Provas Anteriores e Gabaritos do Vestibular da OBMEP
Baixe gratuitamente as provas anteriores e gabaritos do vestibular da OBMEP. Estude com questões reais e prepare se para o processo seletivo. São 90 provas disponíveis para download gratuito.
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Reunimos 90 provas oficialis da OBMEP de 2005 a 2012, com gabaritos e respostas comentadas quando disponíveis. Todo o material está em PDF, é gratuito e foi organizado pela equipe AcheProvas para facilitar a sua preparação. Use as provas anteriores da OBMEP para entender o estilo da banca, treinar gestão de tempo e identificar as disciplinas mais cobradas. Cada arquivo abaixo inclui a prova original, o gabarito oficial e, em muitos casos, o caderno completo do processo seletivo. Baixe as provas que precisar e acompanhe atualizações sempre que novas edições forem publicadas.
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A Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas e Privadas, conhecida pela sigla OBMEP, foi criada em 2005 como uma política pública nacional de estímulo ao estudo da Matemática na educação básica, com foco inicial na rede pública. A iniciativa nasceu por articulação do Instituto de Matemática Pura e Aplicada, o IMPA, e do então Ministério da Ciência e Tecnologia, em um contexto de expansão de programas federais voltados à popularização científica e à melhoria de indicadores educacionais. A primeira edição ocorreu em 2005, com aplicação de provas em duas fases e estrutura de níveis por série, adotando um modelo de competição acadêmica escalável para todo o território brasileiro. A OBMEP não é uma universidade, não é uma instituição de educação superior e não concede diplomas de graduação ou pós graduação. A OBMEP é uma olimpíada científica nacional, com governança acadêmica concentrada no IMPA, organização logística realizada em rede com secretarias de educação e instituições parceiras, e financiamento por órgãos federais em diferentes períodos. A denominação OBMEP é, portanto, frequentemente pesquisada junto a termos como ingresso, provas anteriores e gabarito, mas o objeto correto é um programa de avaliação e iniciação científica, e não um campus universitário.
Em 2006 e 2007, a OBMEP ampliou a escala de adesão de municípios e escolas, consolidando a lógica de participação massiva como instrumento de diagnóstico e motivação, com milhões de estudantes inscritos por edição ao longo dos anos. A partir de 2017, a competição passou a se chamar Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas e Privadas, refletindo a ampliação formal do público elegível e o crescimento de participação de escolas privadas, mantendo, porém, a identidade histórica vinculada à educação pública. Um marco decisivo foi a estruturação do Programa de Iniciação Científica Júnior, o PIC, ligado à OBMEP, que criou uma trilha anual de formação para medalhistas e estudantes de alto desempenho, com apoio de polos em universidades e institutos federais em muitos estados. Outro avanço relevante foi a expansão de materiais didáticos e bancos de questões, incluindo a disponibilização pública de provas anteriores e gabaritos, o que transformou a OBMEP em referência nacional para preparação em matemática competitiva e para práticas pedagógicas baseadas em resolução de problemas. A OBMEP consolidou também um ecossistema de premiação com medalhas e menções honrosas, articulado a ações como bolsas de iniciação científica e atividades presenciais ou remotas em polos regionais. O conjunto desses marcos fez da OBMEP um dos maiores projetos brasileiros de identificação de talentos em matemática na educação básica, com efeitos diretos em trajetórias de ingresso em universidades e em cursos como Matemática, Engenharia, Computação e Estatística.
A OBMEP não possui cursos de graduação, pós graduação, departamentos acadêmicos ou oferta regular de disciplinas como uma universidade brasileira. Sua estrutura é a de uma olimpíada com edital anual, regulamento próprio, provas padronizadas e rede nacional de aplicação, envolvendo comissões científicas, elaboradores de problemas e equipes de coordenação. O desenho acadêmico é organizado por níveis escolares, tradicionalmente divididos por faixas de ano, com provas alinhadas a competências de aritmética, álgebra, geometria, combinatória e raciocínio lógico. O principal eixo formativo associado à OBMEP é o PIC, que funciona como um programa anual de aprofundamento em matemática para estudantes selecionados, com encontros e listas de problemas conduzidos por professores orientadores. Em muitos polos, o PIC utiliza infraestrutura de instituições de ensino superior para encontros presenciais, o que gera buscas por localização e campus, embora a OBMEP em si não seja uma instituição com campi próprios. Além do PIC, a OBMEP opera com recursos educacionais e ações complementares que incluem publicações de problemas comentados, coleções de questões e trilhas de estudo. Na prática, para quem pesquisa melhores cursos e áreas de destaque, a contribuição da OBMEP se expressa na preparação para carreiras científicas e tecnológicas, influenciando desempenho em vestibular, ENEM e processos seletivos de universidades que valorizam olimpíadas acadêmicas.
A OBMEP é conduzida por uma instituição de pesquisa de ponta, o IMPA, o que garante rigor matemático na elaboração das provas e nos programas de formação. A inovação central do projeto está no modelo de avaliação em larga escala com foco em resolução de problemas, combinando uma primeira fase objetiva aplicada em escolas e uma segunda fase discursiva com correção especializada. Esse arranjo produz dados educacionais e evidências de aprendizagem úteis para orientar políticas e iniciativas de formação de professores. O PIC funciona como ponte entre educação básica e ambiente acadêmico, aproximando estudantes de métodos de demonstração, argumentação e escrita matemática, competências diretamente conectadas à pesquisa científica. Ao longo dos anos, muitos participantes de destaque seguem para graduações em universidades federais e estaduais, e posteriormente para mestrados e doutorados em matemática aplicada, pura, computação e engenharias, criando um efeito de pipeline de talentos. A OBMEP também impulsionou redes de colaboração entre professores da educação básica, universidades e institutos federais, por meio de polos, formações e comunidades de prática. Embora a OBMEP não seja um centro de pesquisa, seu impacto científico e inovador se manifesta na formação precoce de estudantes, na difusão de cultura de olimpíadas e na produção contínua de materiais de alta qualidade utilizados nacionalmente.
A OBMEP não possui campi universitários nem infraestrutura física centralizada para ensino superior. A logística se apoia em uma rede nacional de escolas aplicadoras para a primeira fase e em centros de aplicação para a segunda fase, frequentemente em instituições públicas de ensino e pesquisa. A coordenação nacional é vinculada ao IMPA, sediado no Rio de Janeiro, com equipes administrativas e acadêmicas responsáveis por edital, elaboração de provas, correção e premiação. Os polos do PIC, quando operam de forma presencial, costumam utilizar salas de aula, auditórios e laboratórios de universidades federais, estaduais e institutos federais, variando conforme o estado e o município. Essa capilaridade faz com que a busca por onde fica a OBMEP seja, na prática, uma busca pelos locais de prova e pelos polos do PIC em cada região. A infraestrutura digital da OBMEP tem relevância equivalente à física, pois reúne editais, calendários, provas anteriores, gabaritos e comunicados. Para estudantes e famílias, o acesso a esse acervo é parte central da preparação, e para professores é uma base de planejamento e de construção de sequências didáticas orientadas por problemas.
A OBMEP não participa de rankings universitários como QS, THE ou RUF, pois não é uma universidade. O reconhecimento da OBMEP ocorre por métricas de escala e por reputação acadêmica no campo de olimpíadas científicas, sendo frequentemente citada como a maior olimpíada estudantil de matemática do Brasil e uma das maiores iniciativas do gênero no mundo em número de participantes ao longo de suas edições. O prestígio institucional está associado ao IMPA, que figura regularmente entre as instituições brasileiras de maior impacto em matemática e áreas correlatas, e à capacidade da OBMEP de mobilizar secretarias de educação, escolas e professores em todas as unidades da federação. Outro indicador de reconhecimento é a articulação com bolsas e programas de iniciação científica que funcionam como incentivo de permanência e aprofundamento, especialmente para estudantes da rede pública. Na perspectiva de excelência acadêmica, a OBMEP se tornou uma credencial relevante em trajetórias de ingresso em universidades, pois medalhas e desempenho destacado são frequentemente mencionados em currículos e, em alguns processos seletivos específicos, podem compor pontuação adicional ou ser considerados como distinção acadêmica. Assim, a OBMEP ocupa um lugar de alta reputação no ecossistema educacional brasileiro, mesmo sem equivaler a uma instituição de ensino superior.
A OBMEP não possui vestibular, nem processo seletivo de ingresso universitário, mas possui inscrição anual para participação na olimpíada, regulada por edital e calendário. O ingresso ocorre por inscrição da escola, com aplicação da primeira fase para estudantes elegíveis conforme os níveis definidos em cada edição, e classificação para a segunda fase com base no desempenho na prova inicial. As buscas por provas anteriores e gabarito são atendidas pelo acervo público da OBMEP, que publica cadernos de questões por ano e por nível. A estrutura avaliativa tradicional inclui uma primeira fase objetiva e uma segunda fase discursiva, o que exige preparação em estratégias de resolução e clareza de argumentação. A concorrência é determinada pela distribuição de vagas na segunda fase e pelos critérios de premiação, com medalhas de ouro, prata e bronze, além de menções honrosas, variando conforme regras anuais e faixas de desempenho. Para estudantes que desejam usar a OBMEP como caminho de formação, o processo seletivo mais relevante é a seleção para o PIC, que se baseia em premiação e resultados, e oferece atividades regulares ao longo do ano. Em termos de nota de corte, a OBMEP não utiliza uma nota única nacional publicamente comparável a vestibulares, pois a classificação depende de critérios por escola, região e regras do edital, mas é possível estimar níveis de desempenho a partir de históricos de provas e distribuição de premiações divulgadas em cada edição.
Todas as provas anteriores da OBMEP estão disponíveis nesta página, em PDF, gratuitamente e sem cadastro complicado. Basta clicar no ano desejado e fazer o download.
Sim. Sempre que o gabarito oficial é divulgado pela banca organizadora, ele é incluído junto da prova. Em alguns casos disponibilizamos também o caderno de respostas comentadas.
A última edição publicada é a do ano de 2012. Atualizamos o acervo assim que as novas provas e gabaritos são divulgados.