Provas Anteriores e Gabaritos do Vestibular da UFAM
Baixe gratuitamente as provas anteriores e gabaritos do vestibular da UFAM. Estude com questões reais e prepare se para o processo seletivo. São 16 provas disponíveis para download gratuito.
UFAM · Universidade Federal do Amazonas
UFAM em Manaus, AM: cursos, pesquisa, campi, ranking, como entrar pelo SiSU e vestibular, notas de corte e provas anteriores com gabarito.
Reunimos 16 provas oficialis da UFAM de 2006 a 2011, com gabaritos e respostas comentadas quando disponíveis. Todo o material está em PDF, é gratuito e foi organizado pela equipe AcheProvas para facilitar a sua preparação. Use as provas anteriores da UFAM para entender o estilo da banca, treinar gestão de tempo e identificar as disciplinas mais cobradas. Cada arquivo abaixo inclui a prova original, o gabarito oficial e, em muitos casos, o caderno completo do processo seletivo. Baixe as provas que precisar e acompanhe atualizações sempre que novas edições forem publicadas.
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A Universidade Federal do Amazonas, conhecida pela sigla UFAM, tem origem em 1909, ano em que foi criada a Escola Universitária Livre de Manáos, em um contexto de reestruturação social e econômica do Amazonas após o auge do ciclo da borracha, com a cidade de Manaus atuando como polo urbano e cultural da região Norte. A fundação ocorreu em um período no qual o ensino superior brasileiro ainda era formado por escolas isoladas, e a criação de uma escola universitária no coração da Amazônia representou uma estratégia de formação de quadros locais para a administração pública, para profissões liberais e para serviços essenciais.
Nos primeiros anos, a instituição reuniu cursos profissionais que respondiam a necessidades imediatas do estado, com ênfase em áreas clássicas do início do século XX, como direito, medicina e engenharias, em modelos acadêmicos inspirados em faculdades autônomas. A continuidade institucional ao longo de mais de um século tornou a UFAM uma das universidades federais mais antigas do Brasil em trajetória histórica, com papel central na formação de elites técnicas, de professores e de profissionais de saúde na Amazônia.
A transformação em universidade federal ocorreu em fase posterior, acompanhando a política nacional de federalização e reorganização do ensino superior no Brasil, movimento que buscou ampliar financiamento, consolidar pesquisa e integrar ensino, pesquisa e extensão como missão universitária. A mudança de estatuto consolidou a UFAM como instituição pública federal, com autonomia didático científica e responsabilidade estratégica na interiorização do ensino superior na maior unidade federativa do país em área territorial.
A trajetória da UFAM inclui ciclos de expansão acadêmica acompanhando políticas públicas nacionais, com especial intensidade a partir da segunda metade do século XX, quando a universidade passou a estruturar institutos, faculdades e centros acadêmicos, além de ampliar o número de cursos e vagas. A consolidação de programas de pós graduação stricto sensu, com mestrado e doutorado, fortaleceu a produção científica local e a formação de pesquisadores em temas críticos para a Amazônia, como biodiversidade, recursos hídricos, doenças tropicais e desenvolvimento regional.
Um marco decisivo foi a ampliação da presença no interior do Amazonas por meio de campi e unidades acadêmicas em municípios estratégicos, reduzindo assimetrias de acesso e criando oportunidades de formação superior pública em regiões historicamente dependentes de deslocamento para Manaus. Esse desenho multicampi respondeu a desafios logísticos particulares, como longas distâncias fluviais, baixa conectividade rodoviária e necessidade de cursos alinhados a economias locais, incluindo gestão pública, licenciaturas, saúde e engenharia aplicada.
A UFAM também se conectou ao ecossistema produtivo de Manaus, especialmente ao Polo Industrial de Manaus, por meio de formação de engenheiros, profissionais de tecnologia e projetos de inovação. A articulação com órgãos federais, estaduais e municipais tornou a universidade um ator relevante em políticas de saúde coletiva, educação básica, preservação ambiental e planejamento urbano, com impacto visível em serviços e redes públicas.
A UFAM organiza suas atividades em unidades acadêmicas que oferecem cursos de graduação, especializações, mestrados e doutorados, com distribuição por grandes áreas como saúde, engenharias, ciências exatas, ciências humanas, letras, artes e ciências agrárias. Em Manaus, a oferta tende a ser mais diversificada e com maior densidade de laboratórios, enquanto no interior a universidade mantém cursos alinhados a demandas regionais e à formação de professores para redes públicas.
Na graduação, destacam se cursos de alta procura no SiSU e em processos seletivos internos quando existentes, como Medicina, Direito, Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Ciência da Computação, Enfermagem e Odontologia, além de licenciaturas em Matemática, Física, Química, Biologia, História e Letras, que sustentam a formação docente no estado. Em termos de pós graduação, a UFAM abriga programas stricto sensu em áreas estratégicas, com linhas de pesquisa voltadas para saúde tropical, biotecnologia, ecologia amazônica, recursos naturais, educação, linguística e desenvolvimento regional.
A universidade também opera ações de extensão com serviços, cursos e projetos junto a comunidades urbanas e ribeirinhas, o que influencia a organização curricular por meio de estágios, práticas em campo e atividades integradoras. Em cursos da saúde e de ciências biológicas, atividades de campo e estudos em ambientes amazônicos constituem um diferencial pedagógico, com coleta de dados e treinamento em metodologias adequadas a biomas tropicais.
A UFAM é uma universidade de pesquisa com vocação natural para estudos amazônicos, reunindo grupos e laboratórios que investigam biodiversidade, conservação, química de produtos naturais, saúde pública, epidemiologia, parasitologia e temas relacionados a mudanças climáticas e uso sustentável de recursos. Essa agenda científica dialoga com demandas nacionais e internacionais, porque a Amazônia ocupa posição central em debates globais sobre carbono, água, energia e soberania científica.
Na inovação, a universidade atua por meio de estruturas de apoio à propriedade intelectual, incubação e cooperação com empresas, com potencial de geração de patentes, software e processos em áreas como engenharia, tecnologia da informação, biotecnologia e materiais. A proximidade com o Polo Industrial de Manaus favorece projetos de pesquisa aplicada, estágios e cooperação em engenharia de produção, automação, eletrônica e gestão da qualidade, frequentemente articulados com políticas de desenvolvimento regional.
A produção científica da UFAM também se expressa na formação de mestres e doutores, na participação em redes de pesquisa e em parcerias com instituições amazônicas e nacionais, incluindo museus, institutos de pesquisa e órgãos ambientais. A internacionalização ocorre por meio de convênios, mobilidade acadêmica e projetos cooperativos, com ênfase em temas amazônicos que atraem colaboração de universidades europeias, norte americanas e latino americanas.
A infraestrutura da UFAM em Manaus inclui salas de aula, laboratórios didáticos e de pesquisa, bibliotecas, auditórios e áreas de apoio estudantil em um campus de grande porte, capaz de concentrar atividades de múltiplas áreas do conhecimento em um mesmo território. A universidade mantém serviços de apoio acadêmico, ações de permanência estudantil e espaços de extensão que conectam a produção universitária a demandas sociais e do setor público.
O modelo multicampi no interior do estado agrega unidades em municípios com função regional, com instalações voltadas a cursos prioritários e atividades de pesquisa de campo. Em um estado com dimensões continentais, a existência de campi interiorizados é um componente logístico essencial para reduzir evasão associada a deslocamentos, além de favorecer projetos vinculados a cadeias produtivas locais, como pesca, manejo florestal, agricultura familiar e turismo.
A UFAM também opera coleções, laboratórios e ambientes de estudo relacionados à biodiversidade e às ciências naturais, com forte uso de atividades externas em rios, florestas e áreas urbanas de Manaus. Essa combinação de infraestrutura física e território amazônico como laboratório natural cria condições singulares para formação científica, sobretudo em ecologia, geociências e saúde coletiva.
O reconhecimento da UFAM é fortemente associado à sua relevância regional e à sua antiguidade histórica, com origem em 1909, fator que sustenta tradição acadêmica e rede de egressos em posições de liderança no Amazonas. Em métricas oficiais brasileiras, o desempenho de cursos é acompanhado por indicadores do Inep, como Enade e CPC, que variam por ciclo, e a qualidade da pós graduação é balizada pela avaliação quadrienal da CAPES, com programas distribuídos em notas que refletem estágios de consolidação e excelência.
Em rankings de visibilidade internacional, universidades brasileiras aparecem com maior consistência em listas globais por reputação e volume de publicações, e a UFAM tende a ganhar projeção em recortes temáticos vinculados a estudos amazônicos, biodiversidade e sustentabilidade. Para análise confiável, a comparação mais adequada é por área e por indicadores públicos do Brasil, complementada por bases bibliométricas, pois metodologias de rankings mudam com frequência e podem alterar posições de um ano para outro.
No âmbito regional, a UFAM é referência para políticas de formação docente, fortalecimento do SUS no estado e suporte técnico a órgãos ambientais. Esse reconhecimento se reflete na demanda por vagas, na concorrência do SiSU e na presença de projetos de extensão em municípios e bairros de Manaus.
O ingresso na UFAM ocorre principalmente pelo Enem, via Sistema de Seleção Unificada, o SiSU, mecanismo no qual o candidato escolhe curso, turno e modalidade e concorre com base na nota do Enem. A cada edição, a UFAM publica termos de adesão, quadro de vagas, pesos e notas mínimas, além de chamadas regulares e listas de espera, o que torna essencial acompanhar o cronograma do SiSU e os editais de matrícula da universidade.
Em anos específicos e para públicos definidos, a UFAM pode adotar processos seletivos próprios, seleções seriadas, vagas remanescentes e editais para transferência, reingresso e portadores de diploma, cada um com regras próprias de documentação, prazos e critérios. Para cursos que exigem habilidades específicas, quando aplicável, a universidade informa previamente etapas adicionais, como provas práticas ou análise de portfólio, sempre por edital.
A concorrência e a nota de corte variam significativamente por curso e modalidade de cota, com tendência de maiores notas em Medicina, Direito e algumas Engenharias, e notas intermediárias em licenciaturas e bacharelados com maior número de vagas. Para planejar o ingresso, a recomendação técnica é usar notas de corte de edições recentes do SiSU como referência aproximada, somar simulados do Enem e analisar provas anteriores e gabarito quando houver vestibular próprio, porque a variabilidade anual pode ser alta.
A política de ações afirmativas segue a Lei de Cotas nas instituições federais, com reserva de vagas para estudantes de escola pública e recortes de renda e raça, além de procedimentos de heteroidentificação quando previstos. O candidato deve conferir com precisão a modalidade escolhida no SiSU, a documentação exigida e as regras de matrícula, pois inconsistências documentais são causa frequente de indeferimento em chamadas.
A Universidade Federal do Amazonas mantém sua administração central em Manaus, capital do estado do Amazonas, com o campus universitário de maior porte localizado na zona norte, na área conhecida como Setor Norte do Campus Universitário. A instituição opera uma rede multicampi no interior, com unidades acadêmicas em cidades estratégicas do estado, o que amplia o acesso ao ensino superior público na Amazônia e reduz o deslocamento de estudantes de municípios distantes para a capital.
Em Manaus, a UFAM reúne infraestrutura típica de uma universidade de pesquisa, com bibliotecas setoriais, laboratórios de ensino e pesquisa, auditórios, áreas de convivência e estruturas dedicadas à extensão universitária. No interior, os campi e institutos priorizam formação de professores, saúde, engenharia aplicada, ciências agrárias e temas amazônicos, com laboratórios adaptados às demandas regionais, estágios em redes públicas locais e atividades de campo em ambientes de várzea, terra firme e áreas urbanas.
A UFAM oferece diversos cursos de graduação e pós graduação reconhecidos nacionalmente. Confira os programas acadêmicos de maior destaque:
A UFAM integra o grupo de universidades federais com produção científica relevante na região Norte, com destaque para áreas de biodiversidade, saúde tropical, engenharia e temas amazônicos. Em avaliações nacionais, cursos da UFAM aparecem regularmente em indicadores como Enade e CPC do Inep, com variação por ciclo avaliativo, e programas de pós graduação passam por avaliação quadrienal da CAPES, na qual a universidade mantém diversos programas com notas entre 3 e 5, faixa típica de consolidação e excelência regional. Em rankings internacionais como QS e THE, instituições da região Norte tendem a aparecer em faixas amplas ou como listadas por área, e a UFAM ganha visibilidade principalmente por pesquisas associadas à Amazônia, biotecnologia, recursos naturais e saúde coletiva.
Para fins de citação, a leitura mais segura é tratar rankings como variáveis por ano e metodologia, e priorizar indicadores oficiais brasileiros. A UFAM é uma das universidades federais mais antigas do país em continuidade institucional, com origem no início do século XX, fator que fortalece seu reconhecimento histórico e sua rede de ex alunos em carreiras públicas e privadas na Amazônia.
Todas as provas anteriores da UFAM estão disponíveis nesta página, em PDF, gratuitamente e sem cadastro complicado. Basta clicar no ano desejado e fazer o download.
Sim. Sempre que o gabarito oficial é divulgado pela banca organizadora, ele é incluído junto da prova. Em alguns casos disponibilizamos também o caderno de respostas comentadas.
A última edição publicada é a do ano de 2011. Atualizamos o acervo assim que as novas provas e gabaritos são divulgados.