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Concurso público

Provas Anteriores ADAGRI/CE (2006-2009) com gabarito

Entenda o que é a ADAGRI/CE, como funcionam seus concursos e como usar provas anteriores (2006 e 2009) para estudar cargos da área agropecuária e de fiscalização.

13 provas
20062009
2 bancas

Ex: "UFMG 2012", "ENEM 2005", "Fuvest"

Provas Anteriores e Gabaritos de Concursos do ADAGRI/CE

Reunimos 13 provas oficialis de concursos do ADAGRI/CE, do ano 2006 ao ano 2009, com gabaritos quando disponíveis. Todo o material está em PDF, é gratuito e foi organizado pela equipe AcheProvas para facilitar a sua preparação. Use as provas anteriores do ADAGRI/CE para entender o estilo das bancas, treinar gestão de tempo e identificar as disciplinas mais cobradas em cada cargo.

Sobre o(a) ADAGRI/CE

Sobre o(a) ADAGRI/CE

A ADAGRI/CE é a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Ceará, um órgão da administração pública estadual. Na prática, ela atua no coração da política de defesa sanitária animal e vegetal, inspeção e fiscalização de produtos agropecuários e ações de vigilância e controle que protegem a produção rural, a saúde pública e a competitividade do agronegócio cearense.

Para quem está mirando carreira na área, a grande chave é entender que uma agência de defesa agropecuária trabalha com um tripé bem concreto: prevenção, controle e resposta. Prevenção envolve cadastro, educação sanitária, vigilância de risco e barreiras (inclusive em trânsito de animais e produtos). Controle envolve fiscalização, inspeção, coleta de amostras, emissão de documentos sanitários e aplicação de medidas administrativas. Resposta envolve atuação em focos, emergências sanitárias e ações coordenadas com outros órgãos.

Quanto a itens como lei de criação (número e ano), quantidade aproximada de servidores e endereço exato da sede, eu não consigo afirmar com segurança aqui sem consulta a fonte oficial, então prefiro não cravar. O que dá para orientar com precisão para o candidato é o seguinte: sendo uma agência estadual, a vinculação costuma estar conectada ao setor agropecuário do governo estadual (estrutura de secretarias voltadas ao desenvolvimento agrário ou agricultura), e a atuação tende a se concentrar em Fortaleza como sede administrativa, com unidades descentralizadas para atender o interior, onde a produção agropecuária de fato acontece.

História e estrutura

Órgãos de defesa agropecuária estaduais no Brasil se consolidaram especialmente por duas pressões institucionais: a necessidade de padronização e rastreabilidade sanitária para circulação interestadual e exportação, e a necessidade de resposta rápida a eventos sanitários (como suspeitas e focos de doenças de notificação, pragas quarentenárias, irregularidades em produtos). A ADAGRI/CE se insere nesse movimento, assumindo funções típicas de serviço oficial de defesa.

A estrutura organizacional desse tipo de agência costuma seguir uma lógica de cadeia operacional, para transformar norma e política pública em ação de campo. Em termos práticos, o candidato pode esperar algo parecido com:

  • Áreas finalísticas de defesa e inspeção, com coordenações voltadas a sanidade animal, sanidade vegetal, inspeção de produtos e fiscalização do trânsito.
  • Unidades regionais e postos de atendimento e fiscalização, que são onde a rotina do servidor se materializa (vistorias, atendimento ao produtor, procedimentos administrativos, autos, relatórios, amostras).
  • Áreas de suporte: gestão, recursos humanos, orçamento, compras e contratos, tecnologia, jurídico, ouvidoria, corregedoria.

Por que isso importa na preparação: quando o concurso oferta cargos como Fiscal Estadual Agropecuário e Agente Estadual Agropecuário, a prova tende a refletir a rotina dessas áreas, cobrando muito de legislação sanitária, processos de fiscalização, noções de administração pública aplicada ao poder de polícia, e conhecimentos técnicos do núcleo da formação (veterinária, agronomia, zootecnia, biologia, alimentos, pesca).

Sobre “dirigente atual”: cargos de direção mudam com frequência e eu não posso apontar um nome com segurança aqui. Em concursos, isso raramente cai diretamente, mas a estrutura decisória e as competências institucionais podem aparecer em legislação e em noções de administração pública.

Concursos públicos do ADAGRI/CE

A ADAGRI/CE aparece no seu acervo com provas de 2006 e 2009, e com organização associada a UECE e CESPE. Como eu não tenho segurança para afirmar quantitativos de vagas, salários iniciais e situação administrativa de cada edital sem fonte oficial, eu vou estruturar o que é possível afirmar com segurança e, ao mesmo tempo, te mostrar como usar esses anos como “mapa do estilo” do concurso.

Edições presentes no acervo (provas cadastradas)

AnoOrganizadoraO que isso sugere para a provaSituação no acervo
2009CESPETendência a itens com julgamento e alta exigência de leitura e literalidade normativa, além de interdisciplinaridadeProvas disponíveis
2006UECETendência a prova objetiva mais tradicional, com alternativas e cobrança de conceitos e legislação em blocosProvas disponíveis

Como interpretar “edições recentes” com base no que você tem

Se você está buscando “o último concurso”, cuidado: a existência de provas no acervo (2006, 2009) não garante que não tenham ocorrido processos seletivos depois. O caminho correto, para não depender de rumor, é:

  • Monitorar Diário Oficial do Estado do Ceará para publicação de autorização, comissão, edital e homologação.
  • Acompanhar canais institucionais do Governo do Ceará e da própria agência.

Mesmo assim, estudar por 2006 e 2009 é útil por dois motivos:

  • O núcleo duro do conteúdo (sanidade, inspeção, fiscalização, administração pública básica e legislação aplicada) costuma permanecer.
  • A forma de cobrança da banca (UECE x CESPE) muda completamente o modo de resolver questões, e isso você consegue treinar com prova antiga.

Cargos e remuneração

A ADAGRI/CE, pela natureza de suas atribuições, costuma ter dois grandes blocos de cargos que aparecem no seu acervo:

  • Cargos de nível superior técnico (fiscais e especialistas), ligados ao poder de polícia administrativa e à produção de laudos, pareceres, inspeções, análises e autuações.
  • Cargos de nível técnico (agentes), que dão sustentação à operação, ao campo, ao laboratório e ao administrativo da fiscalização.

Sobre remuneração: como valores mudam por lei e por estrutura remuneratória estadual (vencimento, gratificações, adicionais, produtividade, indenizações), eu não vou cravar números. O mais útil aqui é você pensar por “componentes”, porque isso impacta sua decisão de carreira e também cai em noções de administração pública:

  • Vencimento básico (fixo em lei).
  • Gratificações de função ou desempenho (podem ser relevantes em carreiras de fiscalização).
  • Adicionais (insalubridade, periculosidade, quando aplicável e regulamentado).
  • Indenizações (diárias, ajuda de custo, quando há deslocamento).

A seguir, descrevo a rotina e o que normalmente se exige de escolaridade. Quando o edital sair, você valida os requisitos formais (exigência de conselho profissional, especialidade, CNH, etc.).

Fiscal Estadual Agropecuário (áreas: Medicina Veterinária, Engenharia Agronômica, Zootecnia, Engenharia de Alimentos, Biologia, Engenharia de Pesca)

  • Cargo: Fiscal Estadual Agropecuário (Medicina Veterinária)
  • Escolaridade: Curso superior em Medicina Veterinária (em regra, com registro no conselho de classe quando exigido em edital).
  • Atribuições típicas: Fiscalização sanitária animal, vigilância e investigação de suspeitas, inspeções em estabelecimentos e eventos com animais, emissão e conferência de documentos sanitários, autuação e instrução de processos.
  • Jornada: Usualmente 40 horas semanais em carreiras de fiscalização estadual (confirmar no edital).
  • Lotação: Sede e unidades regionais, com forte chance de atuação no interior e em áreas de trânsito e vigilância.
  • Remuneração: Estrutura típica com vencimento e possíveis gratificações ligadas a fiscalização (validar em lei e edital).
  • Cargo: Fiscal Estadual Agropecuário (Engenharia Agronômica)
  • Escolaridade: Curso superior em Engenharia Agronômica (em regra, com registro no conselho de classe quando exigido).
  • Atribuições típicas: Defesa sanitária vegetal, fiscalização de insumos agropecuários (sementes, mudas, fertilizantes, agrotóxicos conforme competência), vigilância de pragas, certificações e procedimentos de controle e trânsito vegetal.
  • Jornada: Usualmente 40 horas semanais (confirmar no edital).
  • Lotação: Unidades regionais, fiscalização e atendimento técnico em campo.
  • Remuneração: Variável por estrutura estadual, pode envolver gratificação de fiscalização.
  • Cargo: Fiscal Estadual Agropecuário (Zootecnia)
  • Escolaridade: Curso superior em Zootecnia (e registro no conselho, quando aplicável).
  • Atribuições típicas: Atuação em programas e fiscalização relacionada à produção animal, bem estar, orientação técnica vinculada à defesa, apoio a ações de vigilância e controle em cadeias produtivas.
  • Jornada: Usualmente 40 horas (confirmar no edital).
  • Lotação: Interior e áreas com produção pecuária relevante.
  • Remuneração: Estrutura remuneratória estadual.
  • Cargo: Fiscal Estadual Agropecuário (Engenharia de Alimentos)
  • Escolaridade: Curso superior em Engenharia de Alimentos (e registro profissional, quando aplicável).
  • Atribuições típicas: Inspeção e fiscalização de estabelecimentos e produtos de origem agropecuária conforme competência estadual, verificação de boas práticas, rotulagem, condições higiênico sanitárias e procedimentos de controle.
  • Jornada: Usualmente 40 horas (confirmar no edital).
  • Lotação: Áreas de inspeção, unidades regionais e ações de fiscalização.
  • Remuneração: Estrutura remuneratória estadual.
  • Cargo: Fiscal Estadual Agropecuário (Biologia)
  • Escolaridade: Curso superior em Biologia (e registro, quando aplicável e exigido).
  • Atribuições típicas: Apoio técnico a vigilância de pragas e vetores, análises e procedimentos ligados a biossegurança e controle sanitário, atuação em programas de monitoramento.
  • Jornada: Usualmente 40 horas (confirmar no edital).
  • Lotação: Pode envolver laboratório, campo e unidades regionais.
  • Remuneração: Estrutura remuneratória estadual.
  • Cargo: Fiscal Estadual Agropecuário (Engenharia de Pesca)
  • Escolaridade: Curso superior em Engenharia de Pesca.
  • Atribuições típicas: Fiscalização e suporte técnico em cadeias aquícolas e pesqueiras sob enfoque sanitário e de qualidade, ações de vigilância e controle ligadas a produtos e sistemas de produção.
  • Jornada: Usualmente 40 horas (confirmar no edital).
  • Lotação: Regiões com produção aquícola e cadeias relacionadas.
  • Remuneração: Estrutura remuneratória estadual.

Cargos de formação específica (nomenclaturas do acervo)

O seu acervo também lista denominações como “Engenheiro Agrônomo, de Alimentos e Biólogo” e “Médico Veterinário e Zootecnista”. Isso pode refletir edital com cargos separados por área, ou um agrupamento de provas por especialidade.

  • Cargo: Engenheiro Agrônomo
  • Escolaridade: Curso superior em Agronomia.
  • Atribuições típicas: Rotina técnica na defesa vegetal e fiscalização de insumos e procedimentos, apoio a programas de vigilância e controle.
  • Jornada: Usualmente 40 horas (confirmar no edital).
  • Remuneração: Conforme estrutura do cargo no edital.
  • Cargo: Engenheiro de Alimentos
  • Escolaridade: Curso superior em Engenharia de Alimentos.
  • Atribuições típicas: Inspeção, fiscalização e controle de qualidade em produtos e estabelecimentos, com foco sanitário e regulatório.
  • Jornada: Usualmente 40 horas (confirmar no edital).
  • Remuneração: Conforme edital e lei do cargo.
  • Cargo: Biólogo
  • Escolaridade: Curso superior em Biologia.
  • Atribuições típicas: Monitoramento, vigilância e apoio técnico, com possibilidade de interface com laboratório e campo.
  • Jornada: Usualmente 40 horas (confirmar no edital).
  • Remuneração: Conforme edital e lei do cargo.
  • Cargo: Médico Veterinário
  • Escolaridade: Curso superior em Medicina Veterinária.
  • Atribuições típicas: Defesa sanitária animal, inspeção e fiscalização relacionadas ao risco sanitário.
  • Jornada: Usualmente 40 horas (confirmar no edital).
  • Remuneração: Conforme edital e lei do cargo.
  • Cargo: Zootecnista
  • Escolaridade: Curso superior em Zootecnia.
  • Atribuições típicas: Ações técnicas em cadeias de produção animal, apoio a programas e fiscalização.
  • Jornada: Usualmente 40 horas (confirmar no edital).
  • Remuneração: Conforme edital e lei do cargo.

Agente Estadual Agropecuário (Técnico Agrícola ou Agropecuário)

Esse é o cargo mais “ponte” entre o operacional e o administrativo da defesa agropecuária. Em geral, é o servidor que dá escala ao trabalho de fiscalização e às rotinas de campo.

  • Cargo: Agente Estadual Agropecuário (Técnico Agrícola ou Agropecuário)
  • Escolaridade: Curso técnico na área (técnico agrícola, técnico em agropecuária ou equivalente, conforme edital).
  • Atribuições típicas: Apoio a vistorias e fiscalizações, coleta e acondicionamento de amostras, atividades de campo em programas sanitários, atendimento e orientação inicial ao produtor, rotinas de escritório ligadas a processos e cadastros.
  • Jornada: Usualmente 40 horas (confirmar no edital).
  • Lotação: Predominantemente em unidades regionais e postos de atendimento, com deslocamentos.
  • Remuneração: Geralmente abaixo do nível superior, podendo ter adicionais ou gratificações conforme a legislação estadual.

Bancas organizadoras

UECE (Universidade Estadual do Ceará, organizadora de concursos)

A UECE, quando atua como organizadora, costuma aplicar provas com cara de “banca universitária”, com cobrança objetiva de conteúdo programático, muita literalidade em legislação quando prevista e uma divisão por áreas bem tradicional (português, conhecimentos gerais, conhecimentos específicos). Para o candidato, a vantagem é que o treino com provas anteriores ajuda a calibrar o nível de detalhe exigido e o tipo de pegadinha mais comum, que costuma estar em conceitos e exceções.

Ponto prático de preparação: em bancas desse perfil, errar por “quase certo” é comum, então vale estudar por tópicos curtos, com resumos de definições e diferenças conceituais (por exemplo, noções de fiscalização, infração, sanção, procedimentos, e nos conteúdos técnicos de sanidade e inspeção).

CESPE (Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos, ligado à UnB, atualmente Cebraspe)

O CESPE é conhecido nacionalmente pelo estilo de prova que exige leitura cuidadosa, julgamento de itens e alto risco de punição por erro em determinados modelos (o clássico “certo ou errado”). Mesmo quando o formato não é exatamente esse, a banca costuma manter traços: enunciados longos, textos normativos, cobrança de exceções e de compreensão fina de conceitos.

Ponto prático de preparação: a melhor forma de subir desempenho é treinar por ciclos de questões, corrigindo com método. Em CESPE, “achar que sabe” é perigoso, porque a banca explora nuance, especialmente em administração pública, direito administrativo aplicado ao poder de polícia, e na parte técnica com termos específicos.

Sobre polêmicas: bancas grandes acumulam discussões e judicializações ao longo do tempo, mas não é produtivo estudar com base em rumor. O que interessa é conhecer o padrão de anulação, recursos e o tipo de redação que costuma gerar ambiguidade.

Como estudar com as provas anteriores do ADAGRI/CE

Você tem um material valioso (2006 e 2009) para montar uma estratégia que funciona mesmo que o próximo edital mude detalhes. A ideia é usar prova antiga para extrair o “DNA” do concurso.

1) Separe por trilhas: núcleo comum e núcleo específico

Monte duas trilhas de estudo, porque a carreira mistura administração pública e técnica.

  • Trilha comum (quase sempre aparece):
  • Língua Portuguesa (interpretação, gramática aplicada ao texto, pontuação e regência conforme banca).
  • Noções de administração pública e direito administrativo (atos administrativos, poderes da administração, poder de polícia, processo administrativo, responsabilidade do Estado).
  • Legislação e normas do serviço público (quando prevista em edital, especialmente estatuto ou regime jurídico estadual, e princípios constitucionais da administração).
  • Trilha específica (depende do cargo):
  • Veterinária: vigilância e controle sanitário, epidemiologia básica aplicada, inspeção e higiene.
  • Agronomia: defesa vegetal, pragas, insumos, trânsito e certificação.
  • Alimentos: boas práticas, controle de qualidade, contaminações, inspeção.
  • Biologia: monitoramento, biossegurança, fundamentos aplicados.
  • Zootecnia: produção animal com foco sanitário e bem estar.
  • Pesca: sistemas aquícolas, riscos e controle em cadeias.

2) Faça “leitura reversa” do edital a partir da prova

Pegue as provas do acervo e marque, questão a questão:

  • O tema exato (por exemplo, atos administrativos, pragas quarentenárias, boas práticas).
  • O nível de profundidade (conceito, procedimento, exceção, aplicação em caso).
  • O tipo de comando (definição, comparação, interpretação, julgamento de assertiva).

Depois, transforme isso em um checklist de revisão. Esse checklist é mais útil que um cronograma bonito, porque ele te diz o que a banca realmente explorou.

3) Treine do jeito certo para cada banca

  • Se a referência for UECE:
  • Faça baterias curtas (15 a 25 questões), focando em velocidade com precisão.
  • Monte um caderno de erros com conceitos, não apenas com letra de alternativa.
  • Em legislação, estude por artigos e por palavras gatilho (competência, vedação, penalidade).
  • Se a referência for CESPE:
  • Treine julgamentos e justificativas: para cada item, escreva por que está certo ou errado.
  • Faça revisões de 24h, 7 dias e 30 dias, porque o risco é esquecer exceções.
  • Em itens normativos, estude a literalidade, mas sempre conectando com casos típicos de fiscalização.

4) Simulados com “peso de rotina de fiscalização”

Uma dica que funciona bem para carreiras de defesa e fiscalização é simular o ambiente mental do cargo:

  • Questões intercaladas de administrativo e específico (porque no trabalho real você alterna norma e campo).
  • Blocos de tomada de decisão (o que cabe, o que não cabe, qual documento, qual medida administrativa).

5) Materiais complementares sem perder foco

Sem depender de fontes externas aqui, dá para orientar o tipo de material que geralmente ajuda:

  • Leis e normas administrativas básicas (Constituição nos pontos de administração pública, direito administrativo introdutório).
  • Manuais e referências técnicas da sua área (sanidade, inspeção, boas práticas) priorizando o que vira procedimento e fiscalização.
  • Revisão por flashcards para definições e exceções.

Editais, calendário e novidades

Para acompanhar editais e atos oficiais sem cair em boato, use um fluxo simples e repetível:

  • Diário Oficial do Estado do Ceará: é onde tipicamente saem autorização, comissão, edital, retificações e homologação.
  • Canais oficiais do Governo do Ceará e da própria agência: publicações institucionais, avisos e links para editais.
  • Página da banca organizadora (quando definida): área do candidato, edital, comunicados, locais de prova, gabaritos preliminares e definitivos.

Sobre “calendário típico”: órgãos estaduais podem passar muitos anos sem concurso e, de repente, abrir edital por necessidade operacional, reposição de quadros ou reorganização administrativa. Então a melhor prática é manter um acompanhamento leve e contínuo, e estudar por blocos que reaproveitam em outras seleções da área agropecuária, como português, administrativo e o seu específico.

Perguntas frequentes (FAQ)

Quem organiza o concurso do ADAGRI/CE?

No seu acervo, aparecem provas organizadas por UECE e CESPE. A organizadora do próximo edital só pode ser confirmada quando houver contratação e publicação oficial.

Onde encontrar provas anteriores do ADAGRI/CE?

Você já tem no acervo provas de 2006 e 2009, úteis para mapear estilo de cobrança e temas recorrentes por cargo e por banca.

Quais cargos da ADAGRI/CE exigem nível técnico?

Pelo que consta no acervo, o cargo de Agente Estadual Agropecuário (Técnico Agrícola ou Agropecuário) é o principal exemplo de exigência de formação técnica. A confirmação final depende do edital.

Quais cargos são de nível superior na ADAGRI/CE?

No acervo, há cargos e especialidades de nível superior ligados à fiscalização e área técnica, como Fiscal Estadual Agropecuário nas áreas de Medicina Veterinária, Engenharia Agronômica, Zootecnia, Engenharia de Alimentos, Biologia e Engenharia de Pesca.

O que mais cai nas provas para Fiscal Estadual Agropecuário?

Em concursos desse tipo, costuma haver um núcleo de administração pública e direito administrativo aplicado ao poder de polícia, além de conhecimentos específicos da formação. O melhor caminho é confirmar pelo edital e usar as provas anteriores para ver a profundidade e o jeito da banca.

A prova do CESPE para a ADAGRI/CE é muito diferente da prova da UECE?

Sim. Em geral, o CESPE tende a exigir mais atenção a detalhe e nuance (muito comum em itens de certo ou errado), enquanto a UECE costuma seguir um modelo mais tradicional de múltipla escolha e cobrança direta de conceitos. Treinar com provas anteriores muda seu desempenho de forma concreta.

Dá para estudar para o próximo concurso só com provas de 2006 e 2009?

Dá para avançar muito no padrão de questões e no núcleo comum, mas você deve complementar com estudo atualizado de legislação e conteúdos técnicos, porque normas e procedimentos podem ter mudanças ao longo do tempo. As provas antigas funcionam melhor como guia de estilo e de recorrência.

Perguntas Frequentes sobre o(a) ADAGRI/CE