de controle e prevenção de pragas e riscos fitossanitários.

O que faz um Médico Veterinário na defesa agropecuária?

Trabalha com sanidade animal, vigilância, fiscalização de trânsito e ações sanitárias, com atividades externas e produção de documentação técnica e administrativa ligada a programas e procedimentos de controle.

Qual é o salário inicial no ADAPI?

Eu não informo valores porque não tenho confirmação segura aqui. Em concursos estaduais, a remuneração depende do plano de cargos e do edital, e pode incluir gratificações. O número correto sempre está no edital e em suas retificações.

Como a NUCEPE costuma cobrar nas provas?

De forma geral, a banca costuma trabalhar com prova objetiva de múltipla escolha, com cobrança relativamente direta de conteúdos e espaço relevante para português e específicos. O melhor ajuste fino vem da resolução das próprias provas anteriores da NUCEPE.

O ADAPI costuma lotar servidores no interior?

Em órgãos de defesa agropecuária, é comum haver distribuição regional para cobrir o território e operar ações de campo. O edital normalmente informa localidades, regionais e regras de lotação.

Bancas organizadoras dos concursos do ADAPI

Conheça as bancas que já aplicaram provas para o(a) ADAPI. Estudar provas de cada uma ajuda a se familiarizar com os estilos de questão.

Perguntas Frequentes sobre o(a) ADAPI