AcheProvas - Provas e Gabaritos

Concurso público

Provas Anteriores ADAB 2024 com gabarito

Entenda o que é a ADAB, como funcionam seus concursos e como estudar com provas anteriores, com foco nos cargos de Fiscal Estadual Agropecuário e no estilo da banca FGV.

2 provas
20242024
1 banca

Ex: "UFMG 2012", "ENEM 2005", "Fuvest"

Provas Anteriores e Gabaritos de Concursos do ADAB

Reunimos 2 provas oficialis de concursos do ADAB, do ano 2024 ao ano 2024, com gabaritos quando disponíveis. Todo o material está em PDF, é gratuito e foi organizado pela equipe AcheProvas para facilitar a sua preparação. Use as provas anteriores do ADAB para entender o estilo das bancas, treinar gestão de tempo e identificar as disciplinas mais cobradas em cada cargo.

Sobre o(a) ADAB

Sobre o(a) ADAB

A ADAB é a sigla pela qual a maioria dos candidatos conhece a Agência de Defesa Agropecuária da Bahia, órgão da esfera estadual ligado à política pública de defesa sanitária agropecuária. Na prática, é a estrutura do estado responsável por planejar, executar e fiscalizar ações que protegem a saúde animal, a sanidade vegetal e a qualidade e inocuidade de parte relevante do que é produzido e comercializado no meio rural, com reflexos diretos no consumo interno, na circulação de mercadorias e na capacidade de acessar mercados.

Do ponto de vista de carreira, isso significa que o trabalho tende a ser técnico, normativo e fiscalizatório, com atuação frequente em campo e, ao mesmo tempo, forte vínculo com rotinas administrativas: elaboração de autos e relatórios, registros, sistemas oficiais, análise de documentos sanitários, atendimento a produtores, empresas e responsáveis técnicos. A ADAB, como agência estadual, opera em interface com políticas e programas nacionais de defesa agropecuária, porque temas como vigilância de doenças, trânsito de animais e vegetais e inspeção impactam cadeias produtivas que ultrapassam limites municipais.

Sobre lei de criação, número aproximado de servidores, sede e detalhes formais de vinculação, não é adequado cravar aqui sem confirmação documental, porque esse tipo de informação costuma variar por reorganizações administrativas e atos normativos. Para o candidato, o essencial é compreender o eixo institucional: a ADAB é um braço executivo do Estado da Bahia na defesa agropecuária, com capilaridade territorial e presença em unidades descentralizadas, o que costuma se refletir em lotação no interior e em rotinas externas para cargos de fiscalização.

História e estrutura

Agências estaduais de defesa agropecuária costumam surgir a partir da necessidade de dar autonomia operacional e padronização técnica a atividades antes dispersas em secretarias e departamentos. No caso da Bahia, a ADAB se consolidou como estrutura voltada à execução de programas sanitários, inspeção e fiscalização, com ênfase em prevenção, controle e resposta a riscos sanitários, além de ações de educação sanitária e fiscalização do trânsito.

Na estrutura, o candidato deve esperar um desenho organizacional típico de órgãos de fiscalização técnica, com unidades equivalentes a:

  • áreas finalísticas (defesa sanitária animal, defesa sanitária vegetal, inspeção, fiscalização e trânsito),
  • áreas de apoio (administrativa, planejamento, tecnologia da informação, gestão de pessoas, logística),
  • e descentralização regional, com unidades locais e regionais para dar conta do território.

Esse desenho importa para a preparação porque antecipa o tipo de cobrança no concurso: além de legislação e conhecimentos específicos, é comum aparecerem conteúdos de administração pública aplicada, processo administrativo, poder de polícia, responsabilidade do agente público, redação técnica, e, para fiscais, a lógica de lavratura de autos, rito de fiscalização e noções de prova documental.

Sobre o dirigente atual, isso é informação dinâmica e não deve ser fixada sem fonte oficial recente. Em concursos, o que realmente cai é a estrutura funcional e a missão institucional, não o nome do gestor.

Concursos públicos do ADAB

Abaixo, organizei o que é possível afirmar com segurança a partir do seu acervo informado (provas cadastradas e banca). Dados como quantidade de vagas e salário inicial variam por edital e não devem ser inferidos sem o documento.

Panorama das edições com provas no acervo

AnoBancaCargos no acervoSituaçãoObservações úteis para estudo
2024FGV (Fundação Getulio Vargas)Fiscal Estadual Agropecuário, Defesa Sanitária e Inspeção Animal; Fiscal Estadual Agropecuário, Defesa Sanitária VegetalNão informado no acervoExcelente para mapear estilo FGV em conhecimentos básicos e específicos e calibrar discursivas quando houver.

Como ler “edições recentes” sem cair em armadilhas

Muitos candidatos procuram “concurso anterior” como se fosse um único evento. Em órgãos de defesa agropecuária, é comum haver:

  • editais distintos para áreas (animal, vegetal, inspeção),
  • variação de atribuições e conteúdos programáticos entre especialidades,
  • e diferenciação de lotação e perfil (campo, barreiras sanitárias, unidades regionais, atividades de inspeção).

Por isso, a estratégia correta é sempre associar a prova ao cargo exato e à banca, porque a banca define o estilo de cobrança, e o cargo define a profundidade técnica.

Cargos e remuneração

Você informou dois cargos com provas cadastradas. Como salários, vantagens e estrutura de carreira são elementos estritamente de edital e de lei específica, não é responsável fixar números sem o documento. O que dá para fazer com segurança, e ajuda muito, é detalhar rotina, atribuições típicas, perfil de lotação e competências que a banca tende a avaliar.

Fiscal Estadual Agropecuário, Defesa Sanitária e Inspeção Animal

  • Escolaridade: Tipicamente nível superior em área compatível com as atribuições (a exigência exata, inclusive conselhos profissionais, deve ser confirmada no edital do cargo).
  • Atribuições típicas:
  • Fiscalizar e executar ações de defesa sanitária animal, vigilância e controle de enfermidades de interesse econômico e de saúde pública.
  • Atuar em inspeção e controle sanitário de estabelecimentos e produtos de origem animal, quando a estrutura estadual assim define, com rotinas de verificação documental, inspeção in loco e conformidade.
  • Realizar fiscalização do trânsito, com conferência de documentação sanitária e cumprimento de requisitos para movimentação.
  • Elaborar relatórios, pareceres técnicos e peças administrativas (termos, notificações, autos), observando rito, motivação e prova.
  • Jornada: Em geral, cargos de fiscalização no Executivo estadual operam em regime semanal padrão, com possibilidade de escalas conforme unidade e demanda (o desenho exato precisa ser confirmado no edital).
  • Lotação: Tendência de distribuição em unidades descentralizadas, com possibilidade relevante de interiorização e atuação em barreiras, unidades regionais e áreas produtivas.
  • Remuneração: Normalmente composta por vencimento e vantagens previstas em lei estadual (valores e parcelas exatas dependem do edital e do plano de cargos).

O que esse cargo “cobra” na prática: capacidade de ler norma, interpretar requisitos sanitários, produzir documentação formal e sustentar tecnicamente uma decisão fiscalizatória. Em prova, isso se traduz em questões situacionais, conceitos de vigilância, noções de inspeção e interpretação de regras.

Fiscal Estadual Agropecuário, Defesa Sanitária Vegetal

  • Escolaridade: Tipicamente nível superior em área compatível com a atuação vegetal (a exigência exata deve ser confirmada no edital, incluindo eventuais registros profissionais).
  • Atribuições típicas:
  • Executar e fiscalizar ações de defesa sanitária vegetal, com foco em prevenção, controle e erradicação de pragas e doenças.
  • Fiscalizar a produção, comércio e uso de insumos e materiais sujeitos a controle sanitário, conforme a competência estadual e as normas aplicáveis.
  • Atuar no trânsito de vegetais e produtos, conferindo documentação e requisitos de origem e conformidade.
  • Produzir relatórios técnicos e peças administrativas de fiscalização, com registro de evidências e fundamentação.
  • Jornada: Regime semanal padrão com possível variação operacional por demanda e unidade, conforme regras internas e edital.
  • Lotação: Forte presença em unidades regionais e áreas de produção, com deslocamentos e rotinas externas.
  • Remuneração: Estrutura remuneratória definida em lei e edital, com parcelas que podem variar por carreira e gratificações.

O que esse cargo “cobra” na prática: leitura técnica de situações de campo, identificação e manejo de risco fitossanitário, fiscalização documental e material, e habilidade de transformar inspeção e vistoria em ato administrativo bem instruído.

Como a carreira costuma se comportar (sem prometer o que o edital não diz)

Em órgãos de fiscalização agropecuária, a progressão e o desenvolvimento profissional costumam depender de:

  • tempo de serviço e critérios objetivos de carreira,
  • capacitações internas e normas técnicas,
  • e, em alguns casos, exercício em unidades estratégicas.

Se o seu objetivo é “carreira para longo prazo”, a dica prática é: ao ler o edital, procure no anexo de atribuições e na legislação correlata termos como gratificação por atividade, indenização de deslocamento, adicional, progressão e avaliação de desempenho. Isso altera muito a remuneração real e a atratividade da lotação.

Bancas organizadoras

FGV (Fundação Getulio Vargas)

A FGV é uma instituição sediada no Rio de Janeiro, com atuação tradicional em educação e pesquisa e, no mundo dos concursos, como uma das bancas mais relevantes do país. O perfil de prova costuma combinar cobrança de interpretação de texto e lógica argumentativa em Língua Portuguesa, além de itens que exigem atenção a conceitos e detalhes normativos em Direito e Administração.

O que costuma diferenciar a FGV, e como isso impacta sua preparação:

  • Português com viés de sentido e função: a FGV frequentemente cobra compreensão fina de texto, coesão e coerência, conectivos, inferências, reescrita e adequação vocabular. Não basta decorar regra, você precisa treinar leitura e justificar por que uma alternativa “parece correta” mas escorrega no sentido.
  • Questões com alternativas próximas: em muitas disciplinas, as opções são construídas para induzir erro por excesso de generalização, troca de termos técnicos ou exceções.
  • Direito e Administração com literalidade + interpretação: costuma haver espaço para letra de norma, mas a banca também gosta de cenários e de interpretação de conceitos, especialmente em temas de administração pública, governança, gestão e controles.
  • Peso de conhecimentos específicos: em cargos técnicos, é comum a prova “se decidir” nas específicas, e não nos básicos. Se você tratar específicas como apêndice, normalmente perde posição.

Polêmicas: como em diversas bancas grandes, há histórico de discussões administrativas em recursos por redação de itens e interpretação de gabarito, o que torna fundamental dominar o estilo e aprender a recorrer com base técnica quando houver previsão no edital. Aqui, a preparação eficaz é reduzir surpresa: resolver blocos de questões FGV e registrar padrões de pegadinha.

Como estudar com as provas anteriores do ADAB

As provas anteriores são a forma mais eficiente de transformar um edital em plano de estudo. Com ADAB e FGV no acervo (2024), você consegue construir um método completo sem depender de “achismos”. A seguir vai um roteiro prático.

1) Comece pelo mapeamento do que mais cai, com planilha simples

Monte uma planilha com colunas: disciplina, assunto, número da questão, se acertou, motivo do erro, observações. Em uma semana, você terá um mapa do seu desempenho e do “DNA” da prova.

  • Meta: classificar pelo menos 150 a 300 questões FGV do seu conjunto de disciplinas (somando básicas e específicas) ao longo das primeiras semanas.
  • Produto final: um ranking de assuntos por incidência e por taxa de erro.

2) Entenda o padrão FGV antes de definir material

Muitos candidatos escolhem apostila antes de entender a prova. Com FGV, isso dá errado porque a banca penaliza superficialidade.

  • Em Português, priorize: leitura ativa, identificação de tese do texto, conectivos, pressupostos, ambiguidade, reescrita e equivalência semântica.
  • Em conhecimentos específicos, estude por norma, conceito e procedimento. Se o conteúdo envolve fiscalização, treine como se estivesse instruindo um processo: fato, norma aplicável, consequência, documento.

3) Faça simulados com regra de correção realista

Mesmo sem saber a fórmula exata do edital, simule sob pressão:

  • tempo total dividido por blocos (básicas e específicas),
  • marcação de questões para revisão (duas passadas, a primeira para garantir pontos, a segunda para itens difíceis),
  • revisão pós simulado com “caderno de erros”.

O caderno de erros, para FGV, deve registrar principalmente:

  • pegadinhas de linguagem (não, exceto, somente, sempre),
  • termos técnicos trocados (conceitos próximos),
  • alternativas que são verdadeiras em geral, mas falsas no caso específico.

4) Revisão em ciclos (e não por “matéria do dia”)

Sugestão de ciclo enxuto, que funciona bem para cargos técnicos:

  • 50 por cento do tempo em específicas,
  • 30 por cento em Português e Raciocínio Lógico, se presentes,
  • 20 por cento em Direito e Administração pública, se presentes.

Revisões:

  • D mais 1: revisão curta do que estudou ontem.
  • D mais 7: revisão por questões, não por resumo.
  • D mais 30: simulado temático.

5) Treine escrita técnica se houver discursiva

Mesmo quando o edital não enfatiza discursiva, vale treinar respostas curtas com:

  • introdução objetiva,
  • fundamentação com conceitos corretos,
  • conclusão indicando providência.

Para fiscalizações, uma habilidade que diferencia candidatos é escrever com clareza e formalidade, sem “encher linguiça”.

Editais, calendário e novidades

Para acompanhar editais e atos oficiais, o caminho seguro é sempre olhar:

  • Diário Oficial do Estado (publicações de edital, retificações, convocações e homologações).
  • Página institucional do governo estadual e da secretaria ligada à área agropecuária (quando há centralização de concursos).
  • Página da banca (no caso do acervo informado, a FGV), onde normalmente ficam edital, comunicados, locais de prova, gabaritos preliminares, resultados e respostas a recursos.

Sobre “calendário típico”: órgãos de fiscalização tendem a realizar concursos de forma não anual, muitas vezes por necessidade de reposição de quadro, expansão de programas e reorganizações. Portanto, o melhor indicador de “previsão” é observar movimentações formais, como comissão, autorização e contratação de banca. Sem atos oficiais, qualquer previsão vira especulação.

Checklist do que acompanhar quando surgir um novo concurso:

  • publicação de autorização e comissão,
  • escolha e contratação de banca,
  • edital e retificações,
  • gabarito preliminar e prazo recursal,
  • resultado e homologação,
  • convocações e nomeações.

Perguntas frequentes (FAQ)

Quem organiza o concurso do ADAB?

O organizador depende do edital. No acervo informado, as provas cadastradas são da FGV, indicando que ela foi a banca da edição disponível (2024).

Onde encontrar provas anteriores do ADAB?

No seu acervo constam provas de 2024 para os cargos de Fiscal Estadual Agropecuário, nas áreas animal e vegetal. Use essas provas para treinar por assunto e para mapear o padrão da FGV.

Quais cargos aparecem com provas no acervo?

  • Fiscal Estadual Agropecuário, Defesa Sanitária e Inspeção Animal.
  • Fiscal Estadual Agropecuário, Defesa Sanitária Vegetal.

Qual é o salário inicial na ADAB?

O valor depende do edital e da estrutura remuneratória prevista em lei para o cargo e para a carreira, podendo incluir vantagens e gratificações. Sem o edital em mãos, não é correto fixar números.

O cargo de Fiscal Estadual Agropecuário trabalha mais em campo ou em escritório?

Normalmente é um trabalho híbrido: há atuação em campo (vistorias, inspeções, fiscalização de trânsito e estabelecimentos) e uma parte relevante de atividades administrativas (relatórios, autos, sistemas, instrução de processos).

A FGV costuma ser uma banca difícil?

Em geral, sim, especialmente em Português e em itens com alternativas muito próximas. A melhor forma de dominar o nível é resolver um volume grande de questões da própria FGV e construir um caderno de erros por padrão de pegadinha.

Como saber o que estudar para as específicas (animal ou vegetal)?

A referência é o conteúdo programático do edital do cargo. Como o seu acervo já tem prova de 2024 por especialidade, você consegue identificar os tópicos recorrentes e priorizar o que mais aparece na prática.

Vale a pena estudar leis e normas “secas” para a ADAB?

Sim, porque fiscalização e defesa sanitária são áreas muito normatizadas. Mas, para FGV, a leitura da norma precisa ser acompanhada de treino de aplicação, com questões e casos.

O concurso costuma chamar muitos aprovados?

Isso varia muito por edital, cadastro de reserva, necessidade do órgão e autorização orçamentária. A forma correta de avaliar é comparar vagas imediatas, cadastro, validade e histórico de convocações, quando essas informações estiverem disponíveis em documentos oficiais.

Bancas organizadoras dos concursos do ADAB

Conheça as bancas que já aplicaram provas para o(a) ADAB. Estudar provas de cada uma ajuda a se familiarizar com os estilos de questão.

Perguntas Frequentes sobre o(a) ADAB